1.Viktor Kain: O famoso doutor Dankovsky... Sua chegada é uma grande honra para nós. Viktor Kain ao seu serviço.
2.Bacharel: Daniil Dankovsky à sua disposição.
2.Bacharel: O prazer é meu.
3.Viktor Kain: Prevejo que as coisas que se tornaram comuns para nós provavelmente farão você se sentir desconfortável e perturbado. Gostaria de compensar essa impressão. Você sabe, nossa pequena comunidade saiu do circuito... O tempo nos deixa para trás.
4.Bacharel: Não se preocupe.
4.Bacharel: O que você quer dizer?
5.Viktor Kain: Falo das tradições. Os jogos que jogamos com paixão provavelmente não serão de seu interesse. As pessoas que você encontra aqui podem parecer excêntricas, ingênuas ou até... um pouco perturbadas. Por favor, tenha calma conosco, não nos julgue com muita rigidez.
6.Bacharel: Farei o meu melhor para não desapontá-lo.
6.Bacharel: Espero que possamos trabalhar em uma atmosfera de confiança mútua.
1.Viktor Kain: Como posso ajudá-lo?
2.Bacharel: Georgi me contou tudo. Ou seja, ele me contou muito pouco, mas foi o suficiente para me surpreender. Ele afirma que você pode fornecer informações mais detalhadas.
3.Viktor Kain: Então você concordou em nos ajudar?
4.Bacharel: Sim.
5.Viktor Kain: Posso perguntar por quê?
6.Bacharel: Os objetivos do assassino parecem estar incrivelmente bem alinhados com os objetivos daqueles que vêm travando uma guerra contra o meu trabalho há anos.
6.Bacharel: Nós compartilhamos uma tragédia. Quero me vingar daquele que roubou meu futuro e meu trabalho.
6.Bacharel: Quero resolver um quebra-cabeça. Eu até gosto de ter tão pouca informação. É um desafio para o meu intelecto.
7.Viktor Kain: Estou preparado para responder a quaisquer perguntas que você possa ter.
8.Bacharel: Quando Simon foi visto pela última vez?
9.Viktor Kain: Ele levou Isidor até sua casa. Então, uma hora depois, ele veio a este salão para nos ver. Ele anunciou seus planos de se retirar para o Foco e não receber ninguém. Ele nos disse para não nos aproximarmos do Foco e jejuar por uma semana, sem comer carne nem água. Então, pela manhã, ele foi encontrado morto.
10.Bacharel: Ele pode ter sido envenenado?
11.Viktor Kain: Não. Ele não tinha comido ou bebido nada por vários dias. E antes disso, ele só bebia vinho do antigo estoque da casa. Ele mesmo abria as garrafas.
12.Bacharel: O que o fez tomar essas precauções?
13.Viktor Kain: ...Eu nunca pensei sobre isso. De fato... Mas eram precauções? Ele estava sempre realizando experimentos em si mesmo. Não só em seu corpo, mas em seu tempo, em sua linguagem, em seu modo de pensar... Até em seu destino.
14.Bacharel: A morte dele pode ter sido o resultado de um desses experimentos?
15.Viktor Kain: Acho, entre mim e você, que é exatamente isso que meu irmão Georgi teme. Não posso dizer mais nada sobre isso.
16.Bacharel: Como o corpo foi descoberto?
17.Viktor Kain: Os servos o descobriram pela manhã. A sala foi revistada. Tudo o que era quebrável foi quebrado. Seu corpo desfigurado e contorcido apresentava sinais de terrível sofrimento. Seu pescoço estava torcido, sua espinha quebrada... eu acho. Ninguém tocou no corpo. Ele está atualmente dentro do Foco e permanecerá lá pelo tempo prescrito.
18.Bacharel: Que local é esse tal de Foco?
19.Viktor Kain: É difícil explicar... É o estudo dele, por assim dizer. Um laboratório criativo extraordinariamente espaçoso. Quase perfeitamente selado, exceto pela porta que era visível o tempo todo. Metaforicamente falando.
20.Bacharel: Não entendo.
21.Viktor Kain: É como uma equação. Ou um quebra-cabeça de espelho. De qualquer forma, o assassino não poderia estar escondido lá. Acredite em mim.
22.Bacharel: Bem, Simon chegou lá de alguma forma...
23.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
24.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
25.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
26.Bacharel: 'Alas'?
27.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
28.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
29.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
30.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
31.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
32.Bacharel: Não estou surpreso.
32.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
33.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
34.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
35.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
36.Bacharel: Eu não acredito em destino.
36.Bacharel: Terei cuidado.
34.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
28.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
29.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
30.Bacharel: De quem você suspeita?
31.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
32.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
33.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
34.Bacharel: Não estou surpreso.
34.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
35.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
36.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
37.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
38.Bacharel: Eu não acredito em destino.
38.Bacharel: Terei cuidado.
36.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
24.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
25.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
26.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
27.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
28.Bacharel: Eu não acredito em destino.
28.Bacharel: Terei cuidado.
26.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
27.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
28.Bacharel: Não estou surpreso.
28.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
29.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
30.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
18.Bacharel: Você suspeita de alguém?
19.Viktor Kain: Não. Tudo que eu sei é que Isidor estava com ele aquela manhã. Ninguém consegue entrar no Foco contra a vontade de Simon! Bom, talvez um ser superior conseguiria—mas mais ninguém.
20.Bacharel: O assassino já estava esperando por Simon lá?
21.Viktor Kain: Não. Você não tem noção do que é o Foco. Entrar nele é como entrar na mente de outra pessoa, ou em um desenho, se preferir. É impossível.
22.Bacharel: Bem, Simon o fez de alguma forma, não foi?
23.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
24.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
25.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
26.Bacharel: 'Alas'?
27.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
28.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
29.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
30.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
31.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
32.Bacharel: Não estou surpreso.
32.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
33.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
34.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
35.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
36.Bacharel: Eu não acredito em destino.
36.Bacharel: Terei cuidado.
34.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
28.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
29.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
30.Bacharel: De quem você suspeita?
31.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
32.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
33.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
34.Bacharel: Não estou surpreso.
34.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
35.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
36.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
37.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
38.Bacharel: Eu não acredito em destino.
38.Bacharel: Terei cuidado.
36.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
24.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
25.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
26.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
27.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
28.Bacharel: Eu não acredito em destino.
28.Bacharel: Terei cuidado.
26.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
27.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
28.Bacharel: Não estou surpreso.
28.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
29.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
30.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
22.Bacharel: O que é o Foco?
23.Viktor Kain: É difícil explicar... É o estudo dele, por assim dizer. Um laboratório criativo extraordinariamente espaçoso. Quase perfeitamente selado, exceto pela porta que era visível o tempo todo. Metaforicamente falando.
24.Bacharel: Não entendo.
25.Viktor Kain: É como uma equação. Ou um quebra-cabeça de espelho. De qualquer forma, o assassino não poderia estar escondido lá. Acredite em mim.
26.Bacharel: Bem, Simon chegou lá de alguma forma...
27.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
28.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
29.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
30.Bacharel: 'Alas'?
31.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
32.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
33.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
34.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
35.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
36.Bacharel: Eu não acredito em destino.
36.Bacharel: Terei cuidado.
34.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
35.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
36.Bacharel: Não estou surpreso.
36.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
37.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
38.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
39.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
40.Bacharel: Eu não acredito em destino.
40.Bacharel: Terei cuidado.
38.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
32.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
33.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
34.Bacharel: De quem você suspeita?
35.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
36.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
37.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
38.Bacharel: Eu não acredito em destino.
38.Bacharel: Terei cuidado.
36.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
37.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
38.Bacharel: Não estou surpreso.
38.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
39.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
40.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
41.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
42.Bacharel: Eu não acredito em destino.
42.Bacharel: Terei cuidado.
40.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
28.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
29.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
30.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
31.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
32.Bacharel: Não estou surpreso.
32.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
33.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
34.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
35.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
36.Bacharel: Eu não acredito em destino.
36.Bacharel: Terei cuidado.
34.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
20.Bacharel: Como um anjo da morte ou algo assim?
21.Viktor Kain: Sim... algo assim... não tenho certeza se você está sendo sarcástico. Se está, deixe-me dizer que eu não compartilho dos seus sentimentos.
22.Bacharel: Perdoe-me. E como o próprio Simon entra nisso?
23.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
24.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
25.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
26.Bacharel: 'Alas'?
27.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
28.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
29.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
30.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
31.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
32.Bacharel: Não estou surpreso.
32.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
33.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
34.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
35.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
36.Bacharel: Eu não acredito em destino.
36.Bacharel: Terei cuidado.
34.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
28.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
29.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
30.Bacharel: De quem você suspeita?
31.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
32.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
33.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
34.Bacharel: Não estou surpreso.
34.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
35.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
36.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
37.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
38.Bacharel: Eu não acredito em destino.
38.Bacharel: Terei cuidado.
36.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
24.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
25.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
26.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
27.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
28.Bacharel: Eu não acredito em destino.
28.Bacharel: Terei cuidado.
26.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
27.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
28.Bacharel: Não estou surpreso.
28.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
29.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
30.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
14.Bacharel: Então pode ter sido suicídio?
15.Viktor Kain: Acho que não. É quase impossível... Mas não tenho o direito de te dizer nada! Meu irmão não quer que nós Kains afetemos sua linha de pensamento dando a você nossa interpretação dos fatos.
16.Bacharel: Por que não?
17.Viktor Kain: Nos beneficiará muito se a morte de Simon for interpretada de… uma certa maneira. E nos prejudica muito se for interpretado de outra maneira. Não vou entrar em detalhes sobre isso.
18.Bacharel: Como o corpo foi descoberto?
19.Viktor Kain: Os servos o descobriram pela manhã. A sala foi revistada. Tudo o que era quebrável foi quebrado. Seu corpo desfigurado e contorcido apresentava sinais de terrível sofrimento. Seu pescoço estava torcido, sua espinha quebrada... eu acho. Ninguém tocou no corpo. Ele está atualmente dentro do Foco e permanecerá lá pelo tempo prescrito.
20.Bacharel: Que local é esse tal de Foco?
21.Viktor Kain: É difícil explicar... É o estudo dele, por assim dizer. Um laboratório criativo extraordinariamente espaçoso. Quase perfeitamente selado, exceto pela porta que era visível o tempo todo. Metaforicamente falando.
22.Bacharel: Não entendo.
23.Viktor Kain: É como uma equação. Ou um quebra-cabeça de espelho. De qualquer forma, o assassino não poderia estar escondido lá. Acredite em mim.
24.Bacharel: Bem, Simon chegou lá de alguma forma...
25.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
26.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
27.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
28.Bacharel: 'Alas'?
29.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
30.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
31.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
32.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
33.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
34.Bacharel: Não estou surpreso.
34.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
35.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
36.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
37.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
38.Bacharel: Eu não acredito em destino.
38.Bacharel: Terei cuidado.
36.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
30.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
31.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
32.Bacharel: De quem você suspeita?
33.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
34.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
35.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
36.Bacharel: Eu não acredito em destino.
36.Bacharel: Terei cuidado.
34.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
35.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
36.Bacharel: Não estou surpreso.
36.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
37.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
38.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
39.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
40.Bacharel: Eu não acredito em destino.
40.Bacharel: Terei cuidado.
38.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
26.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
27.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
28.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
29.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
30.Bacharel: Não estou surpreso.
30.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
31.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
32.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
20.Bacharel: Você suspeita de alguém?
21.Viktor Kain: Não. Tudo que eu sei é que Isidor estava com ele aquela manhã. Ninguém consegue entrar no Foco contra a vontade de Simon! Bom, talvez um ser superior conseguiria—mas mais ninguém.
22.Bacharel: O assassino já estava esperando por Simon lá?
23.Viktor Kain: Não. Você não tem noção do que é o Foco. Entrar nele é como entrar na mente de outra pessoa, ou em um desenho, se preferir. É impossível.
24.Bacharel: Bem, Simon o fez de alguma forma, não foi?
25.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
26.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
27.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
28.Bacharel: 'Alas'?
29.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
30.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
31.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
32.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
33.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
34.Bacharel: Não estou surpreso.
34.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
35.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
36.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
37.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
38.Bacharel: Eu não acredito em destino.
38.Bacharel: Terei cuidado.
36.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
30.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
31.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
32.Bacharel: De quem você suspeita?
33.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
34.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
35.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
36.Bacharel: Eu não acredito em destino.
36.Bacharel: Terei cuidado.
34.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
35.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
36.Bacharel: Não estou surpreso.
36.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
37.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
38.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
39.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
40.Bacharel: Eu não acredito em destino.
40.Bacharel: Terei cuidado.
38.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
26.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
27.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
28.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
29.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
30.Bacharel: Não estou surpreso.
30.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
31.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
32.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
24.Bacharel: O que é o Foco?
25.Viktor Kain: É difícil explicar... É o estudo dele, por assim dizer. Um laboratório criativo extraordinariamente espaçoso. Quase perfeitamente selado, exceto pela porta que era visível o tempo todo. Metaforicamente falando.
26.Bacharel: Não entendo.
27.Viktor Kain: É como uma equação. Ou um quebra-cabeça de espelho. De qualquer forma, o assassino não poderia estar escondido lá. Acredite em mim.
28.Bacharel: Bem, Simon chegou lá de alguma forma...
29.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
30.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
31.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
32.Bacharel: 'Alas'?
33.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
34.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
35.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
36.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
37.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
38.Bacharel: Eu não acredito em destino.
38.Bacharel: Terei cuidado.
36.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
37.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
38.Bacharel: Não estou surpreso.
38.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
39.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
40.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
41.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
42.Bacharel: Eu não acredito em destino.
42.Bacharel: Terei cuidado.
40.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
34.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
35.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
36.Bacharel: De quem você suspeita?
37.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
38.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
39.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
40.Bacharel: Eu não acredito em destino.
40.Bacharel: Terei cuidado.
38.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
39.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
40.Bacharel: Não estou surpreso.
40.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
41.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
42.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
43.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
44.Bacharel: Eu não acredito em destino.
44.Bacharel: Terei cuidado.
42.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
30.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
31.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
32.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
33.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
34.Bacharel: Não estou surpreso.
34.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
35.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
36.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
37.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
38.Bacharel: Eu não acredito em destino.
38.Bacharel: Terei cuidado.
36.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
22.Bacharel: Como um anjo da morte ou algo assim?
23.Viktor Kain: Sim... algo assim... não tenho certeza se você está sendo sarcástico. Se está, deixe-me dizer que eu não compartilho dos seus sentimentos.
24.Bacharel: Perdoe-me. E como o próprio Simon entra nisso?
25.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
26.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
27.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
28.Bacharel: 'Alas'?
29.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
30.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
31.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
32.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
33.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
34.Bacharel: Não estou surpreso.
34.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
35.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
36.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
37.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
38.Bacharel: Eu não acredito em destino.
38.Bacharel: Terei cuidado.
36.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
30.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
31.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
32.Bacharel: De quem você suspeita?
33.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
34.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
35.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
36.Bacharel: Eu não acredito em destino.
36.Bacharel: Terei cuidado.
34.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
35.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
36.Bacharel: Não estou surpreso.
36.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
37.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
38.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
39.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
40.Bacharel: Eu não acredito em destino.
40.Bacharel: Terei cuidado.
38.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
26.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
27.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
28.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
29.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
30.Bacharel: Não estou surpreso.
30.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
31.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
32.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
10.Bacharel: Como ele foi encontrado?
11.Viktor Kain: Os servos o descobriram pela manhã. A sala foi revistada. Tudo o que era quebrável foi quebrado. Seu corpo desfigurado e contorcido apresentava sinais de terrível sofrimento. Seu pescoço estava torcido, sua espinha quebrada... eu acho. Ninguém tocou no corpo. Ele está atualmente dentro do Foco e permanecerá lá pelo tempo prescrito.
12.Bacharel: Que local é esse tal de Foco?
13.Viktor Kain: É difícil explicar... É o estudo dele, por assim dizer. Um laboratório criativo extraordinariamente espaçoso. Quase perfeitamente selado, exceto pela porta que era visível o tempo todo. Metaforicamente falando.
14.Bacharel: Não entendo.
15.Viktor Kain: É como uma equação. Ou um quebra-cabeça de espelho. De qualquer forma, o assassino não poderia estar escondido lá. Acredite em mim.
16.Bacharel: Bem, Simon chegou lá de alguma forma...
17.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
18.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
19.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
20.Bacharel: 'Alas'?
21.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
22.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
23.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
24.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
25.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
26.Bacharel: Eu não acredito em destino.
26.Bacharel: Terei cuidado.
24.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
25.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
26.Bacharel: Não estou surpreso.
26.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
27.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
28.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
22.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
23.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
24.Bacharel: De quem você suspeita?
25.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
26.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
27.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
28.Bacharel: Eu não acredito em destino.
28.Bacharel: Terei cuidado.
26.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
27.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
28.Bacharel: Não estou surpreso.
28.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
29.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
30.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
18.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
19.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
20.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
21.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
22.Bacharel: Eu não acredito em destino.
22.Bacharel: Terei cuidado.
20.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
21.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
22.Bacharel: Não estou surpreso.
22.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
23.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
24.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
25.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
26.Bacharel: Eu não acredito em destino.
26.Bacharel: Terei cuidado.
24.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
12.Bacharel: Você suspeita de alguém?
13.Viktor Kain: Não. Tudo que eu sei é que Isidor estava com ele aquela manhã. Ninguém consegue entrar no Foco contra a vontade de Simon! Bom, talvez um ser superior conseguiria—mas mais ninguém.
14.Bacharel: O assassino já estava esperando por Simon lá?
15.Viktor Kain: Não. Você não tem noção do que é o Foco. Entrar nele é como entrar na mente de outra pessoa, ou em um desenho, se preferir. É impossível.
16.Bacharel: Bem, Simon o fez de alguma forma, não foi?
17.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
18.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
19.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
20.Bacharel: 'Alas'?
21.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
22.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
23.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
24.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
25.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
26.Bacharel: Eu não acredito em destino.
26.Bacharel: Terei cuidado.
24.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
25.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
26.Bacharel: Não estou surpreso.
26.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
27.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
28.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
22.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
23.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
24.Bacharel: De quem você suspeita?
25.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
26.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
27.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
28.Bacharel: Eu não acredito em destino.
28.Bacharel: Terei cuidado.
26.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
27.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
28.Bacharel: Não estou surpreso.
28.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
29.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
30.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
18.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
19.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
20.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
21.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
22.Bacharel: Eu não acredito em destino.
22.Bacharel: Terei cuidado.
20.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
21.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
22.Bacharel: Não estou surpreso.
22.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
23.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
24.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
25.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
26.Bacharel: Eu não acredito em destino.
26.Bacharel: Terei cuidado.
24.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
16.Bacharel: O que é o Foco?
17.Viktor Kain: É difícil explicar... É o estudo dele, por assim dizer. Um laboratório criativo extraordinariamente espaçoso. Quase perfeitamente selado, exceto pela porta que era visível o tempo todo. Metaforicamente falando.
18.Bacharel: Não entendo.
19.Viktor Kain: É como uma equação. Ou um quebra-cabeça de espelho. De qualquer forma, o assassino não poderia estar escondido lá. Acredite em mim.
20.Bacharel: Bem, Simon chegou lá de alguma forma...
21.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
22.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
23.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
24.Bacharel: 'Alas'?
25.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
26.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
27.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
28.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
29.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
30.Bacharel: Não estou surpreso.
30.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
31.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
32.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
26.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
27.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
28.Bacharel: De quem você suspeita?
29.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
30.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
31.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
32.Bacharel: Não estou surpreso.
32.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
33.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
34.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
35.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
36.Bacharel: Eu não acredito em destino.
36.Bacharel: Terei cuidado.
34.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
22.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
23.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
24.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
25.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
26.Bacharel: Eu não acredito em destino.
26.Bacharel: Terei cuidado.
24.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
25.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
26.Bacharel: Não estou surpreso.
26.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
27.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
28.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
14.Bacharel: Como um anjo da morte ou algo assim?
15.Viktor Kain: Sim... algo assim... não tenho certeza se você está sendo sarcástico. Se está, deixe-me dizer que eu não compartilho dos seus sentimentos.
16.Bacharel: Perdoe-me. E como o próprio Simon entra nisso?
17.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
18.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
19.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
20.Bacharel: 'Alas'?
21.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
22.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
23.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
24.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
25.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
26.Bacharel: Eu não acredito em destino.
26.Bacharel: Terei cuidado.
24.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
25.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
26.Bacharel: Não estou surpreso.
26.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
27.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
28.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
22.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
23.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
24.Bacharel: De quem você suspeita?
25.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
26.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
27.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
28.Bacharel: Eu não acredito em destino.
28.Bacharel: Terei cuidado.
26.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
27.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
28.Bacharel: Não estou surpreso.
28.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
29.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
30.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
18.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
19.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
20.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
21.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
22.Bacharel: Eu não acredito em destino.
22.Bacharel: Terei cuidado.
20.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
21.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
22.Bacharel: Não estou surpreso.
22.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
23.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
24.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
25.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
26.Bacharel: Eu não acredito em destino.
26.Bacharel: Terei cuidado.
24.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
10.Bacharel: Por que não carne ou água?
11.Viktor Kain: Nossa explicação é que ele queria ser lamentado de antemão—como é o costume da população local. Isso é muito a cada dele.
12.Bacharel: Então ele sabia de antemão que iria morrer?
13.Viktor Kain: Acho, entre mim e você, que é exatamente isso que meu irmão Georgi teme. Não posso dizer mais nada sobre isso.
14.Bacharel: Como o corpo foi descoberto?
15.Viktor Kain: Os servos o descobriram pela manhã. A sala foi revistada. Tudo o que era quebrável foi quebrado. Seu corpo desfigurado e contorcido apresentava sinais de terrível sofrimento. Seu pescoço estava torcido, sua espinha quebrada... eu acho. Ninguém tocou no corpo. Ele está atualmente dentro do Foco e permanecerá lá pelo tempo prescrito.
16.Bacharel: Que local é esse tal de Foco?
17.Viktor Kain: É difícil explicar... É o estudo dele, por assim dizer. Um laboratório criativo extraordinariamente espaçoso. Quase perfeitamente selado, exceto pela porta que era visível o tempo todo. Metaforicamente falando.
18.Bacharel: Não entendo.
19.Viktor Kain: É como uma equação. Ou um quebra-cabeça de espelho. De qualquer forma, o assassino não poderia estar escondido lá. Acredite em mim.
20.Bacharel: Bem, Simon chegou lá de alguma forma...
21.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
22.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
23.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
24.Bacharel: 'Alas'?
25.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
26.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
27.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
28.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
29.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
30.Bacharel: Não estou surpreso.
30.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
31.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
32.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
26.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
27.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
28.Bacharel: De quem você suspeita?
29.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
30.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
31.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
32.Bacharel: Não estou surpreso.
32.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
33.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
34.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
35.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
36.Bacharel: Eu não acredito em destino.
36.Bacharel: Terei cuidado.
34.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
22.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
23.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
24.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
25.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
26.Bacharel: Eu não acredito em destino.
26.Bacharel: Terei cuidado.
24.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
25.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
26.Bacharel: Não estou surpreso.
26.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
27.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
28.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
16.Bacharel: Você suspeita de alguém?
17.Viktor Kain: Não. Tudo que eu sei é que Isidor estava com ele aquela manhã. Ninguém consegue entrar no Foco contra a vontade de Simon! Bom, talvez um ser superior conseguiria—mas mais ninguém.
18.Bacharel: O assassino já estava esperando por Simon lá?
19.Viktor Kain: Não. Você não tem noção do que é o Foco. Entrar nele é como entrar na mente de outra pessoa, ou em um desenho, se preferir. É impossível.
20.Bacharel: Bem, Simon o fez de alguma forma, não foi?
21.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
22.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
23.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
24.Bacharel: 'Alas'?
25.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
26.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
27.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
28.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
29.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
30.Bacharel: Não estou surpreso.
30.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
31.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
32.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
26.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
27.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
28.Bacharel: De quem você suspeita?
29.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
30.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
31.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
32.Bacharel: Não estou surpreso.
32.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
33.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
34.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
35.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
36.Bacharel: Eu não acredito em destino.
36.Bacharel: Terei cuidado.
34.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
22.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
23.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
24.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
25.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
26.Bacharel: Eu não acredito em destino.
26.Bacharel: Terei cuidado.
24.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
25.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
26.Bacharel: Não estou surpreso.
26.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
27.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
28.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
20.Bacharel: O que é o Foco?
21.Viktor Kain: É difícil explicar... É o estudo dele, por assim dizer. Um laboratório criativo extraordinariamente espaçoso. Quase perfeitamente selado, exceto pela porta que era visível o tempo todo. Metaforicamente falando.
22.Bacharel: Não entendo.
23.Viktor Kain: É como uma equação. Ou um quebra-cabeça de espelho. De qualquer forma, o assassino não poderia estar escondido lá. Acredite em mim.
24.Bacharel: Bem, Simon chegou lá de alguma forma...
25.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
26.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
27.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
28.Bacharel: 'Alas'?
29.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
30.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
31.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
32.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
33.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
34.Bacharel: Não estou surpreso.
34.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
35.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
36.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
37.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
38.Bacharel: Eu não acredito em destino.
38.Bacharel: Terei cuidado.
36.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
30.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
31.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
32.Bacharel: De quem você suspeita?
33.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
34.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
35.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
36.Bacharel: Eu não acredito em destino.
36.Bacharel: Terei cuidado.
34.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
35.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
36.Bacharel: Não estou surpreso.
36.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
37.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
38.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
39.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
40.Bacharel: Eu não acredito em destino.
40.Bacharel: Terei cuidado.
38.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
26.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
27.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
28.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
29.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
30.Bacharel: Não estou surpreso.
30.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
31.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
32.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
18.Bacharel: Como um anjo da morte ou algo assim?
19.Viktor Kain: Sim... algo assim... não tenho certeza se você está sendo sarcástico. Se está, deixe-me dizer que eu não compartilho dos seus sentimentos.
20.Bacharel: Perdoe-me. E como o próprio Simon entra nisso?
21.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
22.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
23.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
24.Bacharel: 'Alas'?
25.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
26.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
27.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
28.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
29.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
30.Bacharel: Não estou surpreso.
30.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
31.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
32.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
33.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
34.Bacharel: Eu não acredito em destino.
34.Bacharel: Terei cuidado.
32.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
26.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
27.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
28.Bacharel: De quem você suspeita?
29.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
30.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
31.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
32.Bacharel: Não estou surpreso.
32.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
33.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
34.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
35.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
36.Bacharel: Eu não acredito em destino.
36.Bacharel: Terei cuidado.
34.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
22.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
23.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
24.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
25.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
26.Bacharel: Eu não acredito em destino.
26.Bacharel: Terei cuidado.
24.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
25.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
26.Bacharel: Não estou surpreso.
26.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
27.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
28.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
12.Bacharel: O que é o Foco?
13.Viktor Kain: É difícil explicar... É o estudo dele, por assim dizer. Um laboratório criativo extraordinariamente espaçoso. Quase perfeitamente selado, exceto pela porta que era visível o tempo todo. Metaforicamente falando.
14.Bacharel: Não entendo.
15.Viktor Kain: É como uma equação. Ou um quebra-cabeça de espelho. De qualquer forma, o assassino não poderia estar escondido lá. Acredite em mim.
16.Bacharel: Bem, Simon chegou lá de alguma forma...
17.Viktor Kain: Ele poderia realizar feitos muito mais impressionantes. Há uma razão pela qual a cidade inteira reverencia... quer dizer, reverenciava ele.
18.Bacharel: Diga-me honestamente, caro Viktor... Simon realmente existiu?
19.Viktor Kain: Bravo, doutor! Há realmente uma centelha de gênio em você. Infelizmente... sim.
20.Bacharel: 'Alas'?
21.Viktor Kain: Não é que eu me beneficiaria com a morte dele. Alas, isso seria uma explicação muito simples. Simon realmente existiu. Isso é exatamente o que deixou todos em desamparo; era tão difícil para eles aceitarem sua existência que o pensamento de sua morte agora os está deixando loucos.
22.Bacharel: Justo. O que você quer de mim, então?
23.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
24.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
25.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
26.Bacharel: Eu não acredito em destino.
26.Bacharel: Terei cuidado.
24.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
25.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
26.Bacharel: Não estou surpreso.
26.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
27.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
28.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
29.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
30.Bacharel: Eu não acredito em destino.
30.Bacharel: Terei cuidado.
28.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
22.Bacharel: Vocês são todos os herdeiros dele. Todos vocês não se beneficiariam com a morte dele? O velho não extrapolou sua estadia no mundo?
23.Viktor Kain: Sua morte é um desafio para nossa existência contínua. Não somos loucos nem suicidas.
24.Bacharel: De quem você suspeita?
25.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
26.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
27.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
28.Bacharel: Eu não acredito em destino.
28.Bacharel: Terei cuidado.
26.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
27.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
28.Bacharel: Não estou surpreso.
28.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
29.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
30.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
31.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
32.Bacharel: Eu não acredito em destino.
32.Bacharel: Terei cuidado.
30.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
18.Bacharel: Tudo bem. Então, como posso ajudar você?
19.Viktor Kain: Apenas olhe em volta. Confie na sua intuição. Faça o que quiser, fale com quem sentir necessidade. Procure pelo assassino, doutor, e você o encontrará. Continue procurando até seu último suspiro... Tenho certeza que sua mente racional vai ser de grande ajuda.
20.Bacharel: Então Isidor é a única opção. Como posso encontrá-lo?
21.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
22.Bacharel: Eu não acredito em destino.
22.Bacharel: Terei cuidado.
20.Bacharel: Tudo bem... E quem dentre os habitantes da cidade pode me ajudar com isso?
21.Viktor Kain: Minha filha vai te aconselhar melhor aqui. Seu nome é Maria. Por vários dias ela esteve obcecada por um projeto... que de alguma forma se relaciona à sua chegada. Sim, não se surpreenda, ela sabia de antemão que você viria.
22.Bacharel: Não estou surpreso.
22.Bacharel: Eu encontrarei explicações para tudo que está acontecendo aqui—eventualmente.
23.Viktor Kain: É mesmo? Isso é bom... De qualquer modo, Maria acredita que várias pessoas Vinculadas vão desempenhar um papel especial no seu destino. Antes que deixe esse lugar, é claro. Talvez seja a eles que você deva pedir ajuda primeiro?
24.Bacharel: Primeiro procurarei pela ajuda do meu caro colega, Isidor Burakh. Onde ele mora?
25.Viktor Kain: Vou lhe mostrar, mas é preciso cautela. O assassino de Simon, independente de quem seja, não pode ser uma pessoa ordinária. Mal posso imaginar ele sendo... uma pessoa. Temo que só possa ser o destino, disfarçado como um monstro misterioso.
26.Bacharel: Eu não acredito em destino.
26.Bacharel: Terei cuidado.
24.Bacharel: Eu procurarei pelo assassino eu mesmo, usando a minha intuição. Eu não preciso que ninguém me ajude com isso.
4.Bacharel: Ainda estou pensando nisso.
5.Viktor Kain: Nesse caso, não tenho o direito de revelar os detalhes. Se mudar de ideia... estarei preparado para responder a quaisquer perguntas. E, por favor, informe Georgi se o fizer... Ele está depositando muita esperança em você.
6.Bacharel: Eu sei.
2.Bacharel: Não há necessidade de se preocupar.
2.Bacharel: Por que não posso examinar o corpo? Não consigo trabalhar assim.
3.Viktor Kain: Parece absurdo, não é? Você foi incumbido de encontrar o assassino, mas as circunstâncias da morte estão sendo ocultadas de você... Nossas tradições são uma mera desculpa, é claro. Não há tradição que Georgi não desconsidere por causa de Simon. Acho que há uma razão diferente por trás da conduta imperdoável do meu irmão...
4.Bacharel: Sendo…?
4.Bacharel: Parece, acima de tudo, suspeito.
5.Viktor Kain: Georgi valoriza muito suas habilidades. Ele quer que você reconstrua o crime por conta própria e está relutante em deixá-lo saber de coisas que mudarão toda a sua visão de mundo... provavelmente colocando você em uma pista falsa no processo.
6.Bacharel: Isso é um pouco de auto-importância! Minha visão de mundo não muda tão facilmente.
6.Bacharel: Tem certeza disso?
7.Viktor Kain: A causa da morte de Simon é muito significativa. Parece que estamos à beira de uma percepção que será uma sentença de morte para todos nós – e, mais importante, para o trabalho de nossa vida. Georgi quer esgotar todas as possibilidades de encontrar provas de que está enganado. Descubra a verdade, doutor.
8.Bacharel: ...E ele acredita que um exame do corpo imediatamente me fará procurar hipóteses alternativas?
9.Viktor Kain: Sim.
10.Bacharel: Estou vendo. Bem, eu respeito a prudência do seu honrado parente. Se ele insiste, vou continuar a trabalhar às cegas.
8.Bacharel: Meu objetivo é descobrir a verdade. E eu vou, de uma forma ou de outra.
2.Bacharel: Eu visitei uma senhorita muito suspeita. O nome dela é Anna Angel. Há um corpo mutilado na casa dela.
3.Viktor Kain: …De fato? Então você já chegou até O Salgueiro… que é como sua mansão é chamada. Bem, costumava ser chamada—antes dos salgueiros murcharem. Você é rápido em fazer novos contatos! Então, o que você acha dessa senhorita?
4.Bacharel: Suspeita. Escondendo coisas. Mentindo.
5.Viktor Kain: Curioso... Ela veia para essa casa como fugitiva seis anos atrás... pertence a ela agora. A família que lhe deu abrigo foi desaparecendo de forma lamentável. Os donos sucumbiram em decorrência de uma doença fatal... que os atingiu de maneira súbita. E a filha, Vera, simplesmente sumiu.
6.Bacharel: E agora ela me pede para me livrar de um cadáver e ainda manter isso em segredo! Acho que devemos interrogá-la.
7.Viktor Kain: Não há necessidade. Eu já sei de tudo. O pobre camarada foi morto por uma multidão. Muitos atos imbecis foram cometidos hoje... você está certo sobre uma coisa, no entanto: é razoável supor que mais pessoas estiveram envolvidas no assassinato de Simon do que os olhos podem ver. E agora, mais dos caprichos da Anna... Vou ter isso em mente.
8.Bacharel: O que você pretende fazer?
9.Viktor Kain: Não se preocupe. Tudo no seu devido tempo. E se a Anna te pedir para ajudá-la num trabalho inócuo, tome o seu tempo antes de concordar. Pense bem e tente descobrir o máximo possível.
10.Bacharel: Obrigado.
10.Bacharel: Farei o que achar melhor.
8.Bacharel: Feliz em ajudá-lo, Viktor.
6.Bacharel: Que tipo de pessoa é essa Anna?
7.Viktor Kain: Eu sei bem pouco sobre ela. Ela tem vivido aqui por um bom tempo, mas é muito discreta... Minha filha me disse que ela gosta de ser o centro das atenções, atenções masculinas em particular—ainda assim ela se socializa pouco e é raramente vista em público. É como se ela se escondesse.
8.Bacharel: Devemos prender ela, só por precaução.
9.Viktor Kain: Não há necessidade. Eu já sei de tudo. O pobre camarada foi morto por uma multidão. Muitos atos imbecis foram cometidos hoje... você está certo sobre uma coisa, no entanto: é razoável supor que mais pessoas estiveram envolvidas no assassinato de Simon do que os olhos podem ver. E agora, mais dos caprichos da Anna... Vou ter isso em mente.
10.Bacharel: O que você pretende fazer?
11.Viktor Kain: Não se preocupe. Tudo no seu devido tempo. E se a Anna te pedir para ajudá-la num trabalho inócuo, tome o seu tempo antes de concordar. Pense bem e tente descobrir o máximo possível.
12.Bacharel: Obrigado.
12.Bacharel: Farei o que achar melhor.
10.Bacharel: Feliz em ajudá-lo, Viktor.
6.Bacharel: Que tipo de doença?
7.Viktor Kain: Um tipo peculiar de peste surgiu entre os trabalhadores das fábricas cinco anos atrás. Não aqui, mas nos distritos mais pobres. Isidor cuidou disso rápido. Houve muitas mortes, mas apenas na Ponta Úmida—um distrito que faz fronteira com o Abatedouro. Mas O Salgueiro fica na margem do rio; a infecção nunca chegou tão longe. Uma história estranha, não é?
8.Bacharel: Muito estranha. Devemos prender aquela cantora. Ela pode ter matado o sicário e agora está cobrindo seus rastros.
9.Viktor Kain: Não há necessidade. Eu já sei de tudo. O pobre camarada foi morto por uma multidão. Muitos atos imbecis foram cometidos hoje... você está certo sobre uma coisa, no entanto: é razoável supor que mais pessoas estiveram envolvidas no assassinato de Simon do que os olhos podem ver. E agora, mais dos caprichos da Anna... Vou ter isso em mente.
10.Bacharel: O que você pretende fazer?
11.Viktor Kain: Não se preocupe. Tudo no seu devido tempo. E se a Anna te pedir para ajudá-la num trabalho inócuo, tome o seu tempo antes de concordar. Pense bem e tente descobrir o máximo possível.
12.Bacharel: Obrigado.
12.Bacharel: Farei o que achar melhor.
10.Bacharel: Feliz em ajudá-lo, Viktor.
8.Bacharel: Não, discordo. Deixe a cantora por ora. É melhor que a observemos por um tempo
9.Viktor Kain: Não se preocupe. Tudo no seu devido tempo. E se a Anna te pedir para ajudá-la num trabalho inócuo, tome o seu tempo antes de concordar. Pense bem e tente descobrir o máximo possível.
10.Bacharel: Obrigado.
10.Bacharel: Farei o que achar melhor.
4.Bacharel: Uma pessoa charmosa. Ela é cantora, não é?
5.Viktor Kain: Curioso... Ela veia para essa casa como fugitiva seis anos atrás... pertence a ela agora. A família que lhe deu abrigo foi desaparecendo de forma lamentável. Os donos sucumbiram em decorrência de uma doença fatal... que os atingiu de maneira súbita. E a filha, Vera, simplesmente sumiu.
6.Bacharel: E agora ela me pede para me livrar de um cadáver e ainda manter isso em segredo! Acho que devemos interrogá-la.
7.Viktor Kain: Não há necessidade. Eu já sei de tudo. O pobre camarada foi morto por uma multidão. Muitos atos imbecis foram cometidos hoje... você está certo sobre uma coisa, no entanto: é razoável supor que mais pessoas estiveram envolvidas no assassinato de Simon do que os olhos podem ver. E agora, mais dos caprichos da Anna... Vou ter isso em mente.
8.Bacharel: O que você pretende fazer?
9.Viktor Kain: Não se preocupe. Tudo no seu devido tempo. E se a Anna te pedir para ajudá-la num trabalho inócuo, tome o seu tempo antes de concordar. Pense bem e tente descobrir o máximo possível.
10.Bacharel: Obrigado.
10.Bacharel: Farei o que achar melhor.
8.Bacharel: Feliz em ajudá-lo, Viktor.
6.Bacharel: Que tipo de pessoa é essa Anna?
7.Viktor Kain: Eu sei bem pouco sobre ela. Ela tem vivido aqui por um bom tempo, mas é muito discreta... Minha filha me disse que ela gosta de ser o centro das atenções, atenções masculinas em particular—ainda assim ela se socializa pouco e é raramente vista em público. É como se ela se escondesse.
8.Bacharel: Devemos prender ela, só por precaução.
9.Viktor Kain: Não há necessidade. Eu já sei de tudo. O pobre camarada foi morto por uma multidão. Muitos atos imbecis foram cometidos hoje... você está certo sobre uma coisa, no entanto: é razoável supor que mais pessoas estiveram envolvidas no assassinato de Simon do que os olhos podem ver. E agora, mais dos caprichos da Anna... Vou ter isso em mente.
10.Bacharel: O que você pretende fazer?
11.Viktor Kain: Não se preocupe. Tudo no seu devido tempo. E se a Anna te pedir para ajudá-la num trabalho inócuo, tome o seu tempo antes de concordar. Pense bem e tente descobrir o máximo possível.
12.Bacharel: Obrigado.
12.Bacharel: Farei o que achar melhor.
10.Bacharel: Feliz em ajudá-lo, Viktor.
6.Bacharel: Que tipo de doença?
7.Viktor Kain: Um tipo peculiar de peste surgiu entre os trabalhadores das fábricas cinco anos atrás. Não aqui, mas nos distritos mais pobres. Isidor cuidou disso rápido. Houve muitas mortes, mas apenas na Ponta Úmida—um distrito que faz fronteira com o Abatedouro. Mas O Salgueiro fica na margem do rio; a infecção nunca chegou tão longe. Uma história estranha, não é?
8.Bacharel: Muito estranha. Devemos prender aquela cantora. Ela pode ter matado o sicário e agora está cobrindo seus rastros.
9.Viktor Kain: Não há necessidade. Eu já sei de tudo. O pobre camarada foi morto por uma multidão. Muitos atos imbecis foram cometidos hoje... você está certo sobre uma coisa, no entanto: é razoável supor que mais pessoas estiveram envolvidas no assassinato de Simon do que os olhos podem ver. E agora, mais dos caprichos da Anna... Vou ter isso em mente.
10.Bacharel: O que você pretende fazer?
11.Viktor Kain: Não se preocupe. Tudo no seu devido tempo. E se a Anna te pedir para ajudá-la num trabalho inócuo, tome o seu tempo antes de concordar. Pense bem e tente descobrir o máximo possível.
12.Bacharel: Obrigado.
12.Bacharel: Farei o que achar melhor.
10.Bacharel: Feliz em ajudá-lo, Viktor.
8.Bacharel: Não, discordo. Deixe a cantora por ora. É melhor que a observemos por um tempo
9.Viktor Kain: Não se preocupe. Tudo no seu devido tempo. E se a Anna te pedir para ajudá-la num trabalho inócuo, tome o seu tempo antes de concordar. Pense bem e tente descobrir o máximo possível.
10.Bacharel: Obrigado.
10.Bacharel: Farei o que achar melhor.
4.Bacharel: Você não está alarmado que há um cadáver na casa dela? Ela falhou em explicar de onde ele veio. Eu a poria na lista de suspeitos.
5.Viktor Kain: Não há necessidade. Eu já sei de tudo. O pobre camarada foi morto por uma multidão. Muitos atos imbecis foram cometidos hoje... você está certo sobre uma coisa, no entanto: é razoável supor que mais pessoas estiveram envolvidas no assassinato de Simon do que os olhos podem ver. E agora, mais dos caprichos da Anna... Vou ter isso em mente.
6.Bacharel: O que você pretende fazer?
7.Viktor Kain: Não se preocupe. Tudo no seu devido tempo. E se a Anna te pedir para ajudá-la num trabalho inócuo, tome o seu tempo antes de concordar. Pense bem e tente descobrir o máximo possível.
8.Bacharel: Obrigado.
8.Bacharel: Farei o que achar melhor.
6.Bacharel: Feliz em ajudá-lo, Viktor.
1.Viktor Kain: Georgi está esperando por você, meu amigo. Ele tem novidades para você que decerto achará surpreendente. Só peço uma coisa; não seja rápido demais para rejeitar o pedido dele.
2.Bacharel: O que ele quer de mim?
3.Viktor Kain: Ele mesmo explicará melhor. Colocamos muitas esperanças na sua chegada. O eco dessas esperanças o levou a oferecer a você um enigma bastante intrincado para resolver.
4.Bacharel: O que é?
5.Viktor Kain: Não é exatamente sua linha de trabalho ainda, se acreditarmos em uma determinada fonte que consideramos bastante confiável, parece que você é a única pessoa que pode ajudar nossa família. A recompensa será adequada, é claro.
6.Bacharel: Tudo bem, vou falar com Georgi.
6.Bacharel: Vou pensar nisso.
4.Bacharel: Você está me assustando.
2.Bacharel: Não entendo.
3.Viktor Kain: Ele mesmo explicará melhor. Colocamos muitas esperanças na sua chegada. O eco dessas esperanças o levou a oferecer a você um enigma bastante intrincado para resolver.
4.Bacharel: O que é?
5.Viktor Kain: Não é exatamente sua linha de trabalho ainda, se acreditarmos em uma determinada fonte que consideramos bastante confiável, parece que você é a única pessoa que pode ajudar nossa família. A recompensa será adequada, é claro.
6.Bacharel: Tudo bem, vou falar com Georgi.
6.Bacharel: Vou pensar nisso.
4.Bacharel: Você está me assustando.
2.Bacharel: Obrigado, decidirei na hora.
1.Viktor Kain: Posso ajudar?
2.Bacharel: Lara Ravel está tentando montar um Abrigo onde as pessoas possam se esconder da doença. Ela precisa de dinheiro. Sua filha pediu sua ajuda.
3.Viktor Kain: É mesmo? Hmm, então os espertos Vínculos já estão se preparando para a epidemia. Lara Ravel... ela é a filha do capitão executado, não é?
4.Bacharel: Não sei.
5.Viktor Kain: De fato… E Lara é uma garota generosa e altruísta com um destino trágico… Eu a apoiarei, é claro. Vou enviar algum dinheiro para ela amanhã.
6.Bacharel: Eu vim aqui a mando dela. Receio que cada minuto conte na situação em que nos encontramos. As lojas estão ficando sem comida enquanto falamos. Devemos comprar urgentemente a pouca que resta. Os preços estão crescendo rapidamente.
7.Viktor Kain: Entendo. No momento, só posso lhe dar um pouco do pouco que nos resta. Os fundos da nossa família estão esgotados. Lamento, mas isso está diretamente relacionado ao exame e enterro do meu irmão Simon.
8.Bacharel: Obrigado.
6.Bacharel: Ótimo.
4.Bacharel: Ele foi executado? Achei que ele tinha morrido em batalha.
5.Viktor Kain: Após a Batalha dos Vaus ele foi executado por fuzilamento junto com outros desertores. Eu ainda não consigo acreditar. O Capitão Ravel sempre foi um homem de rara coragem. Ele se alistou no Quarto Exército como voluntário. Ele era um acérrimo — pode-se até dizer fanático — partidário do general Block. É uma história estranha.
6.Bacharel: Eu não sabia disso.
7.Viktor Kain: Lara também não sabe disso. Foi-lhe dito que seu pai morreu como um herói no Vau de Karstov. E sabe de uma coisa? De alguma forma, tenho a sensação de que foi exatamente isso que aconteceu…
8.Bacharel: Não direi nada a ela, é claro.
9.Viktor Kain: De fato… E Lara é uma garota generosa e altruísta com um destino trágico… Eu a apoiarei, é claro. Vou enviar algum dinheiro para ela amanhã.
10.Bacharel: Eu vim aqui a mando dela. Receio que cada minuto conte na situação em que nos encontramos. As lojas estão ficando sem comida enquanto falamos. Devemos comprar urgentemente a pouca que resta. Os preços estão crescendo rapidamente.
11.Viktor Kain: Entendo. No momento, só posso lhe dar um pouco do pouco que nos resta. Os fundos da nossa família estão esgotados. Lamento, mas isso está diretamente relacionado ao exame e enterro do meu irmão Simon.
12.Bacharel: Obrigado.
10.Bacharel: Ótimo.
8.Bacharel: Sim... Foi uma batalha terrível. Quando esta guerra há de finalmente terminar?
6.Bacharel: Você está feliz com os avanços do Quarto Exército?
7.Viktor Kain: Claro que estou. Onde a força é inútil, o talento salva o dia. É preciso admitir que temos sorte de ter comandantes assim; dignos herdeiros da era heroica. Se Shoin irromper na frente sul e Block sair para encontrá-lo perto de Orlog... as chances são de que a guerra termine em breve..
8.Bacharel: O exército de Block está em frangalhos. Ouvi dizer que ele mal tem unidades restantes que estão aptas para o combate...
9.Viktor Kain: Sim, e isso é porque aqueles bastardos do QG estão usando ele como cortina de fumaça. Eles o jogam nas operações mais desesperadas e tentam matar dois coelhos com uma cajadada só - desferindo um golpe paralisante no inimigo e se livrando do herói! Heróis sempre foram um inconveniente para os Poderes Constituídos.
10.Bacharel: Com certeza!
10.Bacharel: Mas eles têm a ajuda dos inquisidores ligados aos exércitos.
11.Viktor Kain: Está tudo bem, no entanto. Tanto Shoin quanto Block sempre lutaram contra números superiores e, no entanto, Shoin sempre foi vitorioso. Block estava em grande desvantagem numérica nos Vaus de Karstov, mas…
12.Bacharel: Sim, essa batalha estará nos anais da arte da guerra.
13.Viktor Kain: De fato… E Lara é uma garota generosa e altruísta com um destino trágico… Eu a apoiarei, é claro. Vou enviar algum dinheiro para ela amanhã.
14.Bacharel: Eu vim aqui a mando dela. Receio que cada minuto conte na situação em que nos encontramos. As lojas estão ficando sem comida enquanto falamos. Devemos comprar urgentemente a pouca que resta. Os preços estão crescendo rapidamente.
15.Viktor Kain: Entendo. No momento, só posso lhe dar um pouco do pouco que nos resta. Os fundos da nossa família estão esgotados. Lamento, mas isso está diretamente relacionado ao exame e enterro do meu irmão Simon.
16.Bacharel: Obrigado.
14.Bacharel: Ótimo.
8.Bacharel: Isso seria fantástico...
9.Viktor Kain: De fato… E Lara é uma garota generosa e altruísta com um destino trágico… Eu a apoiarei, é claro. Vou enviar algum dinheiro para ela amanhã.
10.Bacharel: Eu vim aqui a mando dela. Receio que cada minuto conte na situação em que nos encontramos. As lojas estão ficando sem comida enquanto falamos. Devemos comprar urgentemente a pouca que resta. Os preços estão crescendo rapidamente.
11.Viktor Kain: Entendo. No momento, só posso lhe dar um pouco do pouco que nos resta. Os fundos da nossa família estão esgotados. Lamento, mas isso está diretamente relacionado ao exame e enterro do meu irmão Simon.
12.Bacharel: Obrigado.
10.Bacharel: Ótimo.
2.Bacharel: Ah... a julgar pela forma como sua família está agindo, você não pode.
2.Bacharel: Você queria que eu encontrasse o assassino para você? Eu o fiz, mas ninguém me escuta!
3.Viktor Kain: Sim... Georgi está fora de si... No entanto, eu não tenho o poder de desafiar suas ordens. Ele é o mais velho da família. Estou fazendo tudo que posso para fazê-lo encarar a terrível verdade. Simon não era imortal, mas isso não nos dá direito nem nos obriga a cair em desespero.
4.Bacharel: O que posso fazer por você?
4.Bacharel: Preciso sair da cidade o mais rápido possível. Assuntos de grande importância me aguardam na Capital. As pessoas pelas quais sou responsável estão em perigo.
5.Viktor Kain: Antes de sair deste lugar, por favor, salve o máximo de pessoas que puder. Eu o recompensarei por cada vida que você salvar. Se eu pudesse, pegaria ferramentas e remédios e andaria pela cidade curando os infectados.
6.Bacharel: Farei tudo o que puder. Já disse isso muitas vezes…
6.Bacharel: Tudo bem. De qualquer forma, como se sai deste lugar? Não estou falando de mim, apenas perguntando sobre os meios disponíveis.
7.Viktor Kain: ...Olgimsky é dono da frota de carruagens e locomotivas. Talvez você consiga fazer um acordo com ele. Além disso, um trem regular com produtos e provisões da fábrica deve chegar a qualquer momento. Após o descarregamento, ele voltará imediatamente. Boa sorte.
8.Bacharel: Entendo.
8.Bacharel: Este trem deve entrar, mas não pode sair. Não se preocupe, não sairei da sua cidade até ter certeza de que a doença foi contida.
2.Bacharel: Sim. Precisarei da sua ajuda em breve.
1.Viktor Kain: Cada hora nos traz mais problemas...
2.Bacharel: Estou procurando o corpo do seu irmão, Viktor. Você tem alguma informação sobre?
3.Viktor Kain: Sim. Se eu fosse você, o filho de Olgimsky seria a primeira pessoa a quem eu recorreria. Jovem Vlad, apelidado de Caronte. Rubin e ele tiveram alguns negócios juntos. Ele conhece lugares onde Rubin pode ter levado o corpo.
4.Bacharel: Você já perguntou a ele?
5.Viktor Kain: Eu tentei. Mas estamos em uma posição difícil agora. Por um lado, estamos pressionando seu pai; por outro, pedimos-lhe um favor...
6.Bacharel: Pressionando? Ontem tive a impressão de que havíamos conseguido acabar com todas as disputas entre as famílias governantes.
7.Viktor Kain: Não pode haver um fim para as disputas entre nossas famílias; é tão impossível quanto reunir o dia com a noite. Mas agora sinto que as ações de Vlad Gordo têm relação com a raiz de todos os nossos problemas. Não gosto desse silêncio do Termiteiro! Poderia ser lá que o infame assassino está se escondendo?
8.Bacharel: Seu irmão sucumbiu à doença. Achei que já tivéssemos chegado a um acordo com isso.
8.Bacharel: O pensamento também passou pela minha cabeça. O motim de Termiteiro coincidiu suspeitosamente com o retorno de Isidor da Estepe e a eclosão da epidemia.
9.Viktor Kain: Um estranho entrou na cidade. Humano ou shabnak, não importa. Não podemos estabelecer se o envolvimento deles na morte de Simon foi direto ou indireto, mas o envolvimento está claramente lá.
10.Bacharel: Por quê?
11.Viktor Kain: Foi revelado a Maria em um sonho que a causa da morte de Simon está escondida no Termiteiro. Pretendo descobrir por que Vlad Gordo se recusa tão veementemente a abri-lo. E você deve perguntar a Vlad Filho, se tiver a chance!
12.Bacharel: Tudo bem. Vou tentar perguntar ao Vlad Filho
13.Viktor Kain: Vlad Filho, é leal. Ele pode ser cínico, mas no fundo acredita nos preceitos da ética vassala. Ele não tem motivos para esconder um crime, mas ele nunca nos ajudaria sabendo que estamos agindo contra os melhores interesses de seu pai. Apesar de nosso respeito mútuo.
14.Bacharel: Respeito essa adesão aos princípios também.
14.Bacharel: Diga a todos em sua casa para ficarem dentro de casa. Se alguém tiver que ser enviado para fora, não os deixe voltar.
15.Viktor Kain: O que, abandoná-los no meio da noite perigosa?
16.Bacharel: Não. Essas pessoas terão que ir primeiro para a ala de isolamento. Saburov me prometeu que a ala será montada em breve.
12.Bacharel: Talvez eu nem precise.
6.Bacharel: Por que ele negou sua ajuda?
7.Viktor Kain: Vlad Filho, é leal. Ele pode ser cínico, mas no fundo acredita nos preceitos da ética vassala. Ele não tem motivos para esconder um crime, mas ele nunca nos ajudaria sabendo que estamos agindo contra os melhores interesses de seu pai. Apesar de nosso respeito mútuo.
8.Bacharel: Respeito essa adesão aos princípios também.
8.Bacharel: Diga a todos em sua casa para ficarem dentro de casa. Se alguém tiver que ser enviado para fora, não os deixe voltar.
9.Viktor Kain: O que, abandoná-los no meio da noite perigosa?
10.Bacharel: Não. Essas pessoas terão que ir primeiro para a ala de isolamento. Saburov me prometeu que a ala será montada em breve.
4.Bacharel: Vou falar com ele.
5.Viktor Kain: Vlad Filho, é leal. Ele pode ser cínico, mas no fundo acredita nos preceitos da ética vassala. Ele não tem motivos para esconder um crime, mas ele nunca nos ajudaria sabendo que estamos agindo contra os melhores interesses de seu pai. Apesar de nosso respeito mútuo.
6.Bacharel: Respeito essa adesão aos princípios também.
6.Bacharel: Diga a todos em sua casa para ficarem dentro de casa. Se alguém tiver que ser enviado para fora, não os deixe voltar.
7.Viktor Kain: O que, abandoná-los no meio da noite perigosa?
8.Bacharel: Não. Essas pessoas terão que ir primeiro para a ala de isolamento. Saburov me prometeu que a ala será montada em breve.
2.Bacharel: Você sabe alguma coisa sobre o paradeiro de Rubin?
3.Viktor Kain: Infelizmente, não. O desaparecimento do mestre Rubin me enche do mais sincero pesar. Ele é, claro, o maior culpado pela perda dos restos mortais de nosso irmão, mas não é isso que importa.
4.Bacharel: E o que é?
5.Viktor Kain: Não temos mais pessoas competentes além de você. Não podemos lutar. É verdade o que me disseram, que você recusou o pedido de Saburov e não aceitou a responsabilidade pelo futuro da cidade?
6.Bacharel: Quem te disse esse absurdo? Não só concordei, como declarei explicitamente minha vontade de fazer tudo o que estiver ao meu alcance.
7.Viktor Kain: Você é um homem nobre, Bacharel Dankovsky! Então ainda temos uma esperança.
8.Bacharel: Esse é o meu dever para com os Poderes Constituídos.
8.Bacharel: Estou agindo de acordo com minhas crenças.
6.Bacharel: Existe alguém além de mim nesta cidade que entende de medicina? Pelo menos um pouco?
7.Viktor Kain: Há uma garota estranha com quem falei... Você provavelmente já ouviu falar dela. Ela parece ser paranormal — esse é o termo científico? Estou mais acostumado a chamar essas pessoas de bruxas. Aparentemente ela tem um dom de cura, mas nossa conversa me deixou com uma impressão sombria.
8.Bacharel: Por quê?
9.Viktor Kain: Ela está mentindo o tempo todo. Ou seja, ela acredita que está dizendo a verdade, mas todas as suas palavras são mentiras. E o pior tipo de mentira: não grandiloquente, mas uma verdade elusivamente distorcida, incompleta e disforme. Seu tom, entretanto, é muito convincente. O nome dela é Klara.
10.Bacharel: Mas ela tem essa habilidade incrível? Você verificou?
10.Bacharel: Eu não acho que ela seja perigosa. Não tenho certeza se seus poderes serão úteis, mas certamente não causarão nenhum dano. Contanto que ela não espalhe a infecção.
11.Viktor Kain: Você é nossa única esperança, Bacharel.
12.Bacharel: Eu não vou abandoná-lo em apuros. Hoje vou dar mais um passo rumo à vitória.
13.Viktor Kain: Você é um homem nobre, Bacharel Dankovsky! Então ainda temos uma esperança.
14.Bacharel: Esse é o meu dever para com os Poderes Constituídos.
14.Bacharel: Estou agindo de acordo com minhas crenças.
12.Bacharel: Não coloque muitas esperanças em mim.
8.Bacharel: Mas também há Burakh, o cirurgião selvagem.
9.Viktor Kain: Eu não o chamaria de selvagem. A cultura da estepe pagã me parece muito sanguinária, mas está longe de ser primitiva. Se Burakh está exercendo seu dever, devemos prestar muita atenção ao que ele vai fazer. No momento, no entanto, ele não tem exatamente uma boa reputação.
10.Bacharel: Eu, de minha parte, acho essa cultura irritante. Nunca pensei que tal obscurantismo fosse possível hoje em dia...
10.Bacharel: Por quê?
11.Viktor Kain: Ele é suspeito de assassinar o próprio pai. Relatos dos eventos sangrentos de dois dias atrás incluem um homem cuja descrição ele corresponde. E eu não descartaria o envolvimento dele no que aconteceu na casa de Rubin.
12.Bacharel: Isso é interessante.
8.Bacharel: Ela—e ninguém mais?
9.Viktor Kain: Também há Burakh, escondido em algum lugar da cidade. O mais novo, claro.
10.Bacharel: Esse selvagem...
11.Viktor Kain: Eu não o chamaria de selvagem. A cultura da estepe pagã me parece muito sanguinária, mas está longe de ser primitiva. Se Burakh está exercendo seu dever, devemos prestar muita atenção ao que ele vai fazer. No momento, no entanto, ele não tem exatamente uma boa reputação.
12.Bacharel: Eu, de minha parte, acho essa cultura irritante. Nunca pensei que tal obscurantismo fosse possível hoje em dia...
12.Bacharel: Por quê?
13.Viktor Kain: Ele é suspeito de assassinar o próprio pai. Relatos dos eventos sangrentos de dois dias atrás incluem um homem cuja descrição ele corresponde. E eu não descartaria o envolvimento dele no que aconteceu na casa de Rubin.
14.Bacharel: Isso é interessante.
10.Bacharel: Ele está escondido?
11.Viktor Kain: Ele é suspeito de assassinar o próprio pai. Relatos dos eventos sangrentos de dois dias atrás incluem um homem cuja descrição ele corresponde. E eu não descartaria o envolvimento dele no que aconteceu na casa de Rubin.
12.Bacharel: Isso é interessante.
2.Bacharel: Eu venho trazendo notícias dos Olgimskys. Tem a ver com o Termiteiro.
3.Viktor Kain: Muito curioso! O que é isso?
4.Bacharel: Vlad, o Jovem, me pediu para dizer o seguinte: o Termiteiro foi fechado antes do Poliedro, e há muitas testemunhas disso.
5.Viktor Kain: Sério? O que ele quer dizer?
6.Bacharel: Ele não tem motivos para acreditar que a situação dentro do Termiteiro seja diferente daquela dentro da Torre.
6.Bacharel: Estou apenas retransmitindo suas palavras para você.
7.Viktor Kain: Engenhoso. Caramba! Tudo bem... Assim seja. Se é assim que ele está girando, então sou forçada a deixá-lo em paz. Por enquanto! Você pode dizer isso a ele. Só vai durar até encontrarmos a prova de que nem tudo está em ordem dentro do Termiteiro!
8.Bacharel: Espero que não haja dúvida em sua mente de que obviamente estou fazendo tudo isso apenas para que os Olgimskys me revelem a localização do corpo de Simon.
9.Viktor Kain: Eu também não tenho perdido meu tempo nesse meio tempo. A informação que meus mensageiros trouxeram é terrível: há um estripador na cidade. Fragmentos de corpos humanos foram encontrados. Ou é um estranho que não conhece nossas tradições, ou... realmente é alguém ou algo enviado pela Estepe.
10.Bacharel: Eu não acredito em monstros da Estepe. Quem poderia precisar de cadáveres?
11.Viktor Kain: Desde o início dos tempos, as crenças dos povos da Estepe os proibiram de dissecar seus mortos. Aqueles que penetram os mistérios da anatomia, penetram os mistérios da criação. Isso é tabu. Nestes tempos conturbados, veio um demônio que o quebrou. A destruição de um corpo causará dor à Terra.
12.Bacharel: Como encontramos ele?
13.Viktor Kain: Antes, eu temia que Vlad Gordo o estivesse abrigando no Termiteiro. Está claro agora que esse não é o caso. Ele está à solta. Acho que ele é o ladrão. Também acredito que ele é o mesmo homem que foi acusado de patricídio. O filho amaldiçoado e rebelde de Isidor Burakh!
14.Bacharel: O que faz você pensar que é ele?
15.Viktor Kain: Ainda não me decidi. Só tenho minhas suspeitas. O fim dos tempos está sobre nós se os filhos deixaram de honrar seus pais. Eles estão virando a terra para o vazio. Derrubar o que seus pais construíram é o que essas crianças rebeldes fazem melhor, mas elas nunca criam nada em seu lugar!
16.Bacharel: Acho que você está falando sobre seu próprio filho...
16.Bacharel: Você tem direito à sua opinião.
17.Viktor Kain: Meu filho agora fundou um reino próprio. Lá está, elevando-se acima de nossa terra pecaminosa. Ele não deixaria ninguém entrar naquele mundo, nem mesmo seu próprio pai. Se você está interessado em saber o que está acontecendo lá, pois tente. Maria acha que você é um homem para quem nada é impossível.
18.Bacharel: Sim. Vou seguir vosso conselho.
18.Bacharel: Eu também há muito me interesso pelo que está acontecendo dentro daquele lugar.
10.Bacharel: Quem é esse estranho?
11.Viktor Kain: Antes, eu temia que Vlad Gordo o estivesse abrigando no Termiteiro. Está claro agora que esse não é o caso. Ele está à solta. Acho que ele é o ladrão. Também acredito que ele é o mesmo homem que foi acusado de patricídio. O filho amaldiçoado e rebelde de Isidor Burakh!
12.Bacharel: O que faz você pensar que é ele?
13.Viktor Kain: Ainda não me decidi. Só tenho minhas suspeitas. O fim dos tempos está sobre nós se os filhos deixaram de honrar seus pais. Eles estão virando a terra para o vazio. Derrubar o que seus pais construíram é o que essas crianças rebeldes fazem melhor, mas elas nunca criam nada em seu lugar!
14.Bacharel: Acho que você está falando sobre seu próprio filho...
14.Bacharel: Você tem direito à sua opinião.
15.Viktor Kain: Meu filho agora fundou um reino próprio. Lá está, elevando-se acima de nossa terra pecaminosa. Ele não deixaria ninguém entrar naquele mundo, nem mesmo seu próprio pai. Se você está interessado em saber o que está acontecendo lá, pois tente. Maria acha que você é um homem para quem nada é impossível.
16.Bacharel: Sim. Vou seguir vosso conselho.
16.Bacharel: Eu também há muito me interesso pelo que está acontecendo dentro daquele lugar.
8.Bacharel: Talvez você possa ordenar que seu filho abra o Poliedro para que os agentes de Olgimsky possam inspecioná-lo? Isso nos dará o direito de inspecionar o Termiteiro.
9.Viktor Kain: Meu filho há muito deixou de me obedecer. Ele me considera um inimigo. Apenas Nina teve uma influência sobre ele. Sua amada irmã era alguém em quem ele poderia ter confiado, mas agora nem Maria consegue fazê-lo abrir o Poliedro. E eu também não arriscaria. Deixe que as crianças continuem fortificadas.
10.Bacharel: Gostaria de ter certeza de que sua confiança não é infundada.
11.Viktor Kain: Meu filho agora fundou um reino próprio. Lá está, elevando-se acima de nossa terra pecaminosa. Ele não deixaria ninguém entrar naquele mundo, nem mesmo seu próprio pai. Se você está interessado em saber o que está acontecendo lá, pois tente. Maria acha que você é um homem para quem nada é impossível.
12.Bacharel: Sim. Vou seguir vosso conselho.
12.Bacharel: Eu também há muito me interesso pelo que está acontecendo dentro daquele lugar.
2.Bacharel: Sim...
1.Viktor Kain: Não quero pensar que estamos sendo comidos vivos... Mas dada a rapidez com que a doença está se espalhando, pode bem ser verdade.
2.Bacharel: Eu decidi inspecionar aquele distrito barrado afinal.
3.Viktor Kain: Obrigado. Espero pelo seu veredito.
4.Bacharel: Voltarei em breve.
2.Bacharel: Eu inspecionei o distrito. Vou arcar com as consequências de confirmar que os rumores são verdadeiros. O distrito está limpo. E um pouco mais livre de saqueadores agora.
3.Viktor Kain: Boas novas! Isso ajudará a aliviar o destino das últimas vítimas da epidemia.
4.Bacharel: É ainda melhor do que você pensa. Se pudermos evitar tumultos desnecessários e manter os saudáveis em enfermarias isoladas, pararemos a doença. Ela vai queimar como um incêndio florestal.
5.Viktor Kain: Agora você tem certeza de que a doença não fica dormente em uma pessoa infectada por um tempo antes de se revelar? Não ouso duvidar de sua perícia... No entanto, até que tenhamos estabelecido a origem da infecção, é muito cedo para declarar o inimigo derrotado.
6.Bacharel: Sim, você está certo. Mas a ala ficará operacional em breve. Espero que não se ofenda, mas vai ser montada na Catedral da cidade. Tenho grandes esperanças para as instalações.
7.Viktor Kain: É mesmo? Bem, ela foi concebida como um abrigo para os necessitados. Agora ela pode finalmente cumprir sua função pretendida.
8.Bacharel: Aqueles que entram podem estar carregando a semente da corrupção neles. Mas só os limpos vão sair.
8.Bacharel: Com isso aprenderemos rapidamente a duração da fase latente desta misteriosa febre.
2.Bacharel: Ainda é muito cedo para desistir.
1.Viktor Kain: O inferno teria um governador assim... Embora eu não tenha certeza do que eu teria feito no lugar dele. Sua posição está longe de ser invejável.
2.Bacharel: Isso pode ser dito sobre cada um de nós.
2.Bacharel: Você vai me ajudar a libertar um inocente da prisão?
3.Viktor Kain: Vou apresentar a Saburov um ultimato. Em breve ele verá por si mesmo como sua ideia se tornou inútil e perniciosa. Ele acha que pode aterrorizar as pessoas, mas tudo o que conseguirá é transformá-las em uma gangue de bandidos armados. Até amanhã terei resolvido este assunto e libertado os inocentes.
4.Bacharel: Eles podem não sobreviver até amanhã de manhã.
4.Bacharel: Havia uma pessoa infectada em uma das células. A febre já havia se espalhado por lá. Os Executores não conseguem nem separar os doentes dos saudáveis — tão apertada é a prisão.
5.Viktor Kain: O que você está sugerindo?
6.Bacharel: Os Executores que guardam os prisioneiros aceitam subornos alegremente quando o governador não está olhando. Eles querem dez mil por pessoa.
7.Viktor Kain: Não temos quase nenhum dinheiro sobrando. Cinquenta e cinco mil—isso é tudo que nos resta agora... Tente intimidar os Executores; cite os Kains! Diga-lhes que sabemos tudo sobre seus esquemas. Que eles mesmos vão acabar atrás das grades, a menos que libertem essas pessoas da cadeia!
8.Bacharel: Eles são mascarados. Ninguém viu o rosto de um Executor.
9.Viktor Kain: Tudo bem… Leve vinte e cinco mil. Pelo menos socorra alguém, algumas pessoas. E acho que ainda vou redigir esse ultimato para Saburov. Se sobrevivermos à epidemia, nós e ele, juro que vamos lembrá-lo de tudo isso!
10.Bacharel: Obrigado.
10.Bacharel: Eu mesmo pretendo assustá-lo com a perspectiva da ira do Inquisidor. Ele terá que prestar contas de suas ações às autoridades superiores de uma forma ou de outra.
8.Bacharel: Acho que eles não vão ouvir. Essas pessoas mascaradas são voluntários suicidas. Eles não são deste mundo. Eles não temem nada.
9.Viktor Kain: Tudo bem… Leve vinte e cinco mil. Pelo menos socorra alguém, algumas pessoas. E acho que ainda vou redigir esse ultimato para Saburov. Se sobrevivermos à epidemia, nós e ele, juro que vamos lembrá-lo de tudo isso!
10.Bacharel: Obrigado.
10.Bacharel: Eu mesmo pretendo assustá-lo com a perspectiva da ira do Inquisidor. Ele terá que prestar contas de suas ações às autoridades superiores de uma forma ou de outra.
8.Bacharel: Vou tentar seguir o seu conselho.
2.Bacharel: Eu paguei a fiança por todos os sobreviventes.
3.Viktor Kain: Quantos sobraram?
4.Bacharel: Eu paguei seis fianças. Várias outras dúzias foram resgatadas por alguém que escolheu permanecer anônimo.
5.Viktor Kain: Jovem Olgimsky, talvez?
6.Bacharel: Não sei.
7.Viktor Kain: Bem... Fizemos algo bom.
8.Bacharel: Antes do fim do dia, todos provavelmente fornecerão muitas razões para tranca-los ou até mesmo enviá-los para a forca por razões perfeitamente legais.
8.Bacharel: Certamente.
1.Viktor Kain: Então ontem você conseguiu capturar essa doença? Ou assim eu ouvi, de qualquer maneira. A cidade está cheia de rumores horríveis de pessoas sendo dissecadas vivas... obviamente, eu não acredito nisso. Os rumores mais perigosos são, ao que parece, aqueles sobre você adquirir uma amostra de sangue infectado...
2.Bacharel: Exatamente. A bactéria foi capturada e mantida em um vidro. Eu não fiz isso sozinho, no entanto. Eu tive ajuda.
2.Bacharel: Todos esses rumores não são infundados…
3.Viktor Kain: Mais importante ainda, eles dizem que agora você é capaz de encontrar a portadora da doença, a troca-peles, comparando o sangue dela com a amostra que você obteve ontem. Se elas são moradoras da cidade, não deve ser tão difícil reconhecê-las.
4.Bacharel: Também é verdade.
4.Bacharel: Por que você está me contando isso?
5.Viktor Kain: Esta é uma caça às bruxas em formação. Como se não bastasse os canalhas estúpidos que assassinam mulheres nas ruas, parece que o nosso governador está agora focado a estender os seus dedos gananciosos às pessoas notáveis da cidade. Várias jovens foram acusadas após o ocorrido Catedral.
6.Bacharel: Quem são estas jovens mulheres?
7.Viktor Kain: Os nomes de Lara e Yulia são mencionados e por boas razões; seus objetos pessoais foram encontrados com algumas das pessoas morrendo na catedral. Pelo menos são quem o governador Saburov pretende entregar.
8.Bacharel: Estranhamente apressado, não é?
9.Viktor Kain: Saburov está assustado. Todas as suas medidas objetamente fracassaram. Agora é claro que ele não consegue manter a ordem na cidade. A tragédia da Catedral foi o último prego em seu caixão. Nestas circunstâncias, ele não tem outra opção senão pressionar mais.
10.Bacharel: Há algo que eu possa fazer?
11.Viktor Kain: Vá verificar cada um, agora que você tem a capacidade. Apresse-se, antes que sua descoberta gere especulações infundadas. Para que vidas inocentes sejam salvas. Ou então… nada pode ser certo numa situação como esta.
12.Bacharel: Vou verificar, se houver uma oportunidade. Não acho que sejam culpadas, e presumo que o governador também não tenha ilusões sobre isso.
12.Bacharel: E você? Você pode fazer alguma coisa?
13.Viktor Kain: Os Olgimskys dizem que podem provar a inocência das garotas. Talvez eles já saibam quem é o verdadeiro culpado. De alguma forma, não tenho dúvidas. Ouvi dizer que o criminoso está detido dentro do Termiteiro.
14.Bacharel: Entendo. Falarei com Olgimsky.
6.Bacharel: O que aconteceu na Catedral?
7.Viktor Kain: Um infectado entrou na Catedral ontem à noite. Todos lá dentro morreram. Sim, sim, superaram sua quarentena inexpugnável. Humano ou espírito, está muito claro agora que se trata de um indivíduo que pode andar e provavelmente é bastante malicioso. Muitas pessoas estão se deleitando com esta certeza particular.
8.Bacharel: Como assim?
9.Viktor Kain: Um Inquisidor chega amanhã. Parece-me que alguém quer se desfazer de várias jovens antes de sua chegada. Atualmente a espada da justiça está suspensa acima de Yulia e Lara. Elas foram presas, sob a autoridade de Saburov. Mas Vlad Olgimsky também não ficou ocioso. Se as meninas sobreviverem até amanhã, o Inquisidor estabelecerá a verdade, mas… alguém está ansioso para passar na frente dele.
10.Bacharel: Se sobreviverem? Como assim?
11.Viktor Kain: Já ouviu falar desses lunáticos, dos exterminadores? Eles estão comprometidos a queimar a cidade para limpá-la da doença, gritando algo sobre o fogo purificador. Se alguém passar os nomes dessas jovens para essa turba , elas estão condenadas. Eles as queimarão em suas próprias casas.
12.Bacharel: O que pode ser feito para os ajudar?
13.Viktor Kain: Os Olgimskys dizem que podem provar a inocência das garotas. Talvez eles já saibam quem é o verdadeiro culpado. De alguma forma, não tenho dúvidas. Ouvi dizer que o criminoso está detido dentro do Termiteiro.
14.Bacharel: Entendo. Falarei com Olgimsky.
10.Bacharel: O que Olgimsky tem a ver com isso?
11.Viktor Kain: Os Olgimskys dizem que podem provar a inocência das garotas. Talvez eles já saibam quem é o verdadeiro culpado. De alguma forma, não tenho dúvidas. Ouvi dizer que o criminoso está detido dentro do Termiteiro.
12.Bacharel: Entendo. Falarei com Olgimsky.
1.Viktor Kain: Meu irmão já falou com você?
2.Bacharel: Não
2.Bacharel: Sim.
3.Viktor Kain: As circunstâncias estão mudando… Tudo está mudando. Meu irmão decidiu acabar com sua vida. Eu sou impotente para detê-lo. No entanto… você conhece os motivos subjacentes?
4.Bacharel: Não
4.Bacharel: Eles têm algo a ver com reencarnação.
5.Viktor Kain: Desde sua infância, meu irmão Georgi tinha visões bastante simplistas sobre a conexão entre o corpo humano e a alma. Desconsiderando as opiniões de teólogos e filósofos, e ignorando estudos sérios sobre o assunto, ele elaborou uma doutrina própria. Tente imaginar nosso choque quando se tornou verdade.
6.Bacharel: Fale-me sobre isso.
6.Bacharel: Felix, qui potuti rerum cogoscere causas.
7.Viktor Kain: Nós mesmos não entendemos. Essa necrosofia foi provavelmente a única área em que Georgi havia superado seu irmão mais velho. Ninguém sabe por quê, mas suas receitas para se comunicar com os mortos funcionaram. Toda essa terminologia—'Memória', 'o Foco'—é de sua cunhagem.
8.Bacharel: Continue… O que ele está planejando agora?
9.Viktor Kain: Simon não cabe no Foco do Crisol. É muito pequeno. Simon não pode viver lá por muito tempo, e há outra circunstância... Bem, não é mais importante. O Foco do Crisol é como uma capela de casa. Enquanto o que Simon precisa é de uma catedral.
10.Bacharel: Acho que você não está falando sobre a Catedral da cidade—ou está?
11.Viktor Kain: Claro que não. Estou falando do Poliedro. Georgi pretende transferir a alma de seu irmão falecido para lá. Ele terá que morrer ele mesmo para conseguir isso. Sua imaginação já deve estar pintando imagens horríveis e hipnotizantes — de Georgi morto caminhando em direção ao Poliedro, mãos estendidas, arrastando os pés, impulsionado pelo espírito de Simon...
12.Bacharel: Você adivinhou muito bem a minha impressão.
12.Bacharel: Não, certamente não.
13.Viktor Kain: Talvez seja assim que seria nas esferas superiores. No mundo das ideias, por assim dizer. No entanto, vou decepcioná-lo. Isso acontecerá silenciosamente e discretamente. Ninguém vai ver nada. Georgi ficará deitado em seu quarto durante todo o processo. A Memória de Simon será transferida para o Poliedro com o poder de sua mente.
14.Bacharel: Da imaginação dele, você quer dizer?
15.Viktor Kain: Eu quis dizer exatamente o que disse. Eu arriscaria até supor que Georgi morrerá da tensão colossal que este trabalho terá colocado sobre ele. Da concentração da vontade, do intelecto e de todos os seus poderes mentais.
16.Bacharel: Estou começando a entender.
16.Bacharel: Ele pode até sobreviver a isso, já que é irmão de Simon.
1.Viktor Kain: Se o novo governador continuar assim, os conflitos serão inevitáveis. Isto é uma birra judicial! Resultado da total impotência das autoridades.
2.Bacharel: Do que você está falando?
3.Viktor Kain: Várias dúzias de pessoas inocentes foram presas. Um número ainda maior simplesmente foi morto nas ruas. Mas aqueles, pelo menos, eram ladrões e saqueadores... Essas pobres outras pessoas foram presas só porque os patrulheiros não gostavam de seus rostos!
4.Bacharel: Quem está preso?
5.Viktor Kain: Primeiro houve prisões em massa por causa do ato de sabotagem de ontem. Eles levaram todos os que haviam participado do rompimento do abastecimento de água – mesmo aqueles que achavam que poderiam se beneficiar do ato de alguma forma. Foi assim que vários voluntários altruístas acabaram na cadeia por distribuir água…
6.Bacharel: Como se o resto não bastasse.
7.Viktor Kain: Segundo, na entrada todos estavam armados. Alarmadas, as pessoas se preparavam para lutar com os barbeiros selvagens do Barley. Muitos tinham-se armado com facas e até armas para protegerem a si próprios e aos seus entes queridos.
8.Bacharel: Isso é absurdo…
8.Bacharel: Isso faz sentido.
9.Viktor Kain: E, finalmente, eles prenderam pobres almas pegas saqueando cadáveres—e os prédios já destruídos por saqueadores. Incluindo irmãos tirando medalhões de suas irmãs mortas e proprietários voltando para as cinzas de suas casas...
10.Bacharel: Já ouvi o suficiente. Saburov pagará caro por isso.
10.Bacharel: Tenho certeza de que os patrulheiros que abusam de seu poder são os culpados. Saburov certamente não sabe nada sobre isso. Vou falar com ele e restaurar a justiça.
6.Bacharel: Que vergonha atoz.
7.Viktor Kain: Você ficará ainda menos satisfeito ao descobrir que essas pessoas foram presas por sua autoridade. Foi alegado que você foi quem descobriu as raízes dessa conspiração, e que essas raízes acabaram sendo bastante extensas...
8.Bacharel: Entendo... mais alguma coisa?
9.Viktor Kain: Segundo, na entrada todos estavam armados. Alarmadas, as pessoas se preparavam para lutar com os barbeiros selvagens do Barley. Muitos tinham-se armado com facas e até armas para protegerem a si próprios e aos seus entes queridos.
10.Bacharel: Isso é absurdo…
10.Bacharel: Isso faz sentido.
11.Viktor Kain: E, finalmente, eles prenderam pobres almas pegas saqueando cadáveres—e os prédios já destruídos por saqueadores. Incluindo irmãos tirando medalhões de suas irmãs mortas e proprietários voltando para as cinzas de suas casas...
12.Bacharel: Já ouvi o suficiente. Saburov pagará caro por isso.
12.Bacharel: Tenho certeza de que os patrulheiros que abusam de seu poder são os culpados. Saburov certamente não sabe nada sobre isso. Vou falar com ele e restaurar a justiça.
2.Bacharel: Eu sei de tudo. O jovem Olgimsky quer pagar a fiança de várias pessoas.
3.Viktor Kain: Ele é um bom homem, este jovem Vlad Filho. Por vezes, lamento não ser ele o responsável pelo Projeto Touro. Ele é mais humano do que seu pai.
4.Bacharel: Quem são essas pessoas inocentes?
5.Viktor Kain: Primeiro houve prisões em massa por causa do ato de sabotagem de ontem. Eles levaram todos os que haviam participado do rompimento do abastecimento de água – mesmo aqueles que achavam que poderiam se beneficiar do ato de alguma forma. Foi assim que vários voluntários altruístas acabaram na cadeia por distribuir água…
6.Bacharel: Como se o resto não bastasse.
7.Viktor Kain: Segundo, na entrada todos estavam armados. Alarmadas, as pessoas se preparavam para lutar com os barbeiros selvagens do Barley. Muitos tinham-se armado com facas e até armas para protegerem a si próprios e aos seus entes queridos.
8.Bacharel: Isso é absurdo…
8.Bacharel: Isso faz sentido.
9.Viktor Kain: E, finalmente, eles prenderam pobres almas pegas saqueando cadáveres—e os prédios já destruídos por saqueadores. Incluindo irmãos tirando medalhões de suas irmãs mortas e proprietários voltando para as cinzas de suas casas...
10.Bacharel: Já ouvi o suficiente. Saburov pagará caro por isso.
10.Bacharel: Tenho certeza de que os patrulheiros que abusam de seu poder são os culpados. Saburov certamente não sabe nada sobre isso. Vou falar com ele e restaurar a justiça.
6.Bacharel: Que vergonha atoz.
7.Viktor Kain: Você ficará ainda menos satisfeito ao descobrir que essas pessoas foram presas por sua autoridade. Foi alegado que você foi quem descobriu as raízes dessa conspiração, e que essas raízes acabaram sendo bastante extensas...
8.Bacharel: Entendo... mais alguma coisa?
9.Viktor Kain: Segundo, na entrada todos estavam armados. Alarmadas, as pessoas se preparavam para lutar com os barbeiros selvagens do Barley. Muitos tinham-se armado com facas e até armas para protegerem a si próprios e aos seus entes queridos.
10.Bacharel: Isso é absurdo…
10.Bacharel: Isso faz sentido.
11.Viktor Kain: E, finalmente, eles prenderam pobres almas pegas saqueando cadáveres—e os prédios já destruídos por saqueadores. Incluindo irmãos tirando medalhões de suas irmãs mortas e proprietários voltando para as cinzas de suas casas...
12.Bacharel: Já ouvi o suficiente. Saburov pagará caro por isso.
12.Bacharel: Tenho certeza de que os patrulheiros que abusam de seu poder são os culpados. Saburov certamente não sabe nada sobre isso. Vou falar com ele e restaurar a justiça.
1.Viktor Kain: Karminsky… Como se o que nos falta agora é um vampiro de um Inquisidor!
2.Bacharel: Pelo menos ele pode conseguir restaurar alguma aparência de ordem nesta cidade… Não posso trabalhar nessas condições!
1.Viktor Kain: Você é o último amigo que nossa família tem. Espero que nosso apego a você não pareça intrusivo.
2.Bacharel: Requer muito de mim. Não me sinto confortável com isso.
2.Bacharel: Não, de jeito nenhum.
1.Viktor Kain: Aqui você está, Bacharel Dankosvky. Entenda, eu queria evitar toda a conversa sentimental desnecessária... Mas é fato que os Kains estão se preparando para dormir. E acontece que, no fim, só a Maria se levantará desse sono. Se nos deixar, provavelmente pereceremos.
2.Bacharel: O que isso significa? Você tem a intenção de morrer?
3.Viktor Kain: Agora estamos de volta ao ponto de partida. Tratamos a questão da morte de maneira diferente. Quando a identidade original é extinta e uma identidade inteiramente nova surge em seu lugar, isso é morte? A loucura não é uma forma de morte? A perda da memória não é a morte verdadeira?
4.Bacharel: Isso é apenas filosofia... Certamente você não me chamou aqui para isso!
5.Viktor Kain: De fato. Estou sem meios para influenciar meu filho. Agora que a cidade está ocupada por soldados, ele vai transformar o Poliedro em uma fortaleza, o que enfurecerá o exército. Temo que suas ações imprudentes possam resultar na destruição da Torre.
6.Bacharel: Isso é tão inaceitável assim?
7.Viktor Kain: É porque, não apenas há mil crianças se refugiando lá, Bacharel, mas a própria Torre é uma criação de um valor tão amplo que eu sacrificaria tudo para salvá-la. E muitos na cidade, incluindo nossos inimigos, estariam do meu lado. Sim. É inaceitável.
8.Bacharel: Não me soou tão convincente.
9.Viktor Kain: O Poliedro abriga um segredo. Não se sabe se foi por acaso ou se foi parte de uma criação engenhosa, mas funciona. Não sei se será revelado a você. Eu gostaria que você entrasse para convencer a si próprio da verdade que está presente nas minhas palavras.
10.Bacharel: Esse desejo é mútuo.
11.Viktor Kain: E se você tiver sucesso em ganhar a confiança do pequeno Kaspar, eu peço para que você faça um último favor à nossa família. Ajude-me a fazer as pazes com o meu filho. Convença-o a me ouvir.
12.Bacharel: E o que você quer que ele faça?
13.Viktor Kain: Quando a hora chegar, em apenas dois dias, as crianças devem deixar o Poliedro. Caso contrário, minha filha Maria poderá morrer. E a minha morte e a do Georgi... também serão em vão.
14.Bacharel: Por que Maria morreria?
15.Viktor Kain: Porque ela será forçada a se tornar minha sucessora. Tomará tudo aquilo que atualmente possuo e, assim, se condenará à morte, e também sentenciará nossa família a extinção. Maria morrerá, e o espírito maravilhoso cuja memória tão cuidadosamente transmitimos desaparecerá na inexistência.
16.Bacharel: Eu não entendo.
17.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
18.Bacharel: Não.
19.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
20.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
18.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
14.Bacharel: Então você está se preparando para morrer?
15.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
16.Bacharel: Não.
17.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
18.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
16.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
8.Bacharel: Eu concordo. O que você faria se suas palavras pudessem influenciar Kaspar?
9.Viktor Kain: Quando a hora chegar, em apenas dois dias, as crianças devem deixar o Poliedro. Caso contrário, minha filha Maria poderá morrer. E a minha morte e a do Georgi... também serão em vão.
10.Bacharel: Por que Maria morreria?
11.Viktor Kain: Porque ela será forçada a se tornar minha sucessora. Tomará tudo aquilo que atualmente possuo e, assim, se condenará à morte, e também sentenciará nossa família a extinção. Maria morrerá, e o espírito maravilhoso cuja memória tão cuidadosamente transmitimos desaparecerá na inexistência.
12.Bacharel: Eu não entendo.
13.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
14.Bacharel: Não.
15.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
16.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
14.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
10.Bacharel: Então você está se preparando para morrer?
11.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
12.Bacharel: Não.
13.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
14.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
12.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
6.Bacharel: Como isso pode ser evitado?
7.Viktor Kain: O Poliedro abriga um segredo. Não se sabe se foi por acaso ou se foi parte de uma criação engenhosa, mas funciona. Não sei se será revelado a você. Eu gostaria que você entrasse para convencer a si próprio da verdade que está presente nas minhas palavras.
8.Bacharel: Esse desejo é mútuo.
9.Viktor Kain: E se você tiver sucesso em ganhar a confiança do pequeno Kaspar, eu peço para que você faça um último favor à nossa família. Ajude-me a fazer as pazes com o meu filho. Convença-o a me ouvir.
10.Bacharel: E o que você quer que ele faça?
11.Viktor Kain: Quando a hora chegar, em apenas dois dias, as crianças devem deixar o Poliedro. Caso contrário, minha filha Maria poderá morrer. E a minha morte e a do Georgi... também serão em vão.
12.Bacharel: Por que Maria morreria?
13.Viktor Kain: Porque ela será forçada a se tornar minha sucessora. Tomará tudo aquilo que atualmente possuo e, assim, se condenará à morte, e também sentenciará nossa família a extinção. Maria morrerá, e o espírito maravilhoso cuja memória tão cuidadosamente transmitimos desaparecerá na inexistência.
14.Bacharel: Eu não entendo.
15.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
16.Bacharel: Não.
17.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
18.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
16.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
12.Bacharel: Então você está se preparando para morrer?
13.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
14.Bacharel: Não.
15.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
16.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
14.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
4.Bacharel: Você está prestes a perder a cabeça ou a memória? A ainda por cima está me avisando com antecedência?
5.Viktor Kain: Você faz piadas... Mas eu estou falando sério. O que estou tentando dizer é que poderíamos involuntariamente entrar num estranho estado no qual nos perderíamos... Um sono, do qual não despertaríamos por muito tempo. Quem se ocuparia então de nossos assuntos?
6.Bacharel: Você os confiaria a mim?
7.Viktor Kain: Sim, com certeza. Você estaria disposto a cuidar... não, não de nós, mas do jardim que passamos toda a nossa vida cultivando? Há muitos machados afiados por aí que o cortariam até o esquecimento.
8.Bacharel: Sim, eu faria isso. Mas somente até que meus assuntos aqui estejam concluídos.
9.Viktor Kain: Muito obrigado. Agora, permita-me apresentar minha primeira exigência.
10.Bacharel: Você tem minha atenção. Imagino que seu pedido tenha algo a ver com a Torre?
11.Viktor Kain: De fato. Estou sem meios para influenciar meu filho. Agora que a cidade está ocupada por soldados, ele vai transformar o Poliedro em uma fortaleza, o que enfurecerá o exército. Temo que suas ações imprudentes possam resultar na destruição da Torre.
12.Bacharel: Isso é tão inaceitável assim?
13.Viktor Kain: É porque, não apenas há mil crianças se refugiando lá, Bacharel, mas a própria Torre é uma criação de um valor tão amplo que eu sacrificaria tudo para salvá-la. E muitos na cidade, incluindo nossos inimigos, estariam do meu lado. Sim. É inaceitável.
14.Bacharel: Não me soou tão convincente.
15.Viktor Kain: O Poliedro abriga um segredo. Não se sabe se foi por acaso ou se foi parte de uma criação engenhosa, mas funciona. Não sei se será revelado a você. Eu gostaria que você entrasse para convencer a si próprio da verdade que está presente nas minhas palavras.
16.Bacharel: Esse desejo é mútuo.
17.Viktor Kain: E se você tiver sucesso em ganhar a confiança do pequeno Kaspar, eu peço para que você faça um último favor à nossa família. Ajude-me a fazer as pazes com o meu filho. Convença-o a me ouvir.
18.Bacharel: E o que você quer que ele faça?
19.Viktor Kain: Quando a hora chegar, em apenas dois dias, as crianças devem deixar o Poliedro. Caso contrário, minha filha Maria poderá morrer. E a minha morte e a do Georgi... também serão em vão.
20.Bacharel: Por que Maria morreria?
21.Viktor Kain: Porque ela será forçada a se tornar minha sucessora. Tomará tudo aquilo que atualmente possuo e, assim, se condenará à morte, e também sentenciará nossa família a extinção. Maria morrerá, e o espírito maravilhoso cuja memória tão cuidadosamente transmitimos desaparecerá na inexistência.
22.Bacharel: Eu não entendo.
23.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
24.Bacharel: Não.
25.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
26.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
24.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
20.Bacharel: Então você está se preparando para morrer?
21.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
22.Bacharel: Não.
23.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
24.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
22.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
14.Bacharel: Eu concordo. O que você faria se suas palavras pudessem influenciar Kaspar?
15.Viktor Kain: Quando a hora chegar, em apenas dois dias, as crianças devem deixar o Poliedro. Caso contrário, minha filha Maria poderá morrer. E a minha morte e a do Georgi... também serão em vão.
16.Bacharel: Por que Maria morreria?
17.Viktor Kain: Porque ela será forçada a se tornar minha sucessora. Tomará tudo aquilo que atualmente possuo e, assim, se condenará à morte, e também sentenciará nossa família a extinção. Maria morrerá, e o espírito maravilhoso cuja memória tão cuidadosamente transmitimos desaparecerá na inexistência.
18.Bacharel: Eu não entendo.
19.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
20.Bacharel: Não.
21.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
22.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
20.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
16.Bacharel: Então você está se preparando para morrer?
17.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
18.Bacharel: Não.
19.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
20.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
18.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
12.Bacharel: Como isso pode ser evitado?
13.Viktor Kain: O Poliedro abriga um segredo. Não se sabe se foi por acaso ou se foi parte de uma criação engenhosa, mas funciona. Não sei se será revelado a você. Eu gostaria que você entrasse para convencer a si próprio da verdade que está presente nas minhas palavras.
14.Bacharel: Esse desejo é mútuo.
15.Viktor Kain: E se você tiver sucesso em ganhar a confiança do pequeno Kaspar, eu peço para que você faça um último favor à nossa família. Ajude-me a fazer as pazes com o meu filho. Convença-o a me ouvir.
16.Bacharel: E o que você quer que ele faça?
17.Viktor Kain: Quando a hora chegar, em apenas dois dias, as crianças devem deixar o Poliedro. Caso contrário, minha filha Maria poderá morrer. E a minha morte e a do Georgi... também serão em vão.
18.Bacharel: Por que Maria morreria?
19.Viktor Kain: Porque ela será forçada a se tornar minha sucessora. Tomará tudo aquilo que atualmente possuo e, assim, se condenará à morte, e também sentenciará nossa família a extinção. Maria morrerá, e o espírito maravilhoso cuja memória tão cuidadosamente transmitimos desaparecerá na inexistência.
20.Bacharel: Eu não entendo.
21.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
22.Bacharel: Não.
23.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
24.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
22.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
18.Bacharel: Então você está se preparando para morrer?
19.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
20.Bacharel: Não.
21.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
22.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
20.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
8.Bacharel: Não, eu não faria isso. Não quero esse tipo de responsabilidade.
2.Bacharel: Há um quarto Kain. O que vai ser dele?
3.Viktor Kain: De fato. Estou sem meios para influenciar meu filho. Agora que a cidade está ocupada por soldados, ele vai transformar o Poliedro em uma fortaleza, o que enfurecerá o exército. Temo que suas ações imprudentes possam resultar na destruição da Torre.
4.Bacharel: Isso é tão inaceitável assim?
5.Viktor Kain: É porque, não apenas há mil crianças se refugiando lá, Bacharel, mas a própria Torre é uma criação de um valor tão amplo que eu sacrificaria tudo para salvá-la. E muitos na cidade, incluindo nossos inimigos, estariam do meu lado. Sim. É inaceitável.
6.Bacharel: Não me soou tão convincente.
7.Viktor Kain: O Poliedro abriga um segredo. Não se sabe se foi por acaso ou se foi parte de uma criação engenhosa, mas funciona. Não sei se será revelado a você. Eu gostaria que você entrasse para convencer a si próprio da verdade que está presente nas minhas palavras.
8.Bacharel: Esse desejo é mútuo.
9.Viktor Kain: E se você tiver sucesso em ganhar a confiança do pequeno Kaspar, eu peço para que você faça um último favor à nossa família. Ajude-me a fazer as pazes com o meu filho. Convença-o a me ouvir.
10.Bacharel: E o que você quer que ele faça?
11.Viktor Kain: Quando a hora chegar, em apenas dois dias, as crianças devem deixar o Poliedro. Caso contrário, minha filha Maria poderá morrer. E a minha morte e a do Georgi... também serão em vão.
12.Bacharel: Por que Maria morreria?
13.Viktor Kain: Porque ela será forçada a se tornar minha sucessora. Tomará tudo aquilo que atualmente possuo e, assim, se condenará à morte, e também sentenciará nossa família a extinção. Maria morrerá, e o espírito maravilhoso cuja memória tão cuidadosamente transmitimos desaparecerá na inexistência.
14.Bacharel: Eu não entendo.
15.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
16.Bacharel: Não.
17.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
18.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
16.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
12.Bacharel: Então você está se preparando para morrer?
13.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
14.Bacharel: Não.
15.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
16.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
14.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
6.Bacharel: Eu concordo. O que você faria se suas palavras pudessem influenciar Kaspar?
7.Viktor Kain: Quando a hora chegar, em apenas dois dias, as crianças devem deixar o Poliedro. Caso contrário, minha filha Maria poderá morrer. E a minha morte e a do Georgi... também serão em vão.
8.Bacharel: Por que Maria morreria?
9.Viktor Kain: Porque ela será forçada a se tornar minha sucessora. Tomará tudo aquilo que atualmente possuo e, assim, se condenará à morte, e também sentenciará nossa família a extinção. Maria morrerá, e o espírito maravilhoso cuja memória tão cuidadosamente transmitimos desaparecerá na inexistência.
10.Bacharel: Eu não entendo.
11.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
12.Bacharel: Não.
13.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
14.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
12.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
8.Bacharel: Então você está se preparando para morrer?
9.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
10.Bacharel: Não.
11.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
12.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
10.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
4.Bacharel: Como isso pode ser evitado?
5.Viktor Kain: O Poliedro abriga um segredo. Não se sabe se foi por acaso ou se foi parte de uma criação engenhosa, mas funciona. Não sei se será revelado a você. Eu gostaria que você entrasse para convencer a si próprio da verdade que está presente nas minhas palavras.
6.Bacharel: Esse desejo é mútuo.
7.Viktor Kain: E se você tiver sucesso em ganhar a confiança do pequeno Kaspar, eu peço para que você faça um último favor à nossa família. Ajude-me a fazer as pazes com o meu filho. Convença-o a me ouvir.
8.Bacharel: E o que você quer que ele faça?
9.Viktor Kain: Quando a hora chegar, em apenas dois dias, as crianças devem deixar o Poliedro. Caso contrário, minha filha Maria poderá morrer. E a minha morte e a do Georgi... também serão em vão.
10.Bacharel: Por que Maria morreria?
11.Viktor Kain: Porque ela será forçada a se tornar minha sucessora. Tomará tudo aquilo que atualmente possuo e, assim, se condenará à morte, e também sentenciará nossa família a extinção. Maria morrerá, e o espírito maravilhoso cuja memória tão cuidadosamente transmitimos desaparecerá na inexistência.
12.Bacharel: Eu não entendo.
13.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
14.Bacharel: Não.
15.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
16.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
14.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
10.Bacharel: Então você está se preparando para morrer?
11.Viktor Kain: Vocês acreditam que é possível manipular a reencarnação?
12.Bacharel: Não.
13.Viktor Kain: Não só acreditamos, como temos a praticado com êxito há cinco gerações. Não me pergunte sobre os detalhes, isso seria ingênuo demais e, além disso... eu imploro para que convença Kaspar a abrir o Poliedro para nós quando chegar a hora.
14.Bacharel: Vou tentar. É um desejo meu de longa data entrar no Poliedro.
12.Bacharel: Sim. Acredito em você. Farei como você pedir.
1.Viktor Kain: Que novidades você traz?
2.Bacharel: Fale-me mais sobre por que você precisa que o Poliedro seja desocupado.
3.Viktor Kain: Neste momento o Poliedro é uma atração de um parque de diversões, semelhante a um balão de ar quente transformado em um playground por crianças bobas que não estão cientes de seu verdadeiro potencial. Está na hora de dar-lhe o papel para qual foi projetado.
4.Bacharel: E o que seria?
5.Viktor Kain: É uma armadilha, se preferir assim. Uma reverberação de espelhos que refletem infinitamente o semblante de uma alma perdida. Uma grande alma, Bacharel. Uma alma capaz de abraçar o mundo inteiro. É o ambiente perfeito para hospedar um espírito que perdeu sua forma física. Onde o mesmo pode viver e criar.
6.Bacharel: Criar?
7.Viktor Kain: A diferença entre o espírito e a mente reside no fato de que a criatividade no espírito não requer apoio externo. Sem ferramentas, sinais, linguagem. Simplesmente existe, e a graça de sua existência estende-se àqueles que se comunicariam com ele.
8.Bacharel: Isso é blasfêmia.
8.Bacharel: Isso me soa ingênuo. Mas você claramente não quis dizer isso literalmente.
9.Viktor Kain: Pelo contrário, é exatamente isso o que quero dizer.
10.Bacharel: Então não estou em posição de julgar o quão perto suas teorias estão da verdade.
11.Viktor Kain: O que eu considero verdade é o que sou capaz de observar consistentemente. E se o que observo é tão estranho que pode ser considerado como o resultado de uma doença mental ou espiritual, eu peço assistência para terceiros que possam me ajudar a conceber os fatos.
12.Bacharel: Não quis ofender com meu ceticismo.
12.Bacharel: Qui ingorabat, ingorabitur…
4.Bacharel: E onde as crianças brincariam então?
5.Viktor Kain: Parece que Piotr Stamatin idealizou um tipo de fortaleza peculiar para elas. Não sei se temos a capacidade de a construir agora... ou o espaço para tal. Mais importante, não sei se teríamos a permissão para o fazer. Agora que há uma Inquisidora aqui, não estamos mais livres.
6.Bacharel: Não podemos só jogar as crianças em uma vila infectada.
7.Viktor Kain: Claramente. Mas a Inquisidora me garantiu que encontrara o caminho para a vitória. Ela só precisa colocar seu plano em prática. Parece que não há muito progresso restante. Só encontrar a fonte, não é?
8.Bacharel: Sim. Acredita-se que seja um dos edifícios da cidade.
8.Bacharel: Vamos voltar ao Poliedro. Eu o interrompi com minha pergunta.
9.Viktor Kain: É uma armadilha, se preferir assim. Uma reverberação de espelhos que refletem infinitamente o semblante de uma alma perdida. Uma grande alma, Bacharel. Uma alma capaz de abraçar o mundo inteiro. É o ambiente perfeito para hospedar um espírito que perdeu sua forma física. Onde o mesmo pode viver e criar.
10.Bacharel: Criar?
11.Viktor Kain: A diferença entre o espírito e a mente reside no fato de que a criatividade no espírito não requer apoio externo. Sem ferramentas, sinais, linguagem. Simplesmente existe, e a graça de sua existência estende-se àqueles que se comunicariam com ele.
12.Bacharel: Isso é blasfêmia.
12.Bacharel: Isso me soa ingênuo. Mas você claramente não quis dizer isso literalmente.
13.Viktor Kain: Pelo contrário, é exatamente isso o que quero dizer.
14.Bacharel: Então não estou em posição de julgar o quão perto suas teorias estão da verdade.
15.Viktor Kain: O que eu considero verdade é o que sou capaz de observar consistentemente. E se o que observo é tão estranho que pode ser considerado como o resultado de uma doença mental ou espiritual, eu peço assistência para terceiros que possam me ajudar a conceber os fatos.
16.Bacharel: Não quis ofender com meu ceticismo.
16.Bacharel: Qui ingorabat, ingorabitur…
6.Bacharel: Por quê?
7.Viktor Kain: Porque, pela primeira vez em muitos anos, nossa cidade chamou a atenção dos Poderes Constituídos. Eles vão impor sua ideia de ordem aqui. A Inquisidora é apenas a primeira de muitas coisas que estão por vir.
8.Bacharel: Ela é uma Inquisidora especial. Ela está aqui por causa de circunstâncias incomuns das quais o senhor está ciente.
9.Viktor Kain: Claramente. Mas a Inquisidora me garantiu que encontrara o caminho para a vitória. Ela só precisa colocar seu plano em prática. Parece que não há muito progresso restante. Só encontrar a fonte, não é?
10.Bacharel: Sim. Acredita-se que seja um dos edifícios da cidade.
10.Bacharel: Vamos voltar ao Poliedro. Eu o interrompi com minha pergunta.
11.Viktor Kain: É uma armadilha, se preferir assim. Uma reverberação de espelhos que refletem infinitamente o semblante de uma alma perdida. Uma grande alma, Bacharel. Uma alma capaz de abraçar o mundo inteiro. É o ambiente perfeito para hospedar um espírito que perdeu sua forma física. Onde o mesmo pode viver e criar.
12.Bacharel: Criar?
13.Viktor Kain: A diferença entre o espírito e a mente reside no fato de que a criatividade no espírito não requer apoio externo. Sem ferramentas, sinais, linguagem. Simplesmente existe, e a graça de sua existência estende-se àqueles que se comunicariam com ele.
14.Bacharel: Isso é blasfêmia.
14.Bacharel: Isso me soa ingênuo. Mas você claramente não quis dizer isso literalmente.
15.Viktor Kain: Pelo contrário, é exatamente isso o que quero dizer.
16.Bacharel: Então não estou em posição de julgar o quão perto suas teorias estão da verdade.
17.Viktor Kain: O que eu considero verdade é o que sou capaz de observar consistentemente. E se o que observo é tão estranho que pode ser considerado como o resultado de uma doença mental ou espiritual, eu peço assistência para terceiros que possam me ajudar a conceber os fatos.
18.Bacharel: Não quis ofender com meu ceticismo.
18.Bacharel: Qui ingorabat, ingorabitur…
2.Bacharel: Seu filho pretende fazer guerra. Ele está disposto a me deixar entrar, mas está pedindo alguns rifles do exército em troca.
3.Viktor Kain: Ele irá adquiri-los, com ou sem sua ajuda. Se você não o ajudar, seus colegas ou outras pessoas o ajudarão. Traga o que ele lhe pede, mas faça-o prometer que não usará nem revelará as armas aos soldados até que eles tentem subir a Torre.
4.Bacharel: E os soldados irão tentar fazer alguma coisa desse tipo?
5.Viktor Kain: Eu acho que não. Que razão tem para fazê-lo? Mas seria melhor avisar Aleksandr Block, por precaução. Aliás, você já falou com ele?
6.Bacharel: Sim.
7.Viktor Kain: Que tipo de primeira impressão ele te deixou?
8.Bacharel: Um estrategista inteligente. Ele sabe mais do que parece.
8.Bacharel: Ele é um guerreiro nobre e corajoso. Acho que ele tenta agir como heróis lendários ou militares ancestrais.
8.Bacharel: Um homem aterrorizante. Um adversário perigoso. É melhor não fazer de pessoas como ele inimigos.
6.Bacharel: Não. Falarei com ele assim que tiver tempo.
2.Bacharel: Mal, como de costume.
1.Viktor Kain: Tudo será decidido amanhã. As pontas pretas dos canhões estão prontas para começar o bombardeio... é assim que se parece o vácuo negro da morte. Assim, o verdadeiro Nada, ao contrário da verdadeira magia, pode ser segurado com firmeza, com um anel de aço, e um de calibre particularmente grande!
2.Bacharel: Andrei está seguro, o mais seguro possível, de qualquer forma.
3.Viktor Kain: Minha gratidão não vai demorar muito para se mostrar. Amanhã mostrarei a vocês o quanto posso ser grato.
4.Bacharel: Amanhã?
4.Bacharel: Veremos.
5.Viktor Kain: Amanhã o universo será transformado uma vez mais! Destruiremos o ninho da praga, graças a você. Se fizeres um milagre, e conseguirmos manter o Poliedro fora de perigo, que milagres poderemos fazer... que poderes estarão à nossa disposição!
6.Bacharel: Do que você está falando?
7.Viktor Kain: Sem saber, você ajudará várias pessoas, incluindo Simon, a alcançar a imortalidade com sua vitória. Sim, o mesmo Simon cuja morte marcou o início do fim para nós. Mas vamos trazê-lo de volta do esquecimento! As pessoas viverão se Simon viver.
8.Bacharel: Por favor, me diga como você vai salvar a vida dele.
9.Viktor Kain: Você verá tudo amanhã. Mas peço-lhe que não os deixe atacar o Poliedro.
10.Bacharel: Impossível. Lamento dizer-vos isto, mas o Poliedro é a verdadeira causa do surto.
11.Viktor Kain: Isso não pode ser verdade!
12.Bacharel: Sim, pode. Está provado. Andrei forneceu a informação que faltava.
13.Viktor Kain: Como é possível?
14.Bacharel: A base do Poliedro liberou o veneno sob a cidade e trouxe-o para cima.
15.Viktor Kain: E será que a destruição do Poliedro irá parar a epidemia?
16.Bacharel: Possivelmente.
16.Bacharel: Uma boa pergunta... Não tenho certeza.
17.Viktor Kain: Daniil Dankovsky, por favor, não cometa um erro de última hora! Parece-me que Aglaya Lilich só quer uma coisa: destruir a Torre. Acho que ela só veio aqui para fazer isso, não para parar a epidemia.
18.Bacharel: Mas para quê?
19.Viktor Kain: Não sei. Mas ela a odeia terrivelmente. Enquanto esconde esse ódio por alguma razão.
20.Bacharel: Curioso...
20.Bacharel: E, por acaso, eu compartilho da opinião dela sobre o assunto.
10.Bacharel: Não se preocupe. Protegeremos o Poliedro a qualquer custo.
2.Bacharel: Isso é profundo.
2.Bacharel: Alguém tentou me dizer recentemente que essas coisas não podem ser entendidas.
2.Bacharel: Você tem as plantas do Poliedro? Já vi esses papéis na mesa, ali...
3.Viktor Kain: E o meu Andrei... Há rumores de que ele está em perigo?
4.Bacharel: Se ele estiver, vou tirá-lo de lá.
4.Bacharel: Muito provavelmente. Ele é do tipo que se mete em problemas. Sabe como é...
5.Viktor Kain: Se sim, então o que você está esperando? Ganhe ele de volta, ajude-o - e ele dirá algo que vai virar sua visão de mundo de cabeça para baixo. Depois disso não precisará das plantas dele.
6.Bacharel: Ele é o único que tem as plantas da fundação da Torre?
7.Viktor Kain: É. Ou talvez ele também não as tenha mais.
8.Bacharel: Alguém poderia tê-las também? Não tem uma cópia no arquivo da sua família? Sabe que seu tio me deu acesso a elas?
9.Viktor Kain: Preciso do meu Andrei! Mesmo que houvesse uma cópia no nosso arquivo, você não compreenderia as plantas agora! Mas se você ajudar Andrei, você verá um significado diferente das linhas e números dessas plantas. E eu vou recompensá-lo, se isso significa algo para você, é claro.
10.Bacharel: Está tudo bem. Ajudarei Andrei.
10.Bacharel: Aglaya vai consertar tudo. E você está certa, isso não significa mais nada.
6.Bacharel: Ele pode ser um louco bravateiro, mas também é um amigo e um colega meu... Eu o ajudarei.
1.Viktor Kain: A memória de uma pessoa concede-lhe uma imortalidade de certa forma. No entanto, quão cedo as pessoas esqueceram Simon! Ele está se desvanecendo a cada minuto que passa…
2.Bacharel: Sua filha pretende sair para a cidade. Você está ciente de seus planos?
3.Viktor Kain: Sim. Eu proibi isso.
4.Bacharel: Você consegue imaginar o que está acontecendo lá?
5.Viktor Kain: Não preciso, doutor. Eu posso apenas olhar pela minha janela - ou para você, nesse caso.
6.Bacharel: O que ela foi fazer na cidade?
7.Viktor Kain: Acho que ela foi ver os arquitetos. Andrei ou Piotr. Piotr, provavelmente. Ela precisava saber algo sobre a Torre. Sobre o funcionamento interno de algumas câmaras, acredito. Ela está particularmente preocupada com isso agora... por causa da memória de Simon desaparecendo.
8.Bacharel: As ruas são perigosas como o próprio inferno. E você é assim tão indiferente?
9.Viktor Kain: E disseram que Lilich restaurou a ordem nas ruas com um punho de ferro... É verdade que ergueram uma forca perto da ferrovia?
10.Bacharel: Falando em Aglaya Lilich, ela tem estado tentando conseguir uma audiência com Maria.
11.Viktor Kain: Eu não acho que nada de bom virá disso... Aglaya sempre foi uma garotinha má... Mas você sabe, eu sempre acreditei que as pessoas podem e mudam para melhor. Toda vez que um inimigo meu voltava após uma ausência prolongada, eu o recebia de braços abertos.
12.Bacharel: Você é uma pessoa generosa, Viktor... E... um pouco sonhadora. Perdoe minha falta de cerimônia.
10.Bacharel: Eu não vi. Eles acenderam fogueiras, no entanto.
8.Bacharel: Ótimo, vou interceptá-la lá. E, como punição pelo seu comportamento rebelde, vou marcar uma reunião com um certo membro da família para ela.
4.Bacharel: Parece que ela ignorou essa proibição.
5.Viktor Kain: Maria não me escuta mais. De qualquer forma, não sobrou muito de mim... Talvez alguma coisa mude quando a mãe dela voltar.
6.Bacharel: Quais são os negócios dela na cidade?
7.Viktor Kain: Acho que ela foi ver os arquitetos. Andrei ou Piotr. Piotr, provavelmente. Ela precisava saber algo sobre a Torre. Sobre o funcionamento interno de algumas câmaras, acredito. Ela está particularmente preocupada com isso agora... por causa da memória de Simon desaparecendo.
8.Bacharel: As ruas são perigosas como o próprio inferno. E você é assim tão indiferente?
9.Viktor Kain: E disseram que Lilich restaurou a ordem nas ruas com um punho de ferro... É verdade que ergueram uma forca perto da ferrovia?
10.Bacharel: Falando em Aglaya Lilich, ela tem estado tentando conseguir uma audiência com Maria.
11.Viktor Kain: Eu não acho que nada de bom virá disso... Aglaya sempre foi uma garotinha má... Mas você sabe, eu sempre acreditei que as pessoas podem e mudam para melhor. Toda vez que um inimigo meu voltava após uma ausência prolongada, eu o recebia de braços abertos.
12.Bacharel: Você é uma pessoa generosa, Viktor... E... um pouco sonhadora. Perdoe minha falta de cerimônia.
10.Bacharel: Eu não vi. Eles acenderam fogueiras, no entanto.
8.Bacharel: Ótimo, vou interceptá-la lá. E, como punição pelo seu comportamento rebelde, vou marcar uma reunião com um certo membro da família para ela.
2.Bacharel: Pare de se preocupar com isso! Você realmente não consegue pensar em mais nada agora?
1.Viktor Kain: Minha consciência ainda não voltou completamente para mim... mal posso imaginar o quanto deve ter mudado aqui desde então…
2.Bacharel: Preciso te fazer uma pergunta.
3.Viktor Kain: Pergunte. Vou responder da forma mais clara que puder. Você sabe por que os fantasmas sempre falam em enigmas? Isso costumava me confundir — afinal, nunca me senti compelido a recorrer à alegoria para tirar conclusões de minhas visões. Agora eu sei a resposta. Sua consciência é fragmentada.
4.Bacharel: É verdade que Simon Kain está vivo?
5.Viktor Kain: Mas o que você chama de vida?
6.Bacharel: Estranho… Ao longo da minha carreira, respondi a essa pergunta várias vezes… mas agora não sei o que dizer.
7.Viktor Kain: Você acredita na imortalidade da alma?
8.Bacharel: Sim.
8.Bacharel: Não. Eu não acredito nisso.
9.Viktor Kain: Você conhece o que chamamos de Memória?
10.Bacharel: Sim, acho que tenho a ideia básica.
11.Viktor Kain: Por que, então, você me fez essa pergunta sobre Simon?
12.Bacharel: Katerina estava em frenesi. Ela está convencida de que Simon está no Crisol.
13.Viktor Kain: Ah, então é por isso! Diga-me, Katerina só falou sobre Simon? Só ele? E você diz que ela estava em um frenesi? Ela não notou a presença de outra pessoa no Crisol, alguém cujo simples pensamento deveria fazer a garota tremer?
14.Bacharel: Não. Ela falou apenas de Simon.
15.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
16.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
17.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
18.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
18.Bacharel: Ele vai falar comigo?
19.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
20.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
20.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
14.Bacharel: ...Quem é você?
15.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
16.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
17.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
18.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
19.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
20.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
20.Bacharel: Ele vai falar comigo?
21.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
22.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
22.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
12.Bacharel: Quero saber onde Simon Kain está agora.
13.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
14.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
15.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
16.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
17.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
18.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
18.Bacharel: Ele vai falar comigo?
19.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
20.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
20.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
10.Bacharel: Não tenho certeza.
11.Viktor Kain: Memória são as partículas muito finas de uma pessoa que existem entre o que é a pessoa e tudo o que não é. Alguns têm a capacidade de coletar essas partículas. Enquanto as pessoas forem capazes de reter as partículas dentro de si mesmas, a pessoa não estará morta. Elas permanecem aqui, mas sua alma não está aprisionada. Ela voa para onde deveria estar.
12.Bacharel: Entendo agora.
13.Viktor Kain: Por que, então, você me fez essa pergunta sobre Simon?
14.Bacharel: Katerina estava em frenesi. Ela está convencida de que Simon está no Crisol.
15.Viktor Kain: Ah, então é por isso! Diga-me, Katerina só falou sobre Simon? Só ele? E você diz que ela estava em um frenesi? Ela não notou a presença de outra pessoa no Crisol, alguém cujo simples pensamento deveria fazer a garota tremer?
16.Bacharel: Não. Ela falou apenas de Simon.
17.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
18.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
19.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
20.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
20.Bacharel: Ele vai falar comigo?
21.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
22.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
22.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
16.Bacharel: ...Quem é você?
17.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
18.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
19.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
20.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
21.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
22.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
22.Bacharel: Ele vai falar comigo?
23.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
24.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
24.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
14.Bacharel: Quero saber onde Simon Kain está agora.
15.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
16.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
17.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
18.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
19.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
20.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
20.Bacharel: Ele vai falar comigo?
21.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
22.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
22.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
6.Bacharel: Vida é qualquer estado de um ser humano diferente da morte.
7.Viktor Kain: Você conhece o que chamamos de Memória?
8.Bacharel: Sim, acho que tenho a ideia básica.
9.Viktor Kain: Por que, então, você me fez essa pergunta sobre Simon?
10.Bacharel: Katerina estava em frenesi. Ela está convencida de que Simon está no Crisol.
11.Viktor Kain: Ah, então é por isso! Diga-me, Katerina só falou sobre Simon? Só ele? E você diz que ela estava em um frenesi? Ela não notou a presença de outra pessoa no Crisol, alguém cujo simples pensamento deveria fazer a garota tremer?
12.Bacharel: Não. Ela falou apenas de Simon.
13.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
14.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
15.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
16.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
16.Bacharel: Ele vai falar comigo?
17.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
18.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
18.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
12.Bacharel: ...Quem é você?
13.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
14.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
15.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
16.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
17.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
18.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
18.Bacharel: Ele vai falar comigo?
19.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
20.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
20.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
10.Bacharel: Quero saber onde Simon Kain está agora.
11.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
12.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
13.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
14.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
15.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
16.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
16.Bacharel: Ele vai falar comigo?
17.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
18.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
18.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
8.Bacharel: Não tenho certeza.
9.Viktor Kain: Memória são as partículas muito finas de uma pessoa que existem entre o que é a pessoa e tudo o que não é. Alguns têm a capacidade de coletar essas partículas. Enquanto as pessoas forem capazes de reter as partículas dentro de si mesmas, a pessoa não estará morta. Elas permanecem aqui, mas sua alma não está aprisionada. Ela voa para onde deveria estar.
10.Bacharel: Entendo agora.
11.Viktor Kain: Por que, então, você me fez essa pergunta sobre Simon?
12.Bacharel: Katerina estava em frenesi. Ela está convencida de que Simon está no Crisol.
13.Viktor Kain: Ah, então é por isso! Diga-me, Katerina só falou sobre Simon? Só ele? E você diz que ela estava em um frenesi? Ela não notou a presença de outra pessoa no Crisol, alguém cujo simples pensamento deveria fazer a garota tremer?
14.Bacharel: Não. Ela falou apenas de Simon.
15.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
16.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
17.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
18.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
18.Bacharel: Ele vai falar comigo?
19.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
20.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
20.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
14.Bacharel: ...Quem é você?
15.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
16.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
17.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
18.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
19.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
20.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
20.Bacharel: Ele vai falar comigo?
21.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
22.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
22.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
12.Bacharel: Quero saber onde Simon Kain está agora.
13.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
14.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
15.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
16.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
17.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
18.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
18.Bacharel: Ele vai falar comigo?
19.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
20.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
20.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
4.Bacharel: Viktor, Eu—
5.Viktor Kain: Ha ha ha… perdoe-me essa risada inapropriada. Estou muito desacostumado com isso. E eu não quero me acostumar com isso porque esse estado não vai continuar por muito tempo. Então você—
6.Bacharel: Ouvi dizer que Simon Kain está vivo. Isso é verdade?
7.Viktor Kain: Mas o que você chama de vida?
8.Bacharel: Estranho… Ao longo da minha carreira, respondi a essa pergunta várias vezes… mas agora não sei o que dizer.
9.Viktor Kain: Você acredita na imortalidade da alma?
10.Bacharel: Sim.
10.Bacharel: Não. Eu não acredito nisso.
11.Viktor Kain: Você conhece o que chamamos de Memória?
12.Bacharel: Sim, acho que tenho a ideia básica.
13.Viktor Kain: Por que, então, você me fez essa pergunta sobre Simon?
14.Bacharel: Katerina estava em frenesi. Ela está convencida de que Simon está no Crisol.
15.Viktor Kain: Ah, então é por isso! Diga-me, Katerina só falou sobre Simon? Só ele? E você diz que ela estava em um frenesi? Ela não notou a presença de outra pessoa no Crisol, alguém cujo simples pensamento deveria fazer a garota tremer?
16.Bacharel: Não. Ela falou apenas de Simon.
17.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
18.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
19.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
20.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
20.Bacharel: Ele vai falar comigo?
21.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
22.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
22.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
16.Bacharel: ...Quem é você?
17.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
18.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
19.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
20.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
21.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
22.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
22.Bacharel: Ele vai falar comigo?
23.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
24.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
24.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
14.Bacharel: Quero saber onde Simon Kain está agora.
15.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
16.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
17.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
18.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
19.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
20.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
20.Bacharel: Ele vai falar comigo?
21.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
22.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
22.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
12.Bacharel: Não tenho certeza.
13.Viktor Kain: Memória são as partículas muito finas de uma pessoa que existem entre o que é a pessoa e tudo o que não é. Alguns têm a capacidade de coletar essas partículas. Enquanto as pessoas forem capazes de reter as partículas dentro de si mesmas, a pessoa não estará morta. Elas permanecem aqui, mas sua alma não está aprisionada. Ela voa para onde deveria estar.
14.Bacharel: Entendo agora.
15.Viktor Kain: Por que, então, você me fez essa pergunta sobre Simon?
16.Bacharel: Katerina estava em frenesi. Ela está convencida de que Simon está no Crisol.
17.Viktor Kain: Ah, então é por isso! Diga-me, Katerina só falou sobre Simon? Só ele? E você diz que ela estava em um frenesi? Ela não notou a presença de outra pessoa no Crisol, alguém cujo simples pensamento deveria fazer a garota tremer?
18.Bacharel: Não. Ela falou apenas de Simon.
19.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
20.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
21.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
22.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
22.Bacharel: Ele vai falar comigo?
23.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
24.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
24.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
18.Bacharel: ...Quem é você?
19.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
20.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
21.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
22.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
23.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
24.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
24.Bacharel: Ele vai falar comigo?
25.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
26.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
26.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
16.Bacharel: Quero saber onde Simon Kain está agora.
17.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
18.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
19.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
20.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
21.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
22.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
22.Bacharel: Ele vai falar comigo?
23.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
24.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
24.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
8.Bacharel: Vida é qualquer estado de um ser humano diferente da morte.
9.Viktor Kain: Você conhece o que chamamos de Memória?
10.Bacharel: Sim, acho que tenho a ideia básica.
11.Viktor Kain: Por que, então, você me fez essa pergunta sobre Simon?
12.Bacharel: Katerina estava em frenesi. Ela está convencida de que Simon está no Crisol.
13.Viktor Kain: Ah, então é por isso! Diga-me, Katerina só falou sobre Simon? Só ele? E você diz que ela estava em um frenesi? Ela não notou a presença de outra pessoa no Crisol, alguém cujo simples pensamento deveria fazer a garota tremer?
14.Bacharel: Não. Ela falou apenas de Simon.
15.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
16.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
17.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
18.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
18.Bacharel: Ele vai falar comigo?
19.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
20.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
20.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
14.Bacharel: ...Quem é você?
15.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
16.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
17.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
18.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
19.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
20.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
20.Bacharel: Ele vai falar comigo?
21.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
22.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
22.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
12.Bacharel: Quero saber onde Simon Kain está agora.
13.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
14.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
15.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
16.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
17.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
18.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
18.Bacharel: Ele vai falar comigo?
19.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
20.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
20.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
10.Bacharel: Não tenho certeza.
11.Viktor Kain: Memória são as partículas muito finas de uma pessoa que existem entre o que é a pessoa e tudo o que não é. Alguns têm a capacidade de coletar essas partículas. Enquanto as pessoas forem capazes de reter as partículas dentro de si mesmas, a pessoa não estará morta. Elas permanecem aqui, mas sua alma não está aprisionada. Ela voa para onde deveria estar.
12.Bacharel: Entendo agora.
13.Viktor Kain: Por que, então, você me fez essa pergunta sobre Simon?
14.Bacharel: Katerina estava em frenesi. Ela está convencida de que Simon está no Crisol.
15.Viktor Kain: Ah, então é por isso! Diga-me, Katerina só falou sobre Simon? Só ele? E você diz que ela estava em um frenesi? Ela não notou a presença de outra pessoa no Crisol, alguém cujo simples pensamento deveria fazer a garota tremer?
16.Bacharel: Não. Ela falou apenas de Simon.
17.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
18.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
19.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
20.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
20.Bacharel: Ele vai falar comigo?
21.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
22.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
22.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
16.Bacharel: ...Quem é você?
17.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
18.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
19.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
20.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
21.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
22.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
22.Bacharel: Ele vai falar comigo?
23.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
24.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
24.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
14.Bacharel: Quero saber onde Simon Kain está agora.
15.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
16.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
17.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
18.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
19.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
20.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
20.Bacharel: Ele vai falar comigo?
21.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
22.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
22.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
6.Bacharel: Qual estado?
7.Viktor Kain: Você conhece o que chamamos de Memória?
8.Bacharel: Sim, acho que tenho a ideia básica.
9.Viktor Kain: Por que, então, você me fez essa pergunta sobre Simon?
10.Bacharel: Katerina estava em frenesi. Ela está convencida de que Simon está no Crisol.
11.Viktor Kain: Ah, então é por isso! Diga-me, Katerina só falou sobre Simon? Só ele? E você diz que ela estava em um frenesi? Ela não notou a presença de outra pessoa no Crisol, alguém cujo simples pensamento deveria fazer a garota tremer?
12.Bacharel: Não. Ela falou apenas de Simon.
13.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
14.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
15.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
16.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
16.Bacharel: Ele vai falar comigo?
17.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
18.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
18.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
12.Bacharel: ...Quem é você?
13.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
14.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
15.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
16.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
17.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
18.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
18.Bacharel: Ele vai falar comigo?
19.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
20.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
20.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
10.Bacharel: Quero saber onde Simon Kain está agora.
11.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
12.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
13.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
14.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
15.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
16.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
16.Bacharel: Ele vai falar comigo?
17.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
18.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
18.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
8.Bacharel: Não tenho certeza.
9.Viktor Kain: Memória são as partículas muito finas de uma pessoa que existem entre o que é a pessoa e tudo o que não é. Alguns têm a capacidade de coletar essas partículas. Enquanto as pessoas forem capazes de reter as partículas dentro de si mesmas, a pessoa não estará morta. Elas permanecem aqui, mas sua alma não está aprisionada. Ela voa para onde deveria estar.
10.Bacharel: Entendo agora.
11.Viktor Kain: Por que, então, você me fez essa pergunta sobre Simon?
12.Bacharel: Katerina estava em frenesi. Ela está convencida de que Simon está no Crisol.
13.Viktor Kain: Ah, então é por isso! Diga-me, Katerina só falou sobre Simon? Só ele? E você diz que ela estava em um frenesi? Ela não notou a presença de outra pessoa no Crisol, alguém cujo simples pensamento deveria fazer a garota tremer?
14.Bacharel: Não. Ela falou apenas de Simon.
15.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
16.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
17.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
18.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
18.Bacharel: Ele vai falar comigo?
19.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
20.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
20.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
14.Bacharel: ...Quem é você?
15.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
16.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
17.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
18.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
19.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
20.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
20.Bacharel: Ele vai falar comigo?
21.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
22.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
22.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
12.Bacharel: Quero saber onde Simon Kain está agora.
13.Viktor Kain: Você não sabe a resposta para esta pergunta. Se minha filha não tivesse se apaixonado por você, você não teria permissão para fazer nem mesmo as perguntas que fez até agora. Por que você veio aqui, Bacharel Dankovsky?
14.Bacharel: Quero saber a verdade sobre Simon.
15.Viktor Kain: Então você quer saber a verdade sobre Simon? Que assim seja. Você irá. A verdade é que Georgi Kain, que desejava tão ardentemente a vida eterna para seu irmão, se comprometeu inteiramente com a Memória de Simon. Ele está completamente imbuído de memórias dele. Foi isso que Katerina viu... mas ela é muito descuidada com suas visões.
16.Bacharel: Acho que estou começando a entender…
17.Viktor Kain: Se Katerina começar a espalhar rumores sobre o retorno de Simon, diga a eles que Georgi enlouqueceu. Que ele imagina ser Simon, e Katerina está sentindo essas vibrações... Fale com Georgi; que ele confirme seu consentimento em ser apresentado como um louco.
18.Bacharel: Você quer dizer que ele mesmo concorda que eu o pinto como louco?
18.Bacharel: Ele vai falar comigo?
19.Viktor Kain: Sim. Vá até ele. Conversar com ele abrirá seus olhos para a verdade. Afinal, você é um homem perspicaz. Ajude-nos. Tais rumores seriam muito inoportunos. E, por favor, aceite algum dinheiro. Será útil para calar algumas bocas particularmente grandes.
20.Bacharel: Pois aceitar eu vou. Eu ouço as palavras de uma pessoa nascida para governar. Estou duplamente grato por esse poder não ter nada a ver comigo.
20.Bacharel: ...Você realmente não tem ideia do quanto mudou. O custo de calar a boca agora é várias vezes maior.
2.Bacharel: O que esta acontecendo com você? Não é assim que você normalmente fala.
2.Bacharel: Vejo que seria melhor não te incomodar agora.
1.Viktor Kain: Maria está se preparando para se tornar uma Senhora. Você sabe sobre as Damas, Bacharel Dankovsky?
2.Bacharel: Sim, já ouvi falar sobre as Senhoras.
3.Viktor Kain: Não temos certeza se devemos estar felizes ou tristes. A alegria não poderia ser maior com ela se tornando mãe, pois hoje nascerá uma criatura maravilhosa. Mas a tristeza também é grande. Maria está partindo. Nós tínhamos uma filha amada - e hoje vamos perdê-la.
4.Bacharel: Ela queria falar comigo, não queria?
5.Viktor Kain: Agora é tarde demais. Maria está inconsciente. Seu último choque foi ontem à noite. Ela acordou por um breve momento - e depois caiu de novo nas profundezas. Ela vai acordar logo. E acredito que minha filha será capaz de se levantar das profundezas para as qual ela desceu.
6.Bacharel: Por que ela me chamou?
6.Bacharel: Então eu deveria partir para não perturbar ela.
7.Viktor Kain: Minha filha tinha dois desejos finais. Falar com a mãe e visitar as outras duas crisálidas. Ela não pode fazer nenhuma das duas coisas agora. Acho que ela nunca mais vai falar com a mãe. Mas ela deve ver as futuras Senhoras. Elas devem reconhecê-la.
8.Bacharel: Há algo que eu possa fazer para ajudar?
9.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
10.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
11.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
12.Bacharel: Isso muda as coisas.
12.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
10.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
8.Bacharel: Quem são essas futuras Senhoras?
9.Viktor Kain: Havia três poderes em nossa cidade. Eles podem não existir mais, mas deixaram descendentes. Duas herdeiras se tornarão Senhoras quando chegar a hora delas. Uma é Kapella, a filha de Viktoria. Eu não sei quem é a outra. Pode ser a sucessora de Saburov, mas não é Klara. Klara é pura.
10.Bacharel: Por que você está me dizendo isso?
11.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
12.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
13.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
14.Bacharel: Isso muda as coisas.
14.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
12.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
10.Bacharel: Os Saburovs não tiveram outra sucessora. Por que você tem tanta certeza de que não é a Klara?
11.Viktor Kain: Porque Klara esteve aqui há um tempo. Ela me olhou nos olhos - e eu consigo distinguir o bem do mal! Não, ela não é a Senhora da Terra. Ela pode muito bem ser uma verdadeira santa. Mas eu posso sentir onde está a verdadeira Senhora da Terra. Ela está escondida em algum lugar no Termiteiro.
12.Bacharel: Muito bem. Há alguma coisa que você quer que eu diga a eles?
13.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
14.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
15.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
16.Bacharel: Isso muda as coisas.
16.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
14.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
4.Bacharel: Você escreveu que a chegada de uma Senhora vai deter a peste. Por quê?
5.Viktor Kain: Não vai detê-la. Vai prenunciá-la. Você é o unico que pode deter a peste, Bacharel Dankovsky. Seu caminho e o de Maria são paralelos por enquanto - e próximos um do outro, também. Uma coisa eu sei com certeza: quando vier uma Senhora, a peste irá embora de nossas vidas. Elas são incompatíveis.
6.Bacharel: Quero ver Maria.
7.Viktor Kain: Agora é tarde demais. Maria está inconsciente. Seu último choque foi ontem à noite. Ela acordou por um breve momento - e depois caiu de novo nas profundezas. Ela vai acordar logo. E acredito que minha filha será capaz de se levantar das profundezas para as qual ela desceu.
8.Bacharel: Por que ela me chamou?
8.Bacharel: Então eu deveria partir para não perturbar ela.
9.Viktor Kain: Minha filha tinha dois desejos finais. Falar com a mãe e visitar as outras duas crisálidas. Ela não pode fazer nenhuma das duas coisas agora. Acho que ela nunca mais vai falar com a mãe. Mas ela deve ver as futuras Senhoras. Elas devem reconhecê-la.
10.Bacharel: Há algo que eu possa fazer para ajudar?
11.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
12.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
13.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
14.Bacharel: Isso muda as coisas.
14.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
12.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
10.Bacharel: Quem são essas futuras Senhoras?
11.Viktor Kain: Havia três poderes em nossa cidade. Eles podem não existir mais, mas deixaram descendentes. Duas herdeiras se tornarão Senhoras quando chegar a hora delas. Uma é Kapella, a filha de Viktoria. Eu não sei quem é a outra. Pode ser a sucessora de Saburov, mas não é Klara. Klara é pura.
12.Bacharel: Por que você está me dizendo isso?
13.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
14.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
15.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
16.Bacharel: Isso muda as coisas.
16.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
14.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
12.Bacharel: Os Saburovs não tiveram outra sucessora. Por que você tem tanta certeza de que não é a Klara?
13.Viktor Kain: Porque Klara esteve aqui há um tempo. Ela me olhou nos olhos - e eu consigo distinguir o bem do mal! Não, ela não é a Senhora da Terra. Ela pode muito bem ser uma verdadeira santa. Mas eu posso sentir onde está a verdadeira Senhora da Terra. Ela está escondida em algum lugar no Termiteiro.
14.Bacharel: Muito bem. Há alguma coisa que você quer que eu diga a eles?
15.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
16.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
17.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
18.Bacharel: Isso muda as coisas.
18.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
16.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
2.Bacharel: Não. Conte mais.
3.Viktor Kain: Uma Senhora dá vida a tudo o que tocar com as mãos, com palavras, ou mesmo com seus pensamentos. Como aquele antigo rei que transformava pão, árvores e água em ouro com um toque. Mas o toque do rei transformava os vivos em mortos. Uma Senhora faz o contrário.
4.Bacharel: Como isso funciona?
5.Viktor Kain: Isso eu não sei. Sei que isso acontece, e sei que não há maior alegria no mundo. Uma Senhora dará vida a um brinquedo ao segurá-lo em suas mãos. Se ela meramente pensar nisso, e a boneca ganhará lembranças de sua história familiar até a sétima geração. Se ela a visualizar em um sonho - a boneca será capaz de criar.
6.Bacharel: E Maria está se tornando uma dessas mulheres?
7.Viktor Kain: Não temos certeza se devemos estar felizes ou tristes. A alegria não poderia ser maior com ela se tornando mãe, pois hoje nascerá uma criatura maravilhosa. Mas a tristeza também é grande. Maria está partindo. Nós tínhamos uma filha amada - e hoje vamos perdê-la.
8.Bacharel: Ela queria falar comigo, não queria?
9.Viktor Kain: Agora é tarde demais. Maria está inconsciente. Seu último choque foi ontem à noite. Ela acordou por um breve momento - e depois caiu de novo nas profundezas. Ela vai acordar logo. E acredito que minha filha será capaz de se levantar das profundezas para as qual ela desceu.
10.Bacharel: Por que ela me chamou?
10.Bacharel: Então eu deveria partir para não perturbar ela.
11.Viktor Kain: Minha filha tinha dois desejos finais. Falar com a mãe e visitar as outras duas crisálidas. Ela não pode fazer nenhuma das duas coisas agora. Acho que ela nunca mais vai falar com a mãe. Mas ela deve ver as futuras Senhoras. Elas devem reconhecê-la.
12.Bacharel: Há algo que eu possa fazer para ajudar?
13.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
14.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
15.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
16.Bacharel: Isso muda as coisas.
16.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
14.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
12.Bacharel: Quem são essas futuras Senhoras?
13.Viktor Kain: Havia três poderes em nossa cidade. Eles podem não existir mais, mas deixaram descendentes. Duas herdeiras se tornarão Senhoras quando chegar a hora delas. Uma é Kapella, a filha de Viktoria. Eu não sei quem é a outra. Pode ser a sucessora de Saburov, mas não é Klara. Klara é pura.
14.Bacharel: Por que você está me dizendo isso?
15.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
16.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
17.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
18.Bacharel: Isso muda as coisas.
18.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
16.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
14.Bacharel: Os Saburovs não tiveram outra sucessora. Por que você tem tanta certeza de que não é a Klara?
15.Viktor Kain: Porque Klara esteve aqui há um tempo. Ela me olhou nos olhos - e eu consigo distinguir o bem do mal! Não, ela não é a Senhora da Terra. Ela pode muito bem ser uma verdadeira santa. Mas eu posso sentir onde está a verdadeira Senhora da Terra. Ela está escondida em algum lugar no Termiteiro.
16.Bacharel: Muito bem. Há alguma coisa que você quer que eu diga a eles?
17.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
18.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
19.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
20.Bacharel: Isso muda as coisas.
20.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
18.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
8.Bacharel: Você escreveu que a chegada de uma Senhora vai deter a peste. Por quê?
9.Viktor Kain: Não vai detê-la. Vai prenunciá-la. Você é o unico que pode deter a peste, Bacharel Dankovsky. Seu caminho e o de Maria são paralelos por enquanto - e próximos um do outro, também. Uma coisa eu sei com certeza: quando vier uma Senhora, a peste irá embora de nossas vidas. Elas são incompatíveis.
10.Bacharel: Quero ver Maria.
11.Viktor Kain: Agora é tarde demais. Maria está inconsciente. Seu último choque foi ontem à noite. Ela acordou por um breve momento - e depois caiu de novo nas profundezas. Ela vai acordar logo. E acredito que minha filha será capaz de se levantar das profundezas para as qual ela desceu.
12.Bacharel: Por que ela me chamou?
12.Bacharel: Então eu deveria partir para não perturbar ela.
13.Viktor Kain: Minha filha tinha dois desejos finais. Falar com a mãe e visitar as outras duas crisálidas. Ela não pode fazer nenhuma das duas coisas agora. Acho que ela nunca mais vai falar com a mãe. Mas ela deve ver as futuras Senhoras. Elas devem reconhecê-la.
14.Bacharel: Há algo que eu possa fazer para ajudar?
15.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
16.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
17.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
18.Bacharel: Isso muda as coisas.
18.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
16.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
14.Bacharel: Quem são essas futuras Senhoras?
15.Viktor Kain: Havia três poderes em nossa cidade. Eles podem não existir mais, mas deixaram descendentes. Duas herdeiras se tornarão Senhoras quando chegar a hora delas. Uma é Kapella, a filha de Viktoria. Eu não sei quem é a outra. Pode ser a sucessora de Saburov, mas não é Klara. Klara é pura.
16.Bacharel: Por que você está me dizendo isso?
17.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
18.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
19.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
20.Bacharel: Isso muda as coisas.
20.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
18.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
16.Bacharel: Os Saburovs não tiveram outra sucessora. Por que você tem tanta certeza de que não é a Klara?
17.Viktor Kain: Porque Klara esteve aqui há um tempo. Ela me olhou nos olhos - e eu consigo distinguir o bem do mal! Não, ela não é a Senhora da Terra. Ela pode muito bem ser uma verdadeira santa. Mas eu posso sentir onde está a verdadeira Senhora da Terra. Ela está escondida em algum lugar no Termiteiro.
18.Bacharel: Muito bem. Há alguma coisa que você quer que eu diga a eles?
19.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
20.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
21.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
22.Bacharel: Isso muda as coisas.
22.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
20.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
4.Bacharel: Entendo.
5.Viktor Kain: Não temos certeza se devemos estar felizes ou tristes. A alegria não poderia ser maior com ela se tornando mãe, pois hoje nascerá uma criatura maravilhosa. Mas a tristeza também é grande. Maria está partindo. Nós tínhamos uma filha amada - e hoje vamos perdê-la.
6.Bacharel: Ela queria falar comigo, não queria?
7.Viktor Kain: Agora é tarde demais. Maria está inconsciente. Seu último choque foi ontem à noite. Ela acordou por um breve momento - e depois caiu de novo nas profundezas. Ela vai acordar logo. E acredito que minha filha será capaz de se levantar das profundezas para as qual ela desceu.
8.Bacharel: Por que ela me chamou?
8.Bacharel: Então eu deveria partir para não perturbar ela.
9.Viktor Kain: Minha filha tinha dois desejos finais. Falar com a mãe e visitar as outras duas crisálidas. Ela não pode fazer nenhuma das duas coisas agora. Acho que ela nunca mais vai falar com a mãe. Mas ela deve ver as futuras Senhoras. Elas devem reconhecê-la.
10.Bacharel: Há algo que eu possa fazer para ajudar?
11.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
12.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
13.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
14.Bacharel: Isso muda as coisas.
14.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
12.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
10.Bacharel: Quem são essas futuras Senhoras?
11.Viktor Kain: Havia três poderes em nossa cidade. Eles podem não existir mais, mas deixaram descendentes. Duas herdeiras se tornarão Senhoras quando chegar a hora delas. Uma é Kapella, a filha de Viktoria. Eu não sei quem é a outra. Pode ser a sucessora de Saburov, mas não é Klara. Klara é pura.
12.Bacharel: Por que você está me dizendo isso?
13.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
14.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
15.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
16.Bacharel: Isso muda as coisas.
16.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
14.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
12.Bacharel: Os Saburovs não tiveram outra sucessora. Por que você tem tanta certeza de que não é a Klara?
13.Viktor Kain: Porque Klara esteve aqui há um tempo. Ela me olhou nos olhos - e eu consigo distinguir o bem do mal! Não, ela não é a Senhora da Terra. Ela pode muito bem ser uma verdadeira santa. Mas eu posso sentir onde está a verdadeira Senhora da Terra. Ela está escondida em algum lugar no Termiteiro.
14.Bacharel: Muito bem. Há alguma coisa que você quer que eu diga a eles?
15.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
16.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
17.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
18.Bacharel: Isso muda as coisas.
18.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
16.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
6.Bacharel: Você escreveu que a chegada de uma Senhora vai deter a peste. Por quê?
7.Viktor Kain: Não vai detê-la. Vai prenunciá-la. Você é o unico que pode deter a peste, Bacharel Dankovsky. Seu caminho e o de Maria são paralelos por enquanto - e próximos um do outro, também. Uma coisa eu sei com certeza: quando vier uma Senhora, a peste irá embora de nossas vidas. Elas são incompatíveis.
8.Bacharel: Quero ver Maria.
9.Viktor Kain: Agora é tarde demais. Maria está inconsciente. Seu último choque foi ontem à noite. Ela acordou por um breve momento - e depois caiu de novo nas profundezas. Ela vai acordar logo. E acredito que minha filha será capaz de se levantar das profundezas para as qual ela desceu.
10.Bacharel: Por que ela me chamou?
10.Bacharel: Então eu deveria partir para não perturbar ela.
11.Viktor Kain: Minha filha tinha dois desejos finais. Falar com a mãe e visitar as outras duas crisálidas. Ela não pode fazer nenhuma das duas coisas agora. Acho que ela nunca mais vai falar com a mãe. Mas ela deve ver as futuras Senhoras. Elas devem reconhecê-la.
12.Bacharel: Há algo que eu possa fazer para ajudar?
13.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
14.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
15.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
16.Bacharel: Isso muda as coisas.
16.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
14.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
12.Bacharel: Quem são essas futuras Senhoras?
13.Viktor Kain: Havia três poderes em nossa cidade. Eles podem não existir mais, mas deixaram descendentes. Duas herdeiras se tornarão Senhoras quando chegar a hora delas. Uma é Kapella, a filha de Viktoria. Eu não sei quem é a outra. Pode ser a sucessora de Saburov, mas não é Klara. Klara é pura.
14.Bacharel: Por que você está me dizendo isso?
15.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
16.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
17.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
18.Bacharel: Isso muda as coisas.
18.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
16.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
14.Bacharel: Os Saburovs não tiveram outra sucessora. Por que você tem tanta certeza de que não é a Klara?
15.Viktor Kain: Porque Klara esteve aqui há um tempo. Ela me olhou nos olhos - e eu consigo distinguir o bem do mal! Não, ela não é a Senhora da Terra. Ela pode muito bem ser uma verdadeira santa. Mas eu posso sentir onde está a verdadeira Senhora da Terra. Ela está escondida em algum lugar no Termiteiro.
16.Bacharel: Muito bem. Há alguma coisa que você quer que eu diga a eles?
17.Viktor Kain: Alguém precisa pegar os símbolos de sucessão dessas 'crisálidas'. Elas sabem do que se trata porque também podem sentir esse despertar. É muito possível que Kapella saiba quem herdou o título de Katerina, a usurpadora Senhora da Terra. Ela era, afinal, a líder de um dos poderes enquanto estávamos mortos.
18.Bacharel: Mas por que você está me perguntando?
19.Viktor Kain: Foi Maria. Ela apontou especificamente que não queria que a mão de um estranho tocasse os anéis que adornariam para sempre seu corpo.
20.Bacharel: Isso muda as coisas.
20.Bacharel: Não. Sou um péssimo mensageiro.
18.Bacharel: Farei isso com todo prazer.
1.Viktor Kain: Você salvou minha vida. Obrigado. Em breve terei a oportunidade de usá-la bem.
2.Bacharel: O que você vai fazer da sua vida? Diga-me.
3.Viktor Kain: É simples. Não ficarei aqui por muito tempo. Quando tudo estiver terminado e eu tiver certeza de que minha filha se tornou a Senhora Escarlate, irei me mudar para Focus. Meu lugar é lá.
4.Bacharel: Mas se a cidade for destruída, o Crisol também será arrasado. Apenas lascas e montes de pedras mortas vão permanecer aqui.
5.Viktor Kain: Mas o Foco não é bem um lugar. Ele sobreviverá à destruição da cidade. Você pode ver como essas casas são minúsculas... O Foco nada mais é do que um mero brinquedo. E o Poliedro será suficiente para todos. Nós nos daremos bem com Simon. E quando uma nova cidade for projetada, nós nos dissolveremos em suas dádivas.
6.Bacharel: Então haverá uma nova cidade?
7.Viktor Kain: É assim que vai ser. A cidade nesta margem do rio ficará deserta. Uma nova cidade será construída na outra margem do Gorkhon; uma cidade maior, mais livre e mais bonita. As pessoas que encontrarem abrigo no casulo especular se tornarão seus novos habitantes. Tudo vai mudar para melhor.
8.Bacharel: Última pergunta... Conte-me sobre Nina.
9.Viktor Kain: Ela era uma mulher radiante e linda. Um castanho escuro com um penteado complexo. Seus olhos eram profundos e da cor da ameixa francesa; suas feições eram nobres. Sua única falha era a tendência de assoar as narinas, mas isso era quase imperceptível: elas eram finas, apertadas e elegantes.
10.Bacharel: Isso é desculpável. O que mais?
11.Viktor Kain: Ela estava sempre cuidando com suas maneiras. Ela tinha uma atitude imperial. Nina era muito alta e sua cintura era tão fina que um homem poderia segurá-la com as duas mãos. Ela gostava de canela e cereja preta. Isso é suficiente?
12.Bacharel: Posso ver agora que você realmente a amava muito...
12.Bacharel: Obrigado. Isso é suficiente.
8.Bacharel: Entendo.
6.Bacharel: Minha mente está confusa... Queria que sua vitória não tivesse sido comprada pelo preço da sua loucura, Viktor. Para falar a verdade, você é o único aqui que realmente enlouqueceu...
4.Bacharel: O que vai acontecer com esse lugar?
5.Viktor Kain: É assim que vai ser. A cidade nesta margem do rio ficará deserta. Uma nova cidade será construída na outra margem do Gorkhon; uma cidade maior, mais livre e mais bonita. As pessoas que encontrarem abrigo no casulo especular se tornarão seus novos habitantes. Tudo vai mudar para melhor.
6.Bacharel: Última pergunta... Conte-me sobre Nina.
7.Viktor Kain: Ela era uma mulher radiante e linda. Um castanho escuro com um penteado complexo. Seus olhos eram profundos e da cor da ameixa francesa; suas feições eram nobres. Sua única falha era a tendência de assoar as narinas, mas isso era quase imperceptível: elas eram finas, apertadas e elegantes.
8.Bacharel: Isso é desculpável. O que mais?
9.Viktor Kain: Ela estava sempre cuidando com suas maneiras. Ela tinha uma atitude imperial. Nina era muito alta e sua cintura era tão fina que um homem poderia segurá-la com as duas mãos. Ela gostava de canela e cereja preta. Isso é suficiente?
10.Bacharel: Posso ver agora que você realmente a amava muito...
10.Bacharel: Obrigado. Isso é suficiente.
6.Bacharel: Entendo.
2.Bacharel: Seu olhar me assusta. Me parece uma criatura inimaginável vivendo num abismo estrelado olhando para mim através dos olhos de Viktor...
1.Viktor Kain: Um novo fenômeno se manifestou hoje. Pode ser do seu interesse, como certamente é do meu. Podemos ter tropeçado em um mistério cuja solução pode ter consequências de longo alcance. Isso diz respeito ao distrito da Alçaria.
2.Bacharel: Diga-me. Isso é de especial interesse para mim por causa da busca contínua por edifícios que possam servir como enfermarias sanitárias.
2.Bacharel: É notável como esse... microrganismo parece penetrar nas paredes e permear o ar. Isto não deveria acontecer. Este micróbio não sobrevive muito tempo fora de um ambiente rico em nutrientes.
3.Viktor Kain: De fato. Você está lendo meus pensamentos. A Alçaria morreu. Supostamente, tornou-se totalmente livre de infecção. As ruas, as paredes, os vários objetos e até os cadáveres; tudo está limpo. As pessoas podem tocar com segurança corpos que apenas recentemente eram uma fonte muito forte de infecção...
4.Bacharel: Como sabe disso?
5.Viktor Kain: A notícia foi trazida por saqueadores que andaram por todo o distrito atrás de… propriedades abandonadas. Já dei ordens para lidar com eles, mas só você pode verificar se os lares realmente estão livres de doenças.
6.Bacharel: Bem, deixe que os patrulheiros lidem com os saqueadores.
6.Bacharel: Por que tamanho interesse nos rumores?
7.Viktor Kain: Se esses rumores forem verdadeiros, começaremos a preparar as casas abandonadas para seus novos inquilinos. Posso prever que em breve precisaremos encontrar espaço para refugiados de outros distritos infectados. Daremos a eles alojamento provisório nas casas vagas. Tenho certeza que você entende que, para tomar uma decisão tão arriscada, devo ter absoluta certeza...
8.Bacharel: Como posso ajudar?
9.Viktor Kain: Dê uma olhada na Alçaria. Verifique dentro das casas. Se elas realmente estiverem limpas, encontre algo que possa provar isso. E, claro, você pode usar qualquer propriedade abandonada como achar melhor. Prefiro que você faça uso delas do que os saqueadores.
10.Bacharel: Bom, parece promissor. Voltarei em breve com um relatório.
10.Bacharel: É perigoso. Eu vou pensar sobre isso por um tempo, antes de agir.
4.Bacharel: Sim, isso parece se encaixar com a descoberta que fiz ontem…
5.Viktor Kain: Se esses rumores forem verdadeiros, começaremos a preparar as casas abandonadas para seus novos inquilinos. Posso prever que em breve precisaremos encontrar espaço para refugiados de outros distritos infectados. Daremos a eles alojamento provisório nas casas vagas. Tenho certeza que você entende que, para tomar uma decisão tão arriscada, devo ter absoluta certeza...
6.Bacharel: Como posso ajudar?
7.Viktor Kain: Dê uma olhada na Alçaria. Verifique dentro das casas. Se elas realmente estiverem limpas, encontre algo que possa provar isso. E, claro, você pode usar qualquer propriedade abandonada como achar melhor. Prefiro que você faça uso delas do que os saqueadores.
8.Bacharel: Bom, parece promissor. Voltarei em breve com um relatório.
8.Bacharel: É perigoso. Eu vou pensar sobre isso por um tempo, antes de agir.
1.Viktor Kain: Agora não é um bom momento para conversar, por mais importante que seja o assunto.
2.Bacharel: Não é nada importante. Estou apenas fazendo a ronda.
2.Bacharel: Tudo bem, passo por aqui mais tarde.