1.Kapella: Oh, toda a dor, toda a pena, toda a profundidade abismal em seus olhos! Fale rápido, por favor... não sei porque, mas estar perto de você é opressivo... Não fique com raiva de mim...
2.Impostora: Eu vim até você com uma tarefa muito importante. Se você responder minha pergunta, não vou te incomodar mais por enquanto. Diga-me, seu pai está ameaçando Anna?
3.Kapella: Ah, por quanto tempo vocês vão torturar meu pai? Não, ele não tem culpa de nada! De qualquer coisa! Lembre-se disso, caso alguém aponte o dedo para ele no futuro! Por que eu só dei a ele minha palavra...
4.Impostora: Alguém tem enviado cartas ameaçadoras anônimas para Anna. Ela está convencida de que o seu pai quer puní-la por alguma coisa.
5.Kapella: Ele não se importa nem um pouco com essa Anna! Mas suponho que ele vai começar agora. Ameaças anônimas... maneira de caluniá-lo! Obrigado por me dizer. Eu mesmo vou estrangular essa Anna, a víbora! Com minhas próprias mãos!
6.Impostora: Mas quem poderia estar enviando aquelas cartas para ela? Elas estão assinadas, 'Olhe para trás'.
7.Kapella: O que você disse? 'Olhe para trás'? Acho que estou começando a entender agora... Anna deve ter estado realmente envolvida com a Caravana... o que faz de Khan o mais provável escritor das cartas. Então é por isso que todos eles se reuniram de repente no Poliedro há cinco dias e não quiseram sair. Eles tinham ouvido falar das sementes da Caravana brotando na cidade. Não surpreende ninguém...
8.Impostora: Não entendi... Quem se reuniu no Poliedro?
9.Kapella: Um tempo atrás, todas as crianças da cidade correram para a Torre do Outro Lado. Como ovelhas de um lobo. Houve menção da Caravana naquela época, mas não dei muita importância a isso. Então Anna tem medo de que seu passado venha à tona... Uma mente culpada nunca está à vontade. E Khan de fato descobriu...
10.Impostora: E agora...?
11.Kapella: E agora, é claro, ele quer matá-la por causa da Caravana. Seus Cãobeças certamente rodaram a cidade procurando pessoas que tinham conexões com a Caravana. Agora eles sabem, porém a epidemia complicou os planos... Assim que ele se recompor da morte do avô e terminar de montar as defesas do Poliedro, ele certamente enviará um esquadrão de vingança atrás da Anna.
12.Impostora: E por que a notícia dos fugitivos da Caravana assustou tanto as crianças?
13.Kapella: Basicamente, eles costumavam sequestrar crianças. Diz-se que as criavam como atores, para atrair novos públicos... Eles escolhiam os melhores. Mas agora, tantos anos depois, existem tantas lendas, tantas baladas e histórias assustadoras sobre eles que ninguém mais se lembra da verdade. Aos ouvidos das crianças, a palavra “Caravana” é simplesmente sinônimo de um horror enlouquecedor e inescapável.
14.Impostora: Mas é só a Anna, e ela está sozinha...
14.Impostora: Aliás, Anna tem um cúmplice: o agiota corcunda!
15.Kapella: Khan não a dará paz de qualquer maneira. Em sua mente, até mesmo um único ator vivo da Caravana é um ser que semeará e espalhará as sementes dessa monstruosidade sem sentido... como uma espécie de infecção.
16.Impostora: Na verdade, qual era o objetivo de todo o plano? Provavelmente eles também tinham outra coisa em mente?
17.Kapella: Não. Nada. Eles viajavam pelo país... atuando, cantando, realizando acrobacias e truques. Eles pegavam crianças brilhantes e deixaram as feias nas portas como substitutas. Como impostoras... Eles estavam deixando medo, tristeza, ódio e monstros em seu rastro, enquanto se tornavam cada vez mais sedutores, bonitos, atraentes e memoráveis. Mas, apesar disso, as pessoas tinham cada vez mais medo deles.
18.Impostora: Mas esta é uma imagem muito clara de um mal imaginário... Um mal que na verdade apenas finge ser mal.
19.Kapella: O que é o verdadeiro mal então?
20.Impostora: Nada. A ausência de sentimento e cor. Se uma caravana como essa nunca existisse, esse seria o verdadeiro mal.
20.Impostora: Em breve você receberá uma demonstração prática. Você verá por si mesmo…
21.Kapella: Sim... Parece que você sabe do que está falando... Quem é você, Klara? Responda-me!
22.Impostora: O que quer que eu dissesse agora, você não acreditaria em mim. Não tenha tanto medo de mim. Você não achou que fosse assim que uma milagreira se pareceria, achou? Isso logo vai passar...
18.Impostora: Isso é horrível... Há tanto ódio por aí! A caravana foi destruída?
19.Kapella: Sim. Ela atraiu a atenção dos Poderes Constituídos rapidamente. Houve uma verdadeira caçada humana atrás deles; eles realizaram ataques e buscas, os perseguiram... No início a Caravana milagrosamente conseguiu evitá-los, mas eventualmente eles foram cercados em algum lugar perto de Orv... Uma balada foi escrita baseada nesse ataque. Você provavelmente já ouviu.
20.Impostora: Não, eu não me lembro de ter ouvido…
20.Impostora: ...Mas quem poderia ter derrotado esse mal se ele fosse real e não algo tipo cômico? Ninguém. E a Caravana já teria chegado à sua Estepe.
21.Kapella: Sim... Parece que você sabe do que está falando... Quem é você, Klara? Responda-me!
22.Impostora: O que quer que eu dissesse agora, você não acreditaria em mim. Não tenha tanto medo de mim. Você não achou que fosse assim que uma milagreira se pareceria, achou? Isso logo vai passar...
8.Impostora: O que é a Caravana?
9.Kapella: É aquele circo de assassinos errantes. Aquele em que cantores raptavam crianças... e faziam coisas horríveis com elas. Era uma enorme trupe de circo que funcionava como algum tipo de culto. Uma história misteriosa que ainda não está clara em muitos pontos. A represália foi muito precipitada e a investigação muito confusa. Eles assustaram todos bastante.
10.Impostora: Assustaram como?
11.Kapella: Basicamente, eles costumavam sequestrar crianças. Diz-se que as criavam como atores, para atrair novos públicos... Eles escolhiam os melhores. Mas agora, tantos anos depois, existem tantas lendas, tantas baladas e histórias assustadoras sobre eles que ninguém mais se lembra da verdade. Aos ouvidos das crianças, a palavra “Caravana” é simplesmente sinônimo de um horror enlouquecedor e inescapável.
12.Impostora: Mas é só a Anna, e ela está sozinha...
12.Impostora: Aliás, Anna tem um cúmplice: o agiota corcunda!
13.Kapella: Khan não a dará paz de qualquer maneira. Em sua mente, até mesmo um único ator vivo da Caravana é um ser que semeará e espalhará as sementes dessa monstruosidade sem sentido... como uma espécie de infecção.
14.Impostora: Na verdade, qual era o objetivo de todo o plano? Provavelmente eles também tinham outra coisa em mente?
15.Kapella: Não. Nada. Eles viajavam pelo país... atuando, cantando, realizando acrobacias e truques. Eles pegavam crianças brilhantes e deixaram as feias nas portas como substitutas. Como impostoras... Eles estavam deixando medo, tristeza, ódio e monstros em seu rastro, enquanto se tornavam cada vez mais sedutores, bonitos, atraentes e memoráveis. Mas, apesar disso, as pessoas tinham cada vez mais medo deles.
16.Impostora: Mas esta é uma imagem muito clara de um mal imaginário... Um mal que na verdade apenas finge ser mal.
17.Kapella: O que é o verdadeiro mal então?
18.Impostora: Nada. A ausência de sentimento e cor. Se uma caravana como essa nunca existisse, esse seria o verdadeiro mal.
18.Impostora: Em breve você receberá uma demonstração prática. Você verá por si mesmo…
19.Kapella: Sim... Parece que você sabe do que está falando... Quem é você, Klara? Responda-me!
20.Impostora: O que quer que eu dissesse agora, você não acreditaria em mim. Não tenha tanto medo de mim. Você não achou que fosse assim que uma milagreira se pareceria, achou? Isso logo vai passar...
16.Impostora: Isso é horrível... Há tanto ódio por aí! A caravana foi destruída?
17.Kapella: Sim. Ela atraiu a atenção dos Poderes Constituídos rapidamente. Houve uma verdadeira caçada humana atrás deles; eles realizaram ataques e buscas, os perseguiram... No início a Caravana milagrosamente conseguiu evitá-los, mas eventualmente eles foram cercados em algum lugar perto de Orv... Uma balada foi escrita baseada nesse ataque. Você provavelmente já ouviu.
18.Impostora: Não, eu não me lembro de ter ouvido…
18.Impostora: ...Mas quem poderia ter derrotado esse mal se ele fosse real e não algo tipo cômico? Ninguém. E a Caravana já teria chegado à sua Estepe.
19.Kapella: Sim... Parece que você sabe do que está falando... Quem é você, Klara? Responda-me!
20.Impostora: O que quer que eu dissesse agora, você não acreditaria em mim. Não tenha tanto medo de mim. Você não achou que fosse assim que uma milagreira se pareceria, achou? Isso logo vai passar...
2.Impostora: Suas têmporas estão doendo, certo? É difícil para mim falar com você também. Mas não estou reclamando...
2.Impostora: Gostaria de fazer algo de bom para você... Para que possamos nos tornar amigos!
3.Kapella: ...Sério? Você realmente quer fazer algo bom para mim? Não sei nem o que dizer... Sabe, às vezes sinto que não há ninguém melhor e mais gentil do que você no mundo inteiro, e que tudo o que você fizer será bom, mesmo para mim...
4.Impostora: Mas às vezes você se sente diferente, não é?
5.Kapella: Sim... Sim, às vezes sinto como se você e eu fôssemos inimigos. E você é um inimigo muito perigoso - visto que não é um ser humano... Ah, o que estou dizendo. Estou com dor de cabeça, desculpe... É culpa desse ar terrível.
6.Impostora: Você é igual à Maria! Só que um pouco mais gentil... mas, em geral, a mesma coisa.
6.Impostora: Eu gostaria de fazer algo por você de qualquer forma...
7.Kapella: Você sabe... Eu disse ao Bacharel para ir à Alçaria, que é o foco da doença... Um menino chamado Peralta ia testar um pó tóxico lá. Mas ainda não tive notícias do Bacharel... Talvez ele não tenha encontrado o menino?
8.Impostora: Entendo... Você gostaria que eu encontrasse o Bacharel? Ou o Peralta?
9.Kapella: O Bacharel seria melhor. Afinal, ele é o mais responsável. Pergunte se ele encontrou o garoto e conseguiu tirar aquela mistura horrível dele.
10.Impostora: Tudo bem. Vou perguntar a ele quando o vir.
8.Impostora: Que pó?
9.Kapella: Isso não importa... Um veneno terrível, mas as crianças acreditam que ele pode purificar você da Peste da Areia... Você conseguirá encontrá-lo?
10.Impostora: Quem?
11.Kapella: O Bacharel seria melhor. Afinal, ele é o mais responsável. Pergunte se ele encontrou o garoto e conseguiu tirar aquela mistura horrível dele.
12.Impostora: Tudo bem. Vou perguntar a ele quando o vir.
4.Impostora: Eu realmente gostaria.
5.Kapella: Você sabe... Eu disse ao Bacharel para ir à Alçaria, que é o foco da doença... Um menino chamado Peralta ia testar um pó tóxico lá. Mas ainda não tive notícias do Bacharel... Talvez ele não tenha encontrado o menino?
6.Impostora: Entendo... Você gostaria que eu encontrasse o Bacharel? Ou o Peralta?
7.Kapella: O Bacharel seria melhor. Afinal, ele é o mais responsável. Pergunte se ele encontrou o garoto e conseguiu tirar aquela mistura horrível dele.
8.Impostora: Tudo bem. Vou perguntar a ele quando o vir.
6.Impostora: Que pó?
7.Kapella: Isso não importa... Um veneno terrível, mas as crianças acreditam que ele pode purificar você da Peste da Areia... Você conseguirá encontrá-lo?
8.Impostora: Quem?
9.Kapella: O Bacharel seria melhor. Afinal, ele é o mais responsável. Pergunte se ele encontrou o garoto e conseguiu tirar aquela mistura horrível dele.
10.Impostora: Tudo bem. Vou perguntar a ele quando o vir.
2.Impostora: Não estou com raiva de você. Acho que sei do que se trata...
2.Impostora: A propósito, encontrei o Bacharel.
3.Kapella: Como você é corajoso! Ele disse alguma coisa? O Peralta está bem?
4.Impostora: Aparentemente ele encontrou o menino e tirou o pó dele. Ele estava agindo de forma estranha quando o encontrei.
5.Kapella: ...Será que ele estava testando aquela mistura horrível em si mesmo?
6.Impostora: Eu realmente espero que sim!
6.Impostora: Não sei. Bem, tenho que ir. Adeus, Kapella.
4.Impostora: Em vez de procurar o menino, ele se empolgou tentando caçar o Arúspice.
1.Kapella: Olá, garota cujos olhos parecem ansiosos para conhecer o mundo inteiro... Quem é você?
2.Impostora: A detentora de um par de mãos curativas. Pode me chamar de Klara.
3.Kapella: Por que sinto que temos algo em comum, algo importante que é difícil de perder... Como se fôssemos irmãos... Mas o que é?
4.Impostora: Então me diga, qual é o seu propósito na vida?
5.Kapella: Gostaria de dar às crianças uma nova vida... e uma nova fé.
6.Impostora: De vera? Então você deve ser a santa? Então você também é uma profetisa e uma precursora? E você está dizendo que vai reunir uma congregação e dar-lhes a luz de uma nova verdade? Que verdade será? Diga-me, menina cujos olhos que me observam se assemelham aos de uma mulher morta!
7.Kapella: Não estou dizendo que quero começar uma nova igreja... devo ter formulado mal. Você simplesmente não entende o quão boas são minhas intenções…
8.Impostora: Eu sei, irmã... Não se assuste com as coisas que digo. É que o que você está falando é muito perigoso. Não se brinca com isso. Mesmo que vocês sejam apenas crianças…
8.Impostora: Você pode ser um daqueles a quem fui enviado como precursora.
4.Impostora: Eu já tenho uma irmã e não é você.
2.Impostora: Eu não sou ninguém. Um instrumento nas mãos de uma força cujo nome não deve ser tomado em vão. E quem é você?
3.Kapella: …É estranho que não saiba quem eu sou. Meu nome é Kapella. E mesmo que eu nunca tenha te visto antes, eu sinto uma inquietação torturante por nenhum motivo…
4.Impostora: Com certeza há um motivo.
4.Impostora: Percebi que muitas pessoas aqui têm medo de mim. Provavelmente é uma provação que tenho que suportar...
5.Kapella: Por que sinto que temos algo em comum, algo importante que é difícil de perder... Como se fôssemos irmãos... Mas o que é?
6.Impostora: Então me diga, qual é o seu propósito na vida?
7.Kapella: Gostaria de dar às crianças uma nova vida... e uma nova fé.
8.Impostora: De vera? Então você deve ser a santa? Então você também é uma profetisa e uma precursora? E você está dizendo que vai reunir uma congregação e dar-lhes a luz de uma nova verdade? Que verdade será? Diga-me, menina cujos olhos que me observam se assemelham aos de uma mulher morta!
9.Kapella: Não estou dizendo que quero começar uma nova igreja... devo ter formulado mal. Você simplesmente não entende o quão boas são minhas intenções…
10.Impostora: Eu sei, irmã... Não se assuste com as coisas que digo. É que o que você está falando é muito perigoso. Não se brinca com isso. Mesmo que vocês sejam apenas crianças…
10.Impostora: Você pode ser um daqueles a quem fui enviado como precursora.
6.Impostora: Eu já tenho uma irmã e não é você.
1.Kapella: Até seus olhos mudam de cor…
2.Impostora: Diga-me, você fala com sua mãe, não é? Maria está perguntando quem Viktoria gostaria de ver como... a nova Senhora.
3.Kapella: Não, eu não me comunico com ela. Meus poderes ainda não são fortes o suficiente. Mas minha mãe fala comigo as vezes.
4.Impostora: Ela disse alguma coisa sobre a futura Senhora dos Humildes? Sobre a Senhora da Terra?
5.Kapella: Não. Mas mamãe deu a entender que, graças a você, Simon sobrevive e está recuperando a vida. Você me ouviu? Isso significa que Katerina deve nomeá-la como sua sucessora. Ela está abrindo mão do poder?
6.Impostora: Sim.
6.Impostora: ...Você me perfurou bem no coração! É sério isso?
7.Kapella: De qualquer jeito, nada vai acontecer enquanto Katerina ainda estiver viva. Não é um trono. Não se pode passar o espírito para o próximo... Mas provavelmente não vai demorar... Apenas espero que ela não se engane e passe sua lira para sua irmã sombria...
8.Impostora: Ela não cometerá esse erro. Posso garantir isso.
2.Impostora: Seja qual for a cor, eles ainda verão que você não confia em mim…
1.Kapella: Ah, é você de novo? Você esqueceu alguma coisa?
2.Impostora: Do que você está falando? Já faz um tempo desde a última vez que nos encontramos…
3.Kapella: Mas quanto exatamente é 'pouco tempo'?
4.Impostora: Me conte sobre seu irmão.
5.Kapella: Meu irmão? Eu nem sei o que te dizer... Especialmente porque estamos sem contato há um tempo.
6.Impostora: Então não está perto?
7.Kapella: Tudo o que ele pensa é sobre dinheiro. Bem, dinheiro e mitologia da Estepe. Ele é louco por isso... Mas nem isso faz dele bom de conversa.
8.Impostora: Mitologia da Estepe?
9.Kapella: Sim. As lendas e mitos, rituais e tradições. Falando nisso, ele me pediu um livro de contos de fadas; minhas crianças copiaram um para ele. Parece que você mesma é um personagem da mitologia da Estepe, não?
10.Impostora: Isso é mentira. Você sabe como eu sou exemplar...
11.Kapella: Eu sei, no geral... Mas não sabemos mais o que pensar... Você acabou de falar dessas coisas horríveis...
12.Impostora: Quando?
13.Kapella: Pare de tirar sarro de mim! Você estava aqui e saiu há cinco minutos! Qual o seu problema?
14.Impostora: ...Não me lembro de ter feito isso.
10.Impostora: Sim. Acho que ele ficará feliz em me ver...
4.Impostora: Sobre o que conversamos?
5.Kapella: Você perguntou se eu poderia te esconder em um lugar seguro. Em algum lugar em que você não seria encontrada por seus perseguidores... Então eu te disse.
6.Impostora: Ah... Então qual é o lugar?
7.Kapella: No Átrio, claro... Você está zombando de mim? Isso é uma piada?
8.Impostora: Não estou. Não há motivo para riso…
9.Kapella: Por favor, não pense que estou achando isso desagradável. E mesmo que eu achasse...
10.Impostora: Vamos dispensar as cortesias. Viktoria, você ama seu irmão?
11.Kapella: Eu o amo muito! E ele me ama. Temos um carinho muito grande um pelo outro.
12.Impostora: Por que dizem então que vocês dois não se falam? E não se vêem há um ano?
13.Kapella: Tudo o que ele pensa é sobre dinheiro. Bem, dinheiro e mitologia da Estepe. Ele é louco por isso... Mas nem isso faz dele bom de conversa.
14.Impostora: Mitologia da Estepe?
15.Kapella: Sim. As lendas e mitos, rituais e tradições. Falando nisso, ele me pediu um livro de contos de fadas; minhas crianças copiaram um para ele. Parece que você mesma é um personagem da mitologia da Estepe, não?
16.Impostora: Isso é mentira. Você sabe como eu sou exemplar...
17.Kapella: Eu sei, no geral... Mas não sabemos mais o que pensar... Você acabou de falar dessas coisas horríveis...
18.Impostora: Quando?
19.Kapella: Pare de tirar sarro de mim! Você estava aqui e saiu há cinco minutos! Qual o seu problema?
20.Impostora: ...Não me lembro de ter feito isso.
16.Impostora: Sim. Acho que ele ficará feliz em me ver...
8.Impostora: Quero falar com você. Seu irmão mais velho... que tipo de pessoa ele é? As pessoas dizem que você não o ama.
9.Kapella: Eu o amo muito! E ele me ama. Temos um carinho muito grande um pelo outro.
10.Impostora: Por que dizem então que vocês dois não se falam? E não se vêem há um ano?
11.Kapella: Tudo o que ele pensa é sobre dinheiro. Bem, dinheiro e mitologia da Estepe. Ele é louco por isso... Mas nem isso faz dele bom de conversa.
12.Impostora: Mitologia da Estepe?
13.Kapella: Sim. As lendas e mitos, rituais e tradições. Falando nisso, ele me pediu um livro de contos de fadas; minhas crianças copiaram um para ele. Parece que você mesma é um personagem da mitologia da Estepe, não?
14.Impostora: Isso é mentira. Você sabe como eu sou exemplar...
15.Kapella: Eu sei, no geral... Mas não sabemos mais o que pensar... Você acabou de falar dessas coisas horríveis...
16.Impostora: Quando?
17.Kapella: Pare de tirar sarro de mim! Você estava aqui e saiu há cinco minutos! Qual o seu problema?
18.Impostora: ...Não me lembro de ter feito isso.
14.Impostora: Sim. Acho que ele ficará feliz em me ver...
2.Impostora: Vou passar por aqui com frequência.
3.Kapella: Por favor, não pense que estou achando isso desagradável. E mesmo que eu achasse...
4.Impostora: Vamos dispensar as cortesias. Viktoria, você ama seu irmão?
5.Kapella: Eu o amo muito! E ele me ama. Temos um carinho muito grande um pelo outro.
6.Impostora: Por que dizem então que vocês dois não se falam? E não se vêem há um ano?
7.Kapella: Tudo o que ele pensa é sobre dinheiro. Bem, dinheiro e mitologia da Estepe. Ele é louco por isso... Mas nem isso faz dele bom de conversa.
8.Impostora: Mitologia da Estepe?
9.Kapella: Sim. As lendas e mitos, rituais e tradições. Falando nisso, ele me pediu um livro de contos de fadas; minhas crianças copiaram um para ele. Parece que você mesma é um personagem da mitologia da Estepe, não?
10.Impostora: Isso é mentira. Você sabe como eu sou exemplar...
11.Kapella: Eu sei, no geral... Mas não sabemos mais o que pensar... Você acabou de falar dessas coisas horríveis...
12.Impostora: Quando?
13.Kapella: Pare de tirar sarro de mim! Você estava aqui e saiu há cinco minutos! Qual o seu problema?
14.Impostora: ...Não me lembro de ter feito isso.
10.Impostora: Sim. Acho que ele ficará feliz em me ver...
1.Kapella: Não sei mais em que acreditar... O que está na minha frente?
2.Impostora: Por favor, não olhe para mim com tanto nojo!
2.Impostora: Eu poderia jurar por algo sagrado…
1.Kapella: Se você não tomar conta de mim, quem iria dar vida à cidade de novo? Eu vou ter tantas obrigações daqui a cinco ou dez anos... graças à sua ajuda!
2.Impostora: Você acha que esta cidade ainda é capaz de ter um novo desabrochar de vida?
3.Kapella: Com certeza. Não será fácil, claro. Mas a vida é algo pelo qual se tem que lutar, senão não é real. Não rasgue o cordão umbilical que tem alimentado todos nós desde o início dos tempos; essas coisas já estão sendo extintas em quase todos os lugares.
4.Impostora: Será que realmente vale a pena o esforço de fazer o seu melhor por causa de um lugar tão miserável?
5.Kapella: E os meus amigos? Não conseguirei fazer nada sem eles. Eles estão vivos? Já dá pra visitá-los?
6.Impostora: Eu não sei. Eu queria cuidar só de você.
6.Impostora: Ainda não. Ainda não estou pronto.
4.Impostora: De fato. Pelo menos ainda está vivo aqui. Você ainda se lembra de suas origens.
2.Impostora: Não precisa me agradecer. De repente, senti tanta pena de você...
2.Impostora: Viva. Faça o que você deve fazer.
1.Kapella: Klara, Klara querida... é chegada a hora em que eu vim buscar da sua ajuda. E tenha certeza de que este é um apelo muito sério, como convém a uma Senhora que se dirige a outra. Você sabe o que isso significa - quando uma Senhora busca a ajuda de outra Senhora, sua rival e inimiga? Você consegue imaginar a força e a alegria que surgem no mundo quando suas mãos se tocam?
2.Impostora: Eu posso adivinhar. Você e eu somos realmente Senhoras? Você pode realmente dizer algo assim para mim? Por que brincar assim?
2.Impostora: Não, Kapella, querida. Eu não sei disso ainda.
3.Kapella: Tive um sonho horrível ontem à noite. Vi uma criatura sinistra chegar na escuridão da noite, uma criatura das Estepes, uma shabnak-adyr. Ela entrou sorrateiramente na Catedral e matou todos, todos que estavam escondidos lá! Por toda parte, eu vi os mortos, mortos, mortos!
4.Impostora: Como posso te ajudar?
5.Kapella: Não sei se devo confiar naquele sonho... Talvez não tenha sido nenhuma visão, ainda não estou acostumada a tê-las, e não consigo distinguir um sonho de um Sonho... E as crianças não paravam de falar sobre a shabnak-adyr para mim. Elas ouviram todas aquelas coisas assustadoras...
6.Impostora: Há alguma maneira de verificarmos isso?
7.Kapella: Você poderia... poderia perguntar à Maria se ela teve o mesmo sonho?
8.Impostora: Maria me odeia. Por que você mesma não pergunta a ela?
9.Kapella: Se o sonho for profético, o precioso Bacharel da Maria será destruído. Um enviado da capital chega depois de amanhã e tudo dependerá dele. Maria nunca chegará ao ponto de colocar em risco o sucesso do Bacharel. E eu vou te recompensar!
10.Impostora: Mas por que você não quer escrever uma carta a ela?
11.Kapella: ...Ela vai rir de mim. Se eu deixar que ela veja que duvido de minhas próprias habilidades, isso lhe dará uma grande vantagem. Somos Senhoras rivais, e estes são dias cruciais. A Senhora que se mostrar a mais capaz é a que terá o direito de exercer o Poder.
12.Impostora: Por que você está chamando vocês duas de Senhoras, afinal? Eu não sei sobre Maria, mas você... como você pode ser uma Senhora?
12.Impostora: Mas e eu?
13.Kapella: Ainda sou apenas uma menina. Mas isso vai mudar... Experimente de qualquer maneira! Os Kains não pensam tão mal assim de você. Eles sempre tentam ser intimidadores, gostam de dramatizar tudo, gostam de fazer pose! Minha querida... vou recompensá-la só por fazer a pergunta! Se você perguntar em seu próprio nome! Por favor!
14.Impostora: Tudo bem. Eu farei isso por você. Mas só porque foi você que pediu, entendeu?
14.Impostora: Não. Não vou fazer isso. Escreva uma carta para ela. É ridículo ficar com vergonha de algo assim.
8.Impostora: Prefiro perguntar a Katerina.
9.Kapella: Perdoe-me, Klara, querida, eu sei que ela é sua mãe, mas Katerina se engana com muita frequência. Você pode perguntar a ela se desejar, mas sei que suas visões costumam ser distorcidas. O tema está certo, mas os detalhes são difusos. E o demônio está nos detalhes desta vez.
10.Impostora: Eu me sinto mal toda vez que estou no Crisol... Maria vai me matar.
11.Kapella: Se o sonho for profético, o precioso Bacharel da Maria será destruído. Um enviado da capital chega depois de amanhã e tudo dependerá dele. Maria nunca chegará ao ponto de colocar em risco o sucesso do Bacharel. E eu vou te recompensar!
12.Impostora: Mas por que você não quer escrever uma carta a ela?
13.Kapella: ...Ela vai rir de mim. Se eu deixar que ela veja que duvido de minhas próprias habilidades, isso lhe dará uma grande vantagem. Somos Senhoras rivais, e estes são dias cruciais. A Senhora que se mostrar a mais capaz é a que terá o direito de exercer o Poder.
14.Impostora: Por que você está chamando vocês duas de Senhoras, afinal? Eu não sei sobre Maria, mas você... como você pode ser uma Senhora?
14.Impostora: Mas e eu?
15.Kapella: Ainda sou apenas uma menina. Mas isso vai mudar... Experimente de qualquer maneira! Os Kains não pensam tão mal assim de você. Eles sempre tentam ser intimidadores, gostam de dramatizar tudo, gostam de fazer pose! Minha querida... vou recompensá-la só por fazer a pergunta! Se você perguntar em seu próprio nome! Por favor!
16.Impostora: Tudo bem. Eu farei isso por você. Mas só porque foi você que pediu, entendeu?
16.Impostora: Não. Não vou fazer isso. Escreva uma carta para ela. É ridículo ficar com vergonha de algo assim.
4.Impostora: Bem… faz sentido. Uma pessoa infectada não poderia ter entrado?
5.Kapella: A probabilidade é muito pequena. Mas o Bacharel é quem estima o tempo desde a infecção, por seus próprios motivos preconceituosos. Ele tem um termo diabólico para isso, 'o estágio latente'... Algo que ele precisa colocar em seus relatórios para a capital...
6.Impostora: Deveríamos realmente ter medo do seu sonho então?
7.Kapella: Não sei se devo confiar naquele sonho... Talvez não tenha sido nenhuma visão, ainda não estou acostumada a tê-las, e não consigo distinguir um sonho de um Sonho... E as crianças não paravam de falar sobre a shabnak-adyr para mim. Elas ouviram todas aquelas coisas assustadoras...
8.Impostora: Há alguma maneira de verificarmos isso?
9.Kapella: Você poderia... poderia perguntar à Maria se ela teve o mesmo sonho?
10.Impostora: Maria me odeia. Por que você mesma não pergunta a ela?
11.Kapella: Se o sonho for profético, o precioso Bacharel da Maria será destruído. Um enviado da capital chega depois de amanhã e tudo dependerá dele. Maria nunca chegará ao ponto de colocar em risco o sucesso do Bacharel. E eu vou te recompensar!
12.Impostora: Mas por que você não quer escrever uma carta a ela?
13.Kapella: ...Ela vai rir de mim. Se eu deixar que ela veja que duvido de minhas próprias habilidades, isso lhe dará uma grande vantagem. Somos Senhoras rivais, e estes são dias cruciais. A Senhora que se mostrar a mais capaz é a que terá o direito de exercer o Poder.
14.Impostora: Por que você está chamando vocês duas de Senhoras, afinal? Eu não sei sobre Maria, mas você... como você pode ser uma Senhora?
14.Impostora: Mas e eu?
15.Kapella: Ainda sou apenas uma menina. Mas isso vai mudar... Experimente de qualquer maneira! Os Kains não pensam tão mal assim de você. Eles sempre tentam ser intimidadores, gostam de dramatizar tudo, gostam de fazer pose! Minha querida... vou recompensá-la só por fazer a pergunta! Se você perguntar em seu próprio nome! Por favor!
16.Impostora: Tudo bem. Eu farei isso por você. Mas só porque foi você que pediu, entendeu?
16.Impostora: Não. Não vou fazer isso. Escreva uma carta para ela. É ridículo ficar com vergonha de algo assim.
10.Impostora: Prefiro perguntar a Katerina.
11.Kapella: Perdoe-me, Klara, querida, eu sei que ela é sua mãe, mas Katerina se engana com muita frequência. Você pode perguntar a ela se desejar, mas sei que suas visões costumam ser distorcidas. O tema está certo, mas os detalhes são difusos. E o demônio está nos detalhes desta vez.
12.Impostora: Eu me sinto mal toda vez que estou no Crisol... Maria vai me matar.
13.Kapella: Se o sonho for profético, o precioso Bacharel da Maria será destruído. Um enviado da capital chega depois de amanhã e tudo dependerá dele. Maria nunca chegará ao ponto de colocar em risco o sucesso do Bacharel. E eu vou te recompensar!
14.Impostora: Mas por que você não quer escrever uma carta a ela?
15.Kapella: ...Ela vai rir de mim. Se eu deixar que ela veja que duvido de minhas próprias habilidades, isso lhe dará uma grande vantagem. Somos Senhoras rivais, e estes são dias cruciais. A Senhora que se mostrar a mais capaz é a que terá o direito de exercer o Poder.
16.Impostora: Por que você está chamando vocês duas de Senhoras, afinal? Eu não sei sobre Maria, mas você... como você pode ser uma Senhora?
16.Impostora: Mas e eu?
17.Kapella: Ainda sou apenas uma menina. Mas isso vai mudar... Experimente de qualquer maneira! Os Kains não pensam tão mal assim de você. Eles sempre tentam ser intimidadores, gostam de dramatizar tudo, gostam de fazer pose! Minha querida... vou recompensá-la só por fazer a pergunta! Se você perguntar em seu próprio nome! Por favor!
18.Impostora: Tudo bem. Eu farei isso por você. Mas só porque foi você que pediu, entendeu?
18.Impostora: Não. Não vou fazer isso. Escreva uma carta para ela. É ridículo ficar com vergonha de algo assim.
1.Kapella: Então, o que é isso? O que está acontecendo na Catedral?
2.Impostora: Não tema. Não se preocupe com nada... Seu sonho foi apenas um pesadelo.
2.Impostora: Já estive na Catedral. Há muitas pessoas lá, todas elas vivas e saudáveis. Não vi uma única pessoa infectada.
3.Kapella: De qualquer forma, não haveria ninguém para ver... Dizem que ela ataca imediatamente. A pessoa desmaia antes de poder dar três passos. Somente alguém especial, alguém como Burakh, Simon ou um Vínculo, pode suportar a doença por muito tempo...
4.Impostora: Você está bem agora?
5.Kapella: Sim... Sim... na medida em que é possível ficar à vontade agora. Às vezes fico feliz por meus sonhos nem sempre se concretizarem... E a Maria? Você viu a Maria?
6.Impostora: Sim…
6.Impostora: Prefiro nunca mais vê-la...
7.Kapella: Ela abusou de você? Ou ela foi gentil? Você não mencionou meu nome, não é?
8.Impostora: Ela quase me matou! Cada vez que piso no Crisol, os Kains usam algum tipo de magnetismo destrutivo contra mim!
9.Kapella: Sinto muito... Posso fazer alguma coisa para recompensá-la pelo que você sofreu?
10.Impostora: Ah, isso não importa... A decisão é sua.
10.Impostora: Fale com eles por mim... Pelo menos com seus amigos, as crianças.
8.Impostora: Não. Diria mesmo que foi uma visita esclarecedora. E estou muito satisfeita com o resultado.
2.Impostora: Quem sabe?
1.Kapella: Você esqueceu alguma coisa? Acabamos de discutir tudo o que havia para ser discutido…
2.Impostora: Não me lembro disso! Quando foi isso? Agora mesmo, sério?
2.Impostora: Sim, só estou de volta por um momento... Existe algum espelho em algum lugar onde eu possa olhar?