1.Palitinho: Agora isso é sujo! Os Almas-e-Meia, aqueles imbecis, dizem que eu lambo as botas do Khan! Me chamaram de traidor... Agora não me levarão com eles para assaltar os barbeiros. Aqueles fedorentos...
2.Arúspice: Que barbeiros?
3.Palitinho: Olá! Está vivendo de baixo de uma pedra ou o quê? Os caras raivosos que se separaram da gangue do Abutre para estripar pessoas nas ruas. 'Não tamo te seguindo mais', disseram eles, 'A Estirpe se foi, o velhote se foi, então não temo nada a perdê!' Palavras pesadas, né? E então eles começaram a atacar e assaltar todo mundo. Aqueles filhos da puta...
4.Arúspice: Então seus amigos estão planejando atacá-los?
5.Palitinho: Eles não são meus amigos! Bastardos arrogantes, vira casacas fedidos... Oh, como os odeio... O quê que eu fiz pra eles?
6.Arúspice: Isso não é uma resposta.
7.Palitinho: Mas eles são! Como se tivessem uma chance. Eles planejaram armar-se... e armazenaram as armas em um certo lugar... Bem, vou arruinar a festa deles! Que tal pegarmos as armas deles? E vamos salvar os idiotas das facas dos barbeiros também...
8.Arúspice: Por que não? Onde fica o lugar?
9.Palitinho: Vá ao Cemitério. Lá encontrará um amigo meu, seu nome é Toco. Diga a ele que estamos juntos e tudo o mais. Ele vai levá-lo ao lugar. 'Intrometido' é a palavra. Mas você tem que compartilhar! Se você não compartilhar comigo, haverá troco!
10.Arúspice: 'Intrometido' então. Feito.
8.Arúspice: Não tenho tempo para isso.
6.Arúspice: Grande coisa... não seja bobo, apenas tome conta de si mesmo. Vai ficar tudo bem.
2.Arúspice: Eles estão corretos?
3.Palitinho: 'Colerdos', só se for. O Notkin está zangado apenas porque me recusei a juntar-me a ele quando ele queria que eu o fizesse. Khan também não tem nada de especial comigo... Fiz favores a ambos. Eu até subi numa chaminé por eles! E tudo que esses idiotas fazem é se achar... Bem, deixe-os, esperem e verão!
4.Arúspice: E eles estão planejando assaltar os assaltantes, certo?
5.Palitinho: Mas eles são! Como se tivessem uma chance. Eles planejaram armar-se... e armazenaram as armas em um certo lugar... Bem, vou arruinar a festa deles! Que tal pegarmos as armas deles? E vamos salvar os idiotas das facas dos barbeiros também...
6.Arúspice: Por que não? Onde fica o lugar?
7.Palitinho: Vá ao Cemitério. Lá encontrará um amigo meu, seu nome é Toco. Diga a ele que estamos juntos e tudo o mais. Ele vai levá-lo ao lugar. 'Intrometido' é a palavra. Mas você tem que compartilhar! Se você não compartilhar comigo, haverá troco!
8.Arúspice: 'Intrometido' então. Feito.
6.Arúspice: Não tenho tempo para isso.
1.Palitinho: Não faça essa cara azeda, Burakh... Vai ficar tudo bem.
2.Arúspice: Certo, temos um acordo. Onde fica o lugar?
3.Palitinho: Bom dia, flor do dia! A essas horas provavelmente já fizeram toda a colheita... Bem, você poderia dar uma chance, eu suponho... Tipo, talvez um milagre pudesse ajudá-lo ou algo assim. Vá ao Cemitério. Se o Toco ainda estiver por perto, então você ainda tem algum tempo.
4.Arúspice: Certo. Vou dizer olá para o Toco por você.
2.Arúspice: Se vivermos para ver o dia.
2.Arúspice: Encontrei o baú. Obrigado, amigo. A propósito, você sabia que a casa estava infectada?
3.Palitinho: Jesus... Você está brincando, certo?
4.Arúspice: Não é brincadeira. Pergunte aos seus amigos.
5.Palitinho: Certo... quer saber? Vá em frente e fique com todas as armas para você... Eu vou encontrar outras por mim mesmo.
6.Arúspice: Uma escolha sábia.
4.Arúspice: Sim.
5.Palitinho: É tempo de partilha então. Cinquenta pra um, cinquenta pra outro, lembra? Quero um revólver! O resto é seu. Não me importo.
6.Arúspice: Não, amigo. Eu não vou te dar armas. Você só vai se meter em problemas com elas. Mas encontrarei uma maneira de te agradecer mais tarde.
7.Palitinho: Eu sabia! Vamos, seja um bom homem, me dê...
8.Arúspice: Não, não vou.
8.Arúspice: Tudo bem. Mas só quando tiver a certeza absoluta de que os barbeiros estão todos mortos.
6.Arúspice: Pode levar tudo se quiser. Eu consigo me cuidar bem com minhas próprias mãos.
1.Palitinho: Uau! Nunca te vi por aqui antes. Você é um morador do Termiteiro ou algo assim?
2.Arúspice: Meu nome é Artemy Burakh.
3.Palitinho: Meu nome é Palitinho.
4.Arúspice: Prazer em conhecê-lo.
2.Arúspice: Hmm… Você sabe como entrar lá ou algo assim?
3.Palitinho: Não! E olha que eu sou um mestre nesta arte! É embaraçoso... A propósito, sou Palitinho, você já deve ter ouvido falar de mim.
4.Arúspice: Sou Burakh. filho de Isidor. Você com certeza já ouviu falar dele.
1.Palitinho: Oh... Mas eu não posso sair, não importa o quê! Até eu entendo que não adianta...
2.Arúspice: Eu vi o touro no Lote da Estaca de Osso. Ele é um Supremo.
3.Palitinho: De jeito nenhum! Por que eu nunca consigo ver um! Eu estive esperando à noite por tantas vezes, tentando ver os odonghs trazerem um Supremo da Estepe! E não funcionou, nem uma vez! Droga! Então, como ele era? Era tão grande assim?
4.Arúspice: Bem... Era grande para um touro.
4.Arúspice: Melhor me dizer o que devo fazer com ele.
5.Palitinho: Cure-o! Você é médico, não é? Tire-o do espeto! Isso fez minha cabeça doer pela manhã também!
6.Arúspice: É mesmo?
7.Palitinho: E acho que não fui o único! Um auroque é uma besta sagrada. O que quer que aconteça com ele afeta tudo ao redor. Por que você acha que um Capataz tem que aprender o rito? Seu pai não te ensinou?! Guardião meu cu!
8.Arúspice: Cala a boca, você! Eu sei tudo isso.
2.Arúspice: Já está trabalhando nessa tal de inteligência, não é?
1.Palitinho: O que faríamos sem sua ajuda! Isso significa que você vai ser igual seu pai quando crescermos…
2.Arúspice: O que você planeja fazer da vida?
3.Palitinho: Eu serei o eixo para a roda girar. Um futuro governante com um novo sinal. Eu confio em Kapella.
4.Arúspice: Um novo sinal? O que você quer dizer?
5.Palitinho: O triângulo Kain-Olgimsky-Saburov acabou. Não há mais Térmites, Utopistas ou Humildes. Os três poderes se foram quase sem deixar vestígios agora; eles não são nada além de memórias agora. Precisamos de novas forças e novos sinais. Os antigos governantes se foram, exceto você. Você protegerá nossa pequena cidade até atingirmos a maioridade?
6.Arúspice: O que você fará?
7.Palitinho: Ainda não sei... Não tivemos tempo suficiente para conversar. Mas me tornarei um construtor para dirigir o ardor de Khan e Notkins. Isso é o que Kapella viu. Eu me pergunto qual das duas Senhoras deve se tornar meu par? Graça ou Ursinha... Ah meu pâncreas. Ambas são muito boas, mas também não são lá muito atraentes. Tem certeza que elas estão vivas?
8.Arúspice: Por que você quer segurar Khan e Notkin
9.Palitinho: Faremos um novo triângulo, duh! Este cabo de guerra nunca terminará, queiramos ou não. E eu tenho um palpite de que eles crescerão para se tornarem comandantes e conquistadores como Block e Shoin. Mas já estou pensando em como combater esses dois cães de guerra.
10.Arúspice: Ótimo.
10.Arúspice: Sim… Se a garota estiver certa sobre você, estou muito curioso para saber como tudo vai acabar.
8.Arúspice: Não se preocupe. Eles vão crescer belas pessoas.
8.Arúspice: Eu sou. Estou cuidando dos dois.
6.Arúspice: ... Eu vou protegê-lo depois que você atingir a maioridade também. Não se precipite.
2.Arúspice: Já me tornei o que meu pai era.
2.Arúspice: Quando você atingir a maioridade, estarei na casa dos quarenta!
1.Palitinho: Descanso… Tudo que preciso agora é descansar um pouco.
2.Arúspice: Só passando aqui para ter certeza de que você está a salvo.
2.Arúspice: Bem... eu esperava descansar um pouco aqui também.
1.Palitinho: Uau! Nunca te vi por aqui antes. Você é um morador do Termiteiro ou algo assim?
2.Arúspice: Meu nome é Artemy Burakh.
3.Palitinho: Meu nome é Palitinho.
4.Arúspice: Prazer em conhecê-lo.
2.Arúspice: Hmm… Você sabe como entrar lá ou algo assim?
3.Palitinho: Não! E olha que eu sou um mestre nesta arte! É embaraçoso... A propósito, sou Palitinho, você já deve ter ouvido falar de mim.
4.Arúspice: Sou Burakh. filho de Isidor. Você com certeza já ouviu falar dele.
1.Palitinho: Ei, ei, tire as mãos de mim! Não pensem bobagem, não vim aqui para roubar nem nada!
2.Arúspice: Bem, então o que faz aqui?
3.Palitinho: Eh... Passei a noite aqui! Vi tanta coisa...
4.Arúspice: O quê? O que você viu?
5.Palitinho: Bem, nada tão importante, realmente... Eu passava a maior parte do tempo escondido dentro daquele guarda-roupa... O velho Isidor andava um pouco no começo, depois ele recebia um monte de visitas. Vi pouco, ouvi menos ainda.
6.Arúspice: Conte-me sobre esse pouco.
7.Palitinho: Bem, ele ficou ali sentado pensando por um tempo. Chacoalhou e mexeu em algumas coisas, derramou um pouco de água ou algo assim. Então entrou alguém muito pesado. Isidor abriu a porta sem pedir, embora ele sempre pedisse... O cara me parecia um homem da Estepe, tinha uma voz áspera e baixa. Um açougueiro, eu diria. Então tudo ficou quieto.
8.Arúspice: O que você quer dizer?
9.Palitinho: Eu estava sentado lá por duas horas ou mais... mas eu não estava dormindo! Eu pensei que ele tinha adormecido embora. Então comecei a sair — e lá estava ele, caído no chão, todo morto! Eu não estava com medo, mas então eu vi algo que me fez rastejar de volta para dentro de novo... Mas não entendi bem o que eu vi.
10.Arúspice: Fale!
10.Arúspice: Hah, quem esperaria o contrário...
11.Palitinho: Estava escuro lá, sabe. A luz se apagou — foram os guardas que a acenderam novamente mais tarde. Mas antes disso havia outra pessoa aqui. Parecia muito com uma mulher, ou melhor, tive a sensação de que era uma mulher, mas a silhueta era tão... disforme... mais como um espírito, não um humano.
12.Arúspice: O que você está aprontando? Que espírito?
13.Palitinho: Eu estou dizendo a você! Aquela coisa tinha a cabeça de uma mulher, mas o corpo era tosco, um pedaço de corpo... e ela não fazia nenhum som... como se estivesse deslizando, não andando. Então aqueles caras entraram, começaram a andar por aí, olhando ao redor. Eles disseram que uma criatura da Estepe estava mais uma vez na cidade, procurando comida! Uma shabnak-adyr!
14.Arúspice: O que o meu pai estava fazendo antes?
15.Palitinho: Ursinha e eu decidimos... observá-lo a noite toda, depois que descobrimos que ele havia voltado da Estepe. Eu o espiei até a casa dele e depois entrei aqui. Antes disso, Ursinha o havia perdido na estação, perto da casa de Vlad Filho... Vá perguntar a ela, ela provavelmente está dormindo agora em seu vagão.
16.Arúspice: ...Para onde eles levaram o corpo?
17.Palitinho: Para o cemitério, talvez. Pergunte a Graça... Mas provavelmente ele serviu de alimento para a Terra. Os guardas vêm principalmente da Estepe também, e você sabe que tipo de ritos eles têm lá. Eles não vão deixar a Terra esperando por muito tempo... não por um Guardião.
18.Arúspice: Entendo.
16.Arúspice: Tudo bem. Agora saia daqui.
14.Arúspice: O que é isso? Acho que já ouvi a palavra em algum lugar...
15.Palitinho: Bem... é um espírito maligno dos contos da Estepe. Ou pelo menos é o que as pessoas dizem. Shabnak pode se referir a qualquer coisa má ou inexplicável.
16.Arúspice: Tudo bem eu já entendi...
17.Palitinho: Ursinha e eu decidimos... observá-lo a noite toda, depois que descobrimos que ele havia voltado da Estepe. Eu o espiei até a casa dele e depois entrei aqui. Antes disso, Ursinha o havia perdido na estação, perto da casa de Vlad Filho... Vá perguntar a ela, ela provavelmente está dormindo agora em seu vagão.
18.Arúspice: ...Para onde eles levaram o corpo?
19.Palitinho: Para o cemitério, talvez. Pergunte a Graça... Mas provavelmente ele serviu de alimento para a Terra. Os guardas vêm principalmente da Estepe também, e você sabe que tipo de ritos eles têm lá. Eles não vão deixar a Terra esperando por muito tempo... não por um Guardião.
20.Arúspice: Entendo.
18.Arúspice: Tudo bem. Agora saia daqui.
6.Arúspice: Que visitantes?
7.Palitinho: Acho que o Capataz foi um deles. Também havia todo o tipo de gente da Estepe aqui - açougueiros, Vermes e assim por diante...
8.Arúspice: ... E meu pai? Você faz tão pouco sentido, maldito seja!
9.Palitinho: Bem, ele ficou ali sentado pensando por um tempo. Chacoalhou e mexeu em algumas coisas, derramou um pouco de água ou algo assim. Então entrou alguém muito pesado. Isidor abriu a porta sem pedir, embora ele sempre pedisse... O cara me parecia um homem da Estepe, tinha uma voz áspera e baixa. Um açougueiro, eu diria. Então tudo ficou quieto.
10.Arúspice: O que você quer dizer?
11.Palitinho: Eu estava sentado lá por duas horas ou mais... mas eu não estava dormindo! Eu pensei que ele tinha adormecido embora. Então comecei a sair — e lá estava ele, caído no chão, todo morto! Eu não estava com medo, mas então eu vi algo que me fez rastejar de volta para dentro de novo... Mas não entendi bem o que eu vi.
12.Arúspice: Fale!
12.Arúspice: Hah, quem esperaria o contrário...
13.Palitinho: Estava escuro lá, sabe. A luz se apagou — foram os guardas que a acenderam novamente mais tarde. Mas antes disso havia outra pessoa aqui. Parecia muito com uma mulher, ou melhor, tive a sensação de que era uma mulher, mas a silhueta era tão... disforme... mais como um espírito, não um humano.
14.Arúspice: O que você está aprontando? Que espírito?
15.Palitinho: Eu estou dizendo a você! Aquela coisa tinha a cabeça de uma mulher, mas o corpo era tosco, um pedaço de corpo... e ela não fazia nenhum som... como se estivesse deslizando, não andando. Então aqueles caras entraram, começaram a andar por aí, olhando ao redor. Eles disseram que uma criatura da Estepe estava mais uma vez na cidade, procurando comida! Uma shabnak-adyr!
16.Arúspice: O que o meu pai estava fazendo antes?
17.Palitinho: Ursinha e eu decidimos... observá-lo a noite toda, depois que descobrimos que ele havia voltado da Estepe. Eu o espiei até a casa dele e depois entrei aqui. Antes disso, Ursinha o havia perdido na estação, perto da casa de Vlad Filho... Vá perguntar a ela, ela provavelmente está dormindo agora em seu vagão.
18.Arúspice: ...Para onde eles levaram o corpo?
19.Palitinho: Para o cemitério, talvez. Pergunte a Graça... Mas provavelmente ele serviu de alimento para a Terra. Os guardas vêm principalmente da Estepe também, e você sabe que tipo de ritos eles têm lá. Eles não vão deixar a Terra esperando por muito tempo... não por um Guardião.
20.Arúspice: Entendo.
18.Arúspice: Tudo bem. Agora saia daqui.
16.Arúspice: O que é isso? Acho que já ouvi a palavra em algum lugar...
17.Palitinho: Bem... é um espírito maligno dos contos da Estepe. Ou pelo menos é o que as pessoas dizem. Shabnak pode se referir a qualquer coisa má ou inexplicável.
18.Arúspice: Tudo bem eu já entendi...
19.Palitinho: Ursinha e eu decidimos... observá-lo a noite toda, depois que descobrimos que ele havia voltado da Estepe. Eu o espiei até a casa dele e depois entrei aqui. Antes disso, Ursinha o havia perdido na estação, perto da casa de Vlad Filho... Vá perguntar a ela, ela provavelmente está dormindo agora em seu vagão.
20.Arúspice: ...Para onde eles levaram o corpo?
21.Palitinho: Para o cemitério, talvez. Pergunte a Graça... Mas provavelmente ele serviu de alimento para a Terra. Os guardas vêm principalmente da Estepe também, e você sabe que tipo de ritos eles têm lá. Eles não vão deixar a Terra esperando por muito tempo... não por um Guardião.
22.Arúspice: Entendo.
20.Arúspice: Tudo bem. Agora saia daqui.
4.Arúspice: Por que diabos você entrou aqui em primeiro lugar?
5.Palitinho: Bem, você sabe... Nós éramos meio que amigos do velho... er, quero dizer, do seu pai... senhor... Ele passou muito tempo conosco, crianças, ia nos ensinar coisas depois que crescêssemos. Ele fez muitas coisas legais, mas nos mostrou muito pouco. Nós estávamos meio curiosos – você tem que ser curioso quando você faz amizade com um Guardião.
6.Arúspice: Então você invadiu a casa dele para espioná-lo?
7.Palitinho: Eu não fiz nada... Eu só pensei que talvez ele tivesse trazido algumas coisas assustadoras da Estepe. Um monte de coisas estavam se formando ultimamente, eu só imaginei que ele não iria sair por aí à toa, não é? Ele trazia todo tipo de coisa de lá... a cabeça de barro era uma baita coisa!
8.Arúspice: Então. O que você sabe sobre como ele foi assassinado?
9.Palitinho: Bem, nada tão importante, realmente... Eu passava a maior parte do tempo escondido dentro daquele guarda-roupa... O velho Isidor andava um pouco no começo, depois ele recebia um monte de visitas. Vi pouco, ouvi menos ainda.
10.Arúspice: Conte-me sobre esse pouco.
11.Palitinho: Bem, ele ficou ali sentado pensando por um tempo. Chacoalhou e mexeu em algumas coisas, derramou um pouco de água ou algo assim. Então entrou alguém muito pesado. Isidor abriu a porta sem pedir, embora ele sempre pedisse... O cara me parecia um homem da Estepe, tinha uma voz áspera e baixa. Um açougueiro, eu diria. Então tudo ficou quieto.
12.Arúspice: O que você quer dizer?
13.Palitinho: Eu estava sentado lá por duas horas ou mais... mas eu não estava dormindo! Eu pensei que ele tinha adormecido embora. Então comecei a sair — e lá estava ele, caído no chão, todo morto! Eu não estava com medo, mas então eu vi algo que me fez rastejar de volta para dentro de novo... Mas não entendi bem o que eu vi.
14.Arúspice: Fale!
14.Arúspice: Hah, quem esperaria o contrário...
15.Palitinho: Estava escuro lá, sabe. A luz se apagou — foram os guardas que a acenderam novamente mais tarde. Mas antes disso havia outra pessoa aqui. Parecia muito com uma mulher, ou melhor, tive a sensação de que era uma mulher, mas a silhueta era tão... disforme... mais como um espírito, não um humano.
16.Arúspice: O que você está aprontando? Que espírito?
17.Palitinho: Eu estou dizendo a você! Aquela coisa tinha a cabeça de uma mulher, mas o corpo era tosco, um pedaço de corpo... e ela não fazia nenhum som... como se estivesse deslizando, não andando. Então aqueles caras entraram, começaram a andar por aí, olhando ao redor. Eles disseram que uma criatura da Estepe estava mais uma vez na cidade, procurando comida! Uma shabnak-adyr!
18.Arúspice: O que o meu pai estava fazendo antes?
19.Palitinho: Ursinha e eu decidimos... observá-lo a noite toda, depois que descobrimos que ele havia voltado da Estepe. Eu o espiei até a casa dele e depois entrei aqui. Antes disso, Ursinha o havia perdido na estação, perto da casa de Vlad Filho... Vá perguntar a ela, ela provavelmente está dormindo agora em seu vagão.
20.Arúspice: ...Para onde eles levaram o corpo?
21.Palitinho: Para o cemitério, talvez. Pergunte a Graça... Mas provavelmente ele serviu de alimento para a Terra. Os guardas vêm principalmente da Estepe também, e você sabe que tipo de ritos eles têm lá. Eles não vão deixar a Terra esperando por muito tempo... não por um Guardião.
22.Arúspice: Entendo.
20.Arúspice: Tudo bem. Agora saia daqui.
18.Arúspice: O que é isso? Acho que já ouvi a palavra em algum lugar...
19.Palitinho: Bem... é um espírito maligno dos contos da Estepe. Ou pelo menos é o que as pessoas dizem. Shabnak pode se referir a qualquer coisa má ou inexplicável.
20.Arúspice: Tudo bem eu já entendi...
21.Palitinho: Ursinha e eu decidimos... observá-lo a noite toda, depois que descobrimos que ele havia voltado da Estepe. Eu o espiei até a casa dele e depois entrei aqui. Antes disso, Ursinha o havia perdido na estação, perto da casa de Vlad Filho... Vá perguntar a ela, ela provavelmente está dormindo agora em seu vagão.
22.Arúspice: ...Para onde eles levaram o corpo?
23.Palitinho: Para o cemitério, talvez. Pergunte a Graça... Mas provavelmente ele serviu de alimento para a Terra. Os guardas vêm principalmente da Estepe também, e você sabe que tipo de ritos eles têm lá. Eles não vão deixar a Terra esperando por muito tempo... não por um Guardião.
24.Arúspice: Entendo.
22.Arúspice: Tudo bem. Agora saia daqui.
10.Arúspice: Que visitantes?
11.Palitinho: Acho que o Capataz foi um deles. Também havia todo o tipo de gente da Estepe aqui - açougueiros, Vermes e assim por diante...
12.Arúspice: ... E meu pai? Você faz tão pouco sentido, maldito seja!
13.Palitinho: Bem, ele ficou ali sentado pensando por um tempo. Chacoalhou e mexeu em algumas coisas, derramou um pouco de água ou algo assim. Então entrou alguém muito pesado. Isidor abriu a porta sem pedir, embora ele sempre pedisse... O cara me parecia um homem da Estepe, tinha uma voz áspera e baixa. Um açougueiro, eu diria. Então tudo ficou quieto.
14.Arúspice: O que você quer dizer?
15.Palitinho: Eu estava sentado lá por duas horas ou mais... mas eu não estava dormindo! Eu pensei que ele tinha adormecido embora. Então comecei a sair — e lá estava ele, caído no chão, todo morto! Eu não estava com medo, mas então eu vi algo que me fez rastejar de volta para dentro de novo... Mas não entendi bem o que eu vi.
16.Arúspice: Fale!
16.Arúspice: Hah, quem esperaria o contrário...
17.Palitinho: Estava escuro lá, sabe. A luz se apagou — foram os guardas que a acenderam novamente mais tarde. Mas antes disso havia outra pessoa aqui. Parecia muito com uma mulher, ou melhor, tive a sensação de que era uma mulher, mas a silhueta era tão... disforme... mais como um espírito, não um humano.
18.Arúspice: O que você está aprontando? Que espírito?
19.Palitinho: Eu estou dizendo a você! Aquela coisa tinha a cabeça de uma mulher, mas o corpo era tosco, um pedaço de corpo... e ela não fazia nenhum som... como se estivesse deslizando, não andando. Então aqueles caras entraram, começaram a andar por aí, olhando ao redor. Eles disseram que uma criatura da Estepe estava mais uma vez na cidade, procurando comida! Uma shabnak-adyr!
20.Arúspice: O que o meu pai estava fazendo antes?
21.Palitinho: Ursinha e eu decidimos... observá-lo a noite toda, depois que descobrimos que ele havia voltado da Estepe. Eu o espiei até a casa dele e depois entrei aqui. Antes disso, Ursinha o havia perdido na estação, perto da casa de Vlad Filho... Vá perguntar a ela, ela provavelmente está dormindo agora em seu vagão.
22.Arúspice: ...Para onde eles levaram o corpo?
23.Palitinho: Para o cemitério, talvez. Pergunte a Graça... Mas provavelmente ele serviu de alimento para a Terra. Os guardas vêm principalmente da Estepe também, e você sabe que tipo de ritos eles têm lá. Eles não vão deixar a Terra esperando por muito tempo... não por um Guardião.
24.Arúspice: Entendo.
22.Arúspice: Tudo bem. Agora saia daqui.
20.Arúspice: O que é isso? Acho que já ouvi a palavra em algum lugar...
21.Palitinho: Bem... é um espírito maligno dos contos da Estepe. Ou pelo menos é o que as pessoas dizem. Shabnak pode se referir a qualquer coisa má ou inexplicável.
22.Arúspice: Tudo bem eu já entendi...
23.Palitinho: Ursinha e eu decidimos... observá-lo a noite toda, depois que descobrimos que ele havia voltado da Estepe. Eu o espiei até a casa dele e depois entrei aqui. Antes disso, Ursinha o havia perdido na estação, perto da casa de Vlad Filho... Vá perguntar a ela, ela provavelmente está dormindo agora em seu vagão.
24.Arúspice: ...Para onde eles levaram o corpo?
25.Palitinho: Para o cemitério, talvez. Pergunte a Graça... Mas provavelmente ele serviu de alimento para a Terra. Os guardas vêm principalmente da Estepe também, e você sabe que tipo de ritos eles têm lá. Eles não vão deixar a Terra esperando por muito tempo... não por um Guardião.
26.Arúspice: Entendo.
24.Arúspice: Tudo bem. Agora saia daqui.
6.Arúspice: E?
7.Palitinho: Bem, nada tão importante, realmente... Eu passava a maior parte do tempo escondido dentro daquele guarda-roupa... O velho Isidor andava um pouco no começo, depois ele recebia um monte de visitas. Vi pouco, ouvi menos ainda.
8.Arúspice: Conte-me sobre esse pouco.
9.Palitinho: Bem, ele ficou ali sentado pensando por um tempo. Chacoalhou e mexeu em algumas coisas, derramou um pouco de água ou algo assim. Então entrou alguém muito pesado. Isidor abriu a porta sem pedir, embora ele sempre pedisse... O cara me parecia um homem da Estepe, tinha uma voz áspera e baixa. Um açougueiro, eu diria. Então tudo ficou quieto.
10.Arúspice: O que você quer dizer?
11.Palitinho: Eu estava sentado lá por duas horas ou mais... mas eu não estava dormindo! Eu pensei que ele tinha adormecido embora. Então comecei a sair — e lá estava ele, caído no chão, todo morto! Eu não estava com medo, mas então eu vi algo que me fez rastejar de volta para dentro de novo... Mas não entendi bem o que eu vi.
12.Arúspice: Fale!
12.Arúspice: Hah, quem esperaria o contrário...
13.Palitinho: Estava escuro lá, sabe. A luz se apagou — foram os guardas que a acenderam novamente mais tarde. Mas antes disso havia outra pessoa aqui. Parecia muito com uma mulher, ou melhor, tive a sensação de que era uma mulher, mas a silhueta era tão... disforme... mais como um espírito, não um humano.
14.Arúspice: O que você está aprontando? Que espírito?
15.Palitinho: Eu estou dizendo a você! Aquela coisa tinha a cabeça de uma mulher, mas o corpo era tosco, um pedaço de corpo... e ela não fazia nenhum som... como se estivesse deslizando, não andando. Então aqueles caras entraram, começaram a andar por aí, olhando ao redor. Eles disseram que uma criatura da Estepe estava mais uma vez na cidade, procurando comida! Uma shabnak-adyr!
16.Arúspice: O que o meu pai estava fazendo antes?
17.Palitinho: Ursinha e eu decidimos... observá-lo a noite toda, depois que descobrimos que ele havia voltado da Estepe. Eu o espiei até a casa dele e depois entrei aqui. Antes disso, Ursinha o havia perdido na estação, perto da casa de Vlad Filho... Vá perguntar a ela, ela provavelmente está dormindo agora em seu vagão.
18.Arúspice: ...Para onde eles levaram o corpo?
19.Palitinho: Para o cemitério, talvez. Pergunte a Graça... Mas provavelmente ele serviu de alimento para a Terra. Os guardas vêm principalmente da Estepe também, e você sabe que tipo de ritos eles têm lá. Eles não vão deixar a Terra esperando por muito tempo... não por um Guardião.
20.Arúspice: Entendo.
18.Arúspice: Tudo bem. Agora saia daqui.
16.Arúspice: O que é isso? Acho que já ouvi a palavra em algum lugar...
17.Palitinho: Bem... é um espírito maligno dos contos da Estepe. Ou pelo menos é o que as pessoas dizem. Shabnak pode se referir a qualquer coisa má ou inexplicável.
18.Arúspice: Tudo bem eu já entendi...
19.Palitinho: Ursinha e eu decidimos... observá-lo a noite toda, depois que descobrimos que ele havia voltado da Estepe. Eu o espiei até a casa dele e depois entrei aqui. Antes disso, Ursinha o havia perdido na estação, perto da casa de Vlad Filho... Vá perguntar a ela, ela provavelmente está dormindo agora em seu vagão.
20.Arúspice: ...Para onde eles levaram o corpo?
21.Palitinho: Para o cemitério, talvez. Pergunte a Graça... Mas provavelmente ele serviu de alimento para a Terra. Os guardas vêm principalmente da Estepe também, e você sabe que tipo de ritos eles têm lá. Eles não vão deixar a Terra esperando por muito tempo... não por um Guardião.
22.Arúspice: Entendo.
20.Arúspice: Tudo bem. Agora saia daqui.
8.Arúspice: Que visitantes?
9.Palitinho: Acho que o Capataz foi um deles. Também havia todo o tipo de gente da Estepe aqui - açougueiros, Vermes e assim por diante...
10.Arúspice: ... E meu pai? Você faz tão pouco sentido, maldito seja!
11.Palitinho: Bem, ele ficou ali sentado pensando por um tempo. Chacoalhou e mexeu em algumas coisas, derramou um pouco de água ou algo assim. Então entrou alguém muito pesado. Isidor abriu a porta sem pedir, embora ele sempre pedisse... O cara me parecia um homem da Estepe, tinha uma voz áspera e baixa. Um açougueiro, eu diria. Então tudo ficou quieto.
12.Arúspice: O que você quer dizer?
13.Palitinho: Eu estava sentado lá por duas horas ou mais... mas eu não estava dormindo! Eu pensei que ele tinha adormecido embora. Então comecei a sair — e lá estava ele, caído no chão, todo morto! Eu não estava com medo, mas então eu vi algo que me fez rastejar de volta para dentro de novo... Mas não entendi bem o que eu vi.
14.Arúspice: Fale!
14.Arúspice: Hah, quem esperaria o contrário...
15.Palitinho: Estava escuro lá, sabe. A luz se apagou — foram os guardas que a acenderam novamente mais tarde. Mas antes disso havia outra pessoa aqui. Parecia muito com uma mulher, ou melhor, tive a sensação de que era uma mulher, mas a silhueta era tão... disforme... mais como um espírito, não um humano.
16.Arúspice: O que você está aprontando? Que espírito?
17.Palitinho: Eu estou dizendo a você! Aquela coisa tinha a cabeça de uma mulher, mas o corpo era tosco, um pedaço de corpo... e ela não fazia nenhum som... como se estivesse deslizando, não andando. Então aqueles caras entraram, começaram a andar por aí, olhando ao redor. Eles disseram que uma criatura da Estepe estava mais uma vez na cidade, procurando comida! Uma shabnak-adyr!
18.Arúspice: O que o meu pai estava fazendo antes?
19.Palitinho: Ursinha e eu decidimos... observá-lo a noite toda, depois que descobrimos que ele havia voltado da Estepe. Eu o espiei até a casa dele e depois entrei aqui. Antes disso, Ursinha o havia perdido na estação, perto da casa de Vlad Filho... Vá perguntar a ela, ela provavelmente está dormindo agora em seu vagão.
20.Arúspice: ...Para onde eles levaram o corpo?
21.Palitinho: Para o cemitério, talvez. Pergunte a Graça... Mas provavelmente ele serviu de alimento para a Terra. Os guardas vêm principalmente da Estepe também, e você sabe que tipo de ritos eles têm lá. Eles não vão deixar a Terra esperando por muito tempo... não por um Guardião.
22.Arúspice: Entendo.
20.Arúspice: Tudo bem. Agora saia daqui.
18.Arúspice: O que é isso? Acho que já ouvi a palavra em algum lugar...
19.Palitinho: Bem... é um espírito maligno dos contos da Estepe. Ou pelo menos é o que as pessoas dizem. Shabnak pode se referir a qualquer coisa má ou inexplicável.
20.Arúspice: Tudo bem eu já entendi...
21.Palitinho: Ursinha e eu decidimos... observá-lo a noite toda, depois que descobrimos que ele havia voltado da Estepe. Eu o espiei até a casa dele e depois entrei aqui. Antes disso, Ursinha o havia perdido na estação, perto da casa de Vlad Filho... Vá perguntar a ela, ela provavelmente está dormindo agora em seu vagão.
22.Arúspice: ...Para onde eles levaram o corpo?
23.Palitinho: Para o cemitério, talvez. Pergunte a Graça... Mas provavelmente ele serviu de alimento para a Terra. Os guardas vêm principalmente da Estepe também, e você sabe que tipo de ritos eles têm lá. Eles não vão deixar a Terra esperando por muito tempo... não por um Guardião.
24.Arúspice: Entendo.
22.Arúspice: Tudo bem. Agora saia daqui.
1.Palitinho: Devemos sair daqui... Eles podem voltar!
2.Arúspice: Eu não estou mantendo você aqui.
1.Palitinho: Ah! Você voltou! Estamos falando de você! Então, como foi?
2.Arúspice: Aí está você! Eu estive procurando por você por toda parte.
3.Palitinho: Eles me emboscaram na minha casa. Você já esteve lá?
4.Arúspice: Por que a emboscada?
4.Arúspice: Sim. Vi um bando de galinhas. Por que eles estão com tanto medo?
5.Palitinho: Bem... Eu não sou apenas um cara, como se vê! Tenho um lugar no grande plano da Kapella, viu? Vou começar a lidar com as coisas quando ela se transformar na Senhora Branca. Primeiro eu me tornarei o chefe da inteligência, mas depois… ah cara!
6.Arúspice: Oh cara o quê?
7.Palitinho: Eh... Ainda não posso dizer. Não conte suas galinhas antes de serem chocadas. Já ouviu esse ditado?
8.Arúspice: Sim.
8.Arúspice: Bem, estas são as palavras de um adulto.
6.Arúspice: …A distância traz encantamento.
2.Arúspice: Ficou intenso. Quem eram os caras perto do fogo?
3.Palitinho: Quem você viu lá?
4.Arúspice: Pessoas diferentes... Ninguém consegue se lembrar de todos.
4.Arúspice: Na maioria das vezes o mesmo público que conheci na sua casa.
5.Palitinho: Oh sério? Então foi obra de Khan! Ele queria que os fogos fossem apagados!
6.Arúspice: Entendo.
6.Arúspice: Por quê?
7.Palitinho: Quem sabe... Eles estão todos ocupados com sua guerra. Talvez eles planejem atacar o trem do exército? Khan deve estar louco pelos canhões. Ele pode ver o que está encarando o Poliedro no rosto agora. E ele prefere se deixar esfolar a abandonar a Torre…
8.Arúspice: Pare com isso!
8.Arúspice: Ele não é um pouco jovem para isso?
9.Palitinho: Kain? Por favor... Não, Kain é uma coisinha, amigo. Ele não é muito jovem.
10.Arúspice: Dizem que ele está batendo no joelho.
10.Arúspice: Entendi.
1.Palitinho: Você, ehm... Quero dizer, tipo, obrigado... Desculpe por te dar tanto trabalho.
2.Arúspice: Se cuida, seu não-apenas-um-cara.
1.Verme: Você percebe? Pergunte o que pensa o batedor, aquele que estuda o corpo da cidade, para saber onde crescem as casas, para sentir conjunções invisíveis. Diga-me o que ele faria com o Supremo. Diga-me, e eu lhe darei um gole de sangue...
2.Arúspice: Isso vale o tempo e o esforço.
1.Verme: Quem deve dar vida à moribunda Estirpe? É uma pena que você não seja nem Capataz nem Guardião ainda.
2.Arúspice: O menino disse que o touro deveria ser retirado da estaca. Ele se importa com isso.
3.Verme: É o único caminho. Pegue o sangue dele. Fale com aquele próximo a mim, fale com o odongh.
4.Arúspice: Adeus, Parente.
2.Arúspice: Esteja atento.
1.Verme: Ele está certo. Pegue o sangue dele. Fale com outros Vermes, fale com outras crianças. Elas têm governado e governarão sobre nós, deixe-as falar.
2.Arúspice: Certo.
1.Verme: Você não pode ver? Eu não sou o odongh aqui, eu não sou o responsável. Quem você precisa está ao meu lado.
2.Arúspice: Obrigado, Parente